Estudo científico comentado

Ventosaterapia reduz dor crônica musculoesquelética, mas não melhora função nem saúde mental

Referência acadêmica

Periódico

BMJ Open

Ano

2025

Autores

Jia et al.

Desenho

revisão sistemática e meta-análise

Este estudo analisou 10 pesquisas para verificar se a ventosaterapia (aqueles copos que fazem sucção na pele) realmente funciona para dor crônica. Os resultados mostram que a ventosaterapia pode reduzir a dor imediatamente após o tratamento, mas não melhora a capacidade de fazer atividades do dia a dia nem o humor. O alívio da dor foi temporário e só foi medido logo após as sessões, então ainda não sabemos se os benefícios duram mais tempo.

Título original do estudo: Effects of cupping therapy on chronic musculoskeletal pain and collateral problems: a systematic review and meta-analysis

📊revisão sistemática e meta-análise👥n=656 participantesefeito imediato moderado
⚕️

Como usar este conteúdo: Este resumo ajuda a entender o estudo e a organizar perguntas para a consulta, mas não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento médico. O conteúdo pode ser atualizado conforme novas evidências e revisão médica.

Mensagem principal

A ventosaterapia oferece alívio imediato da dor intensidade em dor musculoesquelética crônica, mas não melhora a capacidade funcional nem a saúde mental, com benefícios de duração incerta.

O que isso significa para você?

Este estudo analisou 10 pesquisas para verificar se a ventosaterapia (aqueles copos que fazem sucção na pele) realmente funciona para dor crônica. Os resultados mostram que a ventosaterapia pode reduzir a dor imediatamente após o tratamento, mas não melhora a capacidade de fazer atividades do dia a dia nem o humor. O alívio da dor foi temporário e só foi medido logo após as sessões, então ainda não sabemos se os benefícios duram mais tempo.

🧠

Pontos Principais

O que Vale Levar

  • 1A ventosaterapia pode oferecer um 'respiro' da dor intensa, especialmente se sua dor está no pescoço ou ombros
  • 2Não espere que ela melhore sua capacidade de trabalhar, se exercitar ou realizar tarefas diárias
  • 3Se você busca apoio para ansiedade ou depressão relacionada à dor, esta terapia não mostrou benefício nessa área
  • 4O procedimento é seguro e bem tolerado, com apenas marcas temporárias na pele como consequência
  • 5Considere-a como parte de um plano mais amplo, não como solução isolada
🗣️

Conversa Prática

Perguntas para a Consulta

  • 1Minha dor está localizada em região onde a ventosaterapia mostrou maior chance de ajudar?
  • 2Qual é o objetivo principal do meu tratamento — alívio imediato ou recuperação funcional de longo prazo?
  • 3Como a ventosaterapia se encaixa no meu plano atual de exercícios, medicamentos e apoio psicológico?
  • 4Há alguma razão médica específica para eu evitar este procedimento?
🛟

Leitura Consciente

Segurança & Cuidados

  • 1Os estudos relataram apenas marcas circulares avermelhadas temporárias, sem complicações graves
  • 2A técnica úmida (com sangria) envolve incisões cutâneas e requer precauções adicionais não detalhadas nos estudos
  • 3A segurança em pessoas com distúrbios de coagulação, diabetes descompensada ou imunossupressão não foi estabelecida
  • 4Não há dados sobre interações com medicamentos anticoagulantes ou anti-inflamatórios

Leitura rápida para pacientes

Alívio da dor sim, mudança de vida não

A ventosaterapia pode diminuir a dor intensidade no momento, mas não devolva a capacidade de se mover bem nem melhora o humor

Ponto 1

Funciona melhor para dor no pescoço e ombros do que nas costas

Ponto 2

Uma sessão pode ser tão boa quanto — ou melhor que — várias

Ponto 3

As marcas na pele são normais e temporárias, mas o benefício também parece ser

O que este estudo acrescenta

PRIMEIRA SÍNTESE TRIPLA

Primeira meta-análise a integrar dor, função e saúde mental em um único estudo sobre ventosaterapia, revelando que o benefício se restringe apenas à dimensão da dor

Aplicabilidade clínica

Sinal moderado

O efeito na dor é estatisticamente significativo e de magnitude considerável, mas limitado ao alívio imediato e temporário, sem impacto nas dimensões funcionais e emocionais que mais afetam a qualidade de vida em longo p

Força do desenho do estudo

01Pré-clínico
02Série de casos
03Observacional
04RCT
05Revisão

Este é o nível mais alto de evidência científica, pois sintetiza dados de múltiplos ensaios clínicos randomizados — embora aqui com apenas 10 estudos e alta variabilidade entre ele

participantes analisados

656

total em 10 estudos clínicos

redução da dor

SMD=-1. 17

efeito moderado a grande, mas com alta incerteza

heterogeneidade entre estudos

94%

variabilidade muito alta, resultados inconsistentes

melhora da função

SMD=-0. 24

sem significância estatística

melhora da saúde mental

SMD=0. 08

praticamente nula e não significativa

Ficha rápida do estudo

Mapa rápido do estudo

Condição

dor musculoesquelética crônica (costas, pescoço, ombros)

Tipo de estudo

revisão sistemática e meta-análise

Participantes

656 adultos com dor por mais de 3 meses

Duração

avaliação de efeitos imediatos após tratamento

Sessões

variável: 1 sessão única ou múltiplas sessões

Comparador

placebo/sham, lista de espera ou repouso

Grupos do estudo

ventosaterapia (seca, úmida, pulsátil ou massagem)controle (placebo, lista de espera ou repouso)

Protocolo de tratamento

Como o tratamento foi aplicado

Sessões01

variável: 1 a múltiplas sessões

Frequência02

não padronizada entre estudos; alguns com sessão única, outros com tratamentos r

Duração da sessão03

10-15 minutos de retenção dos copos nos estudos que relataram

Pontos / técnica04

ventosa seca (50%), pulsátil (20%), úmida com sangria (20%), massagem com ventosa (10%)

Comparador05

sham/placebo com copos sem sucção (30%), lista de espera (50%), repouso (20%)

Nota de protocolo06

A sessão única mostrou efeito maior na dor do que múltiplas sessões; técnica pulsátil teve efeito mais consistente

Quem entrou no estudo

Para quem este estudo realmente olhou

Adultos com dor musculoesquelética por mais de 3 mesesPredominância de dor nas costas (50%), pescoço (40%) e ombros (10%)Faixa etária variada, com metade dos estudos focando participantes >45 anosAmbos os sexos na maioria dos estudos (90%)Duração média da condição de 20 a 189 mesesEstudos de 6 países: Alemanha, China, Brasil, Arábia Saudita e outros

Quem ficou de fora

Quem ficou fora ou exige mais cautela

Dor aguda ou com duração inferior a 3 mesesDor de origem visceral ou facialCrianças e adolescentes menores de 18 anosPacientes que recebiam tratamentos ativos concomitantes como cuidado médico padrãoPessoas com condições que contraindicam ventosaterapia (não especificadas nos estudos)

Mapa de resultados

O que melhorou, o que não mudou e quando apareceu

📉

intensidade da dor

reduziu

redução significativa e de magnitude moderada a grande (SMD=-1. 17), mais evidente em pescoço/ombros

🎯

dor no pescoço e ombros

melhorou

efeito mais consistente e robusto comparado à dor nas costas

👥

participantes >45 anos

melhorou

benefício mais significativo na dor nessa faixa etária

resposta à sessão única

melhorou

uma sessão mostrou efeito maior que múltiplas sessões

O que não mudou

  • Capacidade funcional e atividades do dia a dia (SMD=-0. 24, não significativo)
  • Saúde mental, incluindo ansiedade e depressão (SMD=0. 08, não significativo)
  • Dor nas costas (efeito não significativo no subgrupo específico)
  • Bem-estar psicológico geral avaliado pelo SF-36

Quando a melhora apareceu

1

mesma sessão

imediatamente após sessão única

maior redução da dor (SMD=-1. 87), efeito mais robusto que múltiplas sessões

2

avaliação pós-intervenção

imediatamente após tratamento

redução significativa da intensidade da dor em geral, mas não da função ou humor

Antes e depois

intensidade da dor (escala padronizada)

escala máx. 10 pontos estimados

Antes5.5 pontos estimados
Depois3.5 pontos estimados

Segurança e perfil

Segurança, expectativa e perfil de paciente

Sinal de segurança

Verde
  • Marcas circulares avermelhadas temporárias são o único efeito relatado
  • Sem restrição nas atividades diárias após o procedimento
  • Sem relatos de dor significativa ou complicações graves
Amarelo
  • Técnica úmida envolve incisões cutâneas que podem causar desconforto ou apreensão
  • Efeitos de longo prazo não avaliados
  • Qualidade dos estudos com limitações metodológicas importantes
Vermelho
  • Contraindicações específicas não bem estabelecidas na literatura incluída
  • Segurança em populações vulneráveis não estudada
  • Ausência de monitoramento de eventos adversos sistemático nos estudos primários

Perfil de paciente

Mais parecido com a amostra

  • Adultos com dor crônica no pescoço e ombros de origem musculoesquelética
  • Pessoas acima de 45 anos com dor persistente não respondendo bem a medidas iniciais
  • Pacientes que buscam alívio pontual da intensidade da dor sem uso de medicamentos
  • Indivíduos tolerantes às marcas temporárias na pele características do procedimento
  • Quem compreende que o benefício é imediato e de duração não estabelecida

Mais cautela para extrapolar

  • Pessoas com dor aguda ou de duração inferior a 3 meses
  • Pacientes cuja prioridade é recuperar capacidade funcional ou retornar a atividades trabalhistas
  • Indivíduos com transtornos de saúde mental significativos buscando melhora psicológica
  • Quem espera solução duradoura ou redução da necessidade de outras terapias
  • Pessoas com medo de procedimentos com sucção na pele ou com tendência a cicatrização anormal

Expectativa realista

Alívio pontual, não transformação

Possível redução da intensidade da dor logo após a sessão, especialmente em pescoço e ombros, sem melhora na capacidade de movimentação ou humor

Tempo provável

Benefício medido apenas no momento ou pouco após o tratamento; duração desconhecida

Não há evidência de que múltiplas sessões sejam melhores que uma única, e a dor nas costas parece responder menos

Checklist para consulta

  1. 1Perguntar se minha dor está principalmente no pescoço/ombros ou nas costas, já que a resposta parece diferir
  2. 2Discutir se busco alívio imediato da dor ou melhora na capacidade de realizar atividades do dia a dia
  3. 3Questionar quantas sessões seriam recomendadas e por quê, dado que uma sessão mostrou efeito maior
  4. 4Verificar se há contraindicações para minha condição específica (uso de anticoagulantes, problemas de pele, etc. )
  5. 5Combinar com outras estratégias de manejo da dor, já que a ventosaterapia sozinha não melhora função nem saúde mental

Como ler este estudo

Como interpretar esse artigo sem exagerar

Mito e achado

Mito

Quanto mais sessões de ventosaterapia, melhor o resultado

Achado

Uma única sessão mostrou efeito maior na dor do que múltiplas sessões; o benefício de tratamentos repetidos não foi demonstrado

Mito

A ventosaterapia melhora a qualidade de vida global na dor crônica

Achado

Apenas a intensidade da dor melhorou; função física, capacidade de trabalhar e saúde mental permaneceram inalteradas

Mito

A ventosaterapia funciona igualmente bem para qualquer tipo de dor musculoesquelética

Achado

O efeito foi significativo para dor no pescoço/ombros, mas não demonstrado para dor nas costas

Mito

As marcas da ventosaterapia são sinal de que o tratamento foi eficaz

Achado

As marcas são apenas uma consequência mecânica esperada da sucção, sem relação com a magnitude do alívio da dor

Como isso pode funcionar

🔄

ESTÍMULO MECÂNICO

A sucção dos copos ativa fibras nervosas de pressão e toque (Aβ), que teoricamente chegam mais rápido à medula que as fibras de dor — mecanismo proposto, não comprovado

🩸

AUMENTO DO FLUXO SANGUÍNEO

A pressão negativa dilata vasos e aumenta a circulação local, possivelmente acelerando a remoção de substâncias inflamatórias — hipótese plausível, não certeza

🧠

MODULAÇÃO DA DOR

A ativação das vias de pressão pode inibir a transmissão da dor no nível da medula espinhal — explicação teórica dos autores, não diretamente observada

⚠️

NÃO MUDA ESTRUTURA OU FUNÇÃO

O mecanismo não altera relações biomecânicas entre músculos e articulações, o que pode explicar por que a capacidade funcional não melhora

O que ainda é incerto

  • ?A duração do alívio da dor é completamente desconhecida — todos os estudos mediram apenas o efeito imediato
  • ?Por que uma sessão única teria efeito maior que múltiplas sessões? Essa contraintuição carece de explicação clara
  • ?A alta variabilidade entre estudos (94%) torna impossível prever se um indivíduo específico se beneficiará
  • ?O efeito placebo não pode ser completamente descartado devido a limitações no cegamento dos participantes
🎯

O que o estudo quis responder

avaliar se a ventosaterapia (cupping) melhora dor, função física e saúde mental em pessoas com dor musculoesquelética crônica

👥

QUEM PARTICIPOU

656 adultos com dor musculoesquelética há mais de 3 meses, principalmente nas costas, pescoço e ombros

🧪

COMO FOI FEITO

10 estudos comparando ventosaterapia (seca ou úmida) com grupos controle sem tratamento ou placebo

📈

O QUE MUDOU

redução significativa da intensidade da dor imediatamente após o tratamento, mas sem melhora na função ou humor

🛟

SEGURANÇA

efeitos colaterais limitados a marcas circulares avermelhadas temporárias, sem dor ou limitação nas atividades

Achados Interessantes

O que chamou atenção neste estudo

A PARADOXO DA SESSÃO ÚNICA

Contra a lógica de que mais é melhor, os dados sugerem que uma única sessão de ventosaterapia alivia mais a dor do que tratamentos prolongados — um achado que desafia práticas comuns

🧭

DELIMITAÇÃO CLARA DO BENEFÍCIO

Este estudo ajuda a entender que a ventosaterapia é uma ferramenta de alívio sintomático pontual, não uma intervenção que transforma a trajetória da dor crônica

📌

A LOCALIZAÇÃO IMPORTA

A dor no pescoço e ombros respondeu de forma robusta; a dor nas costas, não. Essa distinção anatômica é clinicamente útil para orientar expectativas

🔍

O VAZIO DO LONGO PRAZO

Nenhum dos estudos avaliou se o alívio dura horas, dias ou semanas — uma lacuna crítica que deixa pacientes e médicos sem saber quando repetir o tratamento

📝

Leitura comentada do estudo

Resumo detalhado em linguagem acessível

Ventosaterapia reduz dor crônica musculoesquelética, mas não melhora função nem saúde mental

Esta revisão sistemática e meta-análise investigou a efetividade da ventosaterapia no tratamento da dor musculoesquelética crônica (DMC), uma condição que afeta 1,52 bilhão de pessoas globalmente e representa significativo impacto na qualidade de vida e custos de saúde. A pesquisa analisou 10 estudos randomizados controlados envolvendo 656 participantes adultos com dor crônica em diferentes regiões corporais, incluindo pescoço, ombros e coluna vertebral. Os estudos foram conduzidos em seis países diferentes (Arábia Saudita, Brasil, China, Alemanha) e avaliaram diversos tipos de ventosaterapia: ventosa seca, úmida, pulsátil e massagem com ventosa. Os grupos controle receberam tratamento simulado (sham), permaneceram em lista de espera ou fizeram repouso.

A metodologia seguiu rigorosos padrões científicos com busca em cinco bases de dados principais até dezembro de 2024, avaliação independente da qualidade dos estudos usando ferramentas Cochrane, e análise estatística com modelos de efeitos fixos e aleatórios. Os resultados principais demonstraram que a ventosaterapia teve efeito significativo na redução da intensidade da dor (DME=-1,17; IC 95%=-1,93 a -0,42; p=0,002), com qualidade moderada de evidência segundo critérios GRADE. Tanto a ventosa seca quanto a úmida mostraram-se eficazes, sem diferença significativa entre os métodos. Análises de subgrupos revelaram maior efetividade em sessões únicas comparadas a múltiplas sessões, e melhor resposta em dor cervical/ombro versus dor lombar.

Contudo, a ventosaterapia não demonstrou melhora significativa na incapacidade funcional (DME=-0,24; p=0,51) nem na saúde mental (DME=0,08; p=0,46). Os pesquisadores explicam que o mecanismo analgésico pode envolver a teoria do portão da dor, onde estímulos mecânicos das ventosas ativam fibras nervosas Aβ mais rapidamente que fibras nociceptivas Aδ e C, bloqueando a transmissão dolorosa. Adicionalmente, o aumento do fluxo sanguíneo local pode acelerar a remoção de citocinas inflamatórias como IL-1 e IL-6. As implicações clínicas sugerem que a ventosaterapia pode ser considerada como terapia complementar para alívio imediato da dor crônica, especialmente útil para pacientes que buscam alternativas não-farmacológicas.

Entretanto, não deve ser expectativa única para restauração funcional ou bem-estar psicológico, requerendo abordagem multidisciplinar. Limitações importantes incluem alta heterogeneidade entre estudos (I²=94%), análise restrita aos efeitos imediatos, número limitado de estudos e variações nas dosagens e protocolos de tratamento. Estudos futuros devem investigar efeitos a longo prazo, padronizar protocolos e explorar combinações com outras terapias para maximizar benefícios funcionais e psicológicos.

O que fortalece a leitura

  • 1análise abrangente de múltiplos desfechos clínicos
  • 2subgrupos detalhados por tipo de ventosa e localização da dor
  • 3metodologia rigorosa seguindo diretrizes PRISMA
  • 4avaliação de qualidade com ferramentas padronizadas
⚠️

Onde é preciso cautela

  • 1alta heterogeneidade entre estudos (94%)
  • 2apenas efeitos imediatos avaliados
  • 3número limitado de estudos incluídos
  • 4variabilidade nas técnicas e dosagens de cupping

Leitura clínica do estudo

MODERADA
75/ 100
Desenho
4/5
Amostra
3/5
Confirmação
4/5

🔬 Como o estudo foi organizado

656pessoas avaliadas
divisão dos grupos

ventosaterapia

328 pessoas

cupping seco, úmido ou pulsátil

controle

328 pessoas

placebo, lista de espera ou repouso

⏱️ Tempo de acompanhamento: avaliação de efeitos imediatos após tratamento

📊 Resultados em números

SMD=-1.17

redução da intensidade da dor

SMD=-0.24 (p=0.51)

melhora da incapacidade funcional

SMD=0.08 (p=0.46)

melhora da saúde mental

I²=94%

heterogeneidade entre estudos

Destaques percentuais

I²=94%
heterogeneidade entre estudos

📊 Comparação de Resultados

redução da dor (efeito padronizado)

ventosaterapia
-1.17
controle
0

📅 Linha do tempo da evidência

2004primeiros estudos sobre mecanismos da ventosaterapia
2015crescimento de ensaios clínicos randomizados
2020evidências sobre efeitos na perfusão sanguínea
2025meta-análise atual demonstra benefício limitado à dor

Curadoria Médica

Dr. Marcus Yu Bin Pai

Dr. Marcus Yu Bin Pai

CRM-SP: 158074 | RQE: 65523

Doutor em Ciências pela USP e especialista em Dor, Fisiatria e Acupuntura. Revisão e curadoria científica de todo o conteúdo desta biblioteca.

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diversos: placebo, sham, cuidado usual, medicina ocidental, acupuntura ou sem tratamento

🗺️ mapa de evidências👥 13 revisões sistemáticas📊 síntese abrangente

Força da evidência

75%

Choi et al.

Journal of Clinical Medicine

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