Pacientes
82
tamanho da amostra
Estudo científico comentado
Referência acadêmica
Periódico
Journal of Oral and Maxillofacial Surgery
Ano
2021
Autores
Yilmaz et al.
Desenho
Nível não totalmente claro
Este estudo comparou três tipos de injeções para tratar pontos dolorosos no músculo da mastigação (masseter). Todos os tratamentos ajudaram a reduzir a dor nos primeiros meses, mas a toxina botulínica mostrou resultados superiores e mais duradouros. Para pacientes com dor crônica nessa região, a toxina botulínica pode ser a opção mais eficaz para alívio prolongado da dor e melhora da função mastigatória.
Título original do estudo: Comparison of the Efficacy of Botulinum Toxin, Local Anesthesia, and Platelet-Rich Plasma Injections in Patients With Myofascial Trigger Points in the Masseter Muscle
Como usar este conteúdo: Este resumo ajuda a entender o estudo e a organizar perguntas para a consulta, mas não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento médico. O conteúdo pode ser atualizado conforme novas evidências e revisão médica.
Mensagem principal
Toxina botulínica, anestésico local e plasma rico em plaquetas aliviam a dor de pontos-gatilho no masseter no primeiro mês, mas apenas a toxina botulínica mantém benefícios significativos em dor, função e qualidade de vida até seis meses.
Este estudo comparou três tipos de injeções para tratar pontos dolorosos no músculo da mastigação (masseter). Todos os tratamentos ajudaram a reduzir a dor nos primeiros meses, mas a toxina botulínica mostrou resultados superiores e mais duradouros. Para pacientes com dor crônica nessa região, a toxina botulínica pode ser a opção mais eficaz para alívio prolongado da dor e melhora da função mastigatória.
Pontos Principais
Conversa Prática
Leitura Consciente
Leitura rápida para pacientes
Leitura rápida para pacientes: o que esse estudo sugere, para quem faz mais sentido e onde mora a cautela.
Ponto 1
Os resultados parecem promissores, mas precisam ser interpretados dentro do seu contexto clínico.
Ponto 2
O estudo ajuda a entender possibilidades de benefício, não garante o mesmo efeito para todas as pessoas.
Ponto 3
A decisão de tratamento continua dependendo do diagnóstico, da intensidade dos sintomas e da avaliação médica.
O que este estudo acrescenta
O artigo acrescenta uma peça útil à evidência, mesmo que não resolva todas as dúvidas clínicas.
Aplicabilidade clínica
A diferença de 1-3 pontos na escala VAS entre toxina botulínica e comparadores, mantida por 6 meses, representa benefício clinicamente perceptível para pacientes com dor crônica. No entanto, o desenho retrospectivo e a a
Força do desenho do estudo
Os pesquisadores analisaram prontuários de pacientes já tratados, sem designar aleatoriamente quem receberia cada intervenção, o que oferece evidência moderada sujeita a vieses de
Pacientes
82
tamanho da amostra
Redução da dor com toxina botulínica aos 3 meses
7 para 2 pontos
resultado-chave
Eficácia mantida da toxina botulínica aos 6 meses
p=0,008
resultado-chave
Melhora da função mandibular com toxina botulínica
p<0,001
resultado-chave
Melhora da qualidade de vida com toxina botulínica
p<0,01
resultado-chave
Ficha rápida do estudo
Condição
Pontos-gatilho miofasciais ativos no músculo masseter com dor orofacial não-dental
Tipo de estudo
Estudo retrospectivo de coorte
Participantes
82 pacientes (61 mulheres, 21 homens), idade média 35,6 anos, com dor há pelo me
Duração
6 meses de acompanhamento após injeção única
Sessões
1 sessão injetável única por ponto-gatilho
Comparador
Comparação direta entre três tratamentos ativos, sem grupo placebo ou controle sem intervenção
Grupos do estudo
Protocolo de tratamento
1 sessão
Aplicação única, sem repetição programada no período estudado
Não especificado; procedimento injetável ambulatorial
Injeção direta no ponto-gatilho de máxima sensibilidade do masseter, com agulha 26G, após preparo antisséptico
Três grupos paralelos: mepivacaína 3% (0,5 ml), toxina botulínica A (10 UI) ou PRP autólogo (0,5 ml) por ponto-gatilho
Todos os pacientes receberam orientação de repouso muscular mastigatório por 7 dias e dieta pastosa após o procedimento
Quem entrou no estudo
Quem ficou de fora
Mapa de resultados
Dor em repouso e durante mastigação
Reduziu em todos os grupos no curto prazo; manteve-se reduzida apenas com toxina
VAS caiu de 7 para 2 com toxina botulínica aos 3 meses, versus 3 com anestésico e 5 com PRP; aos 6 meses, apenas toxina botulínica manteve redução significativa (para 4 pontos)
Função mandibular
Melhorou
JFLS reduziu de 26 para 9 com toxina botulínica aos 3 meses, versus 13 com anestésico e 17 com PRP; melhora mantida só com toxina botulínica aos 6 meses
Qualidade de vida relacionada à saúde bucal
Melhorou
OHIP-14 caiu de 33-36 para 18-20 com toxina botulínica e anestésico aos 1-3 meses, mas apenas toxina botulínica manteve melhora significativa aos 6 meses
Sensibilidade à pressão nos pontos-gatilho
Melhorou parcialmente
PPI reduziu em todos os grupos no 1º mês; aos 3 meses, anestésico e toxina botulínica superaram PRP; aos 6 meses, sem diferença significativa entre grupos
O que não mudou
Quando a melhora apareceu
4 semanas após injeção
Primeiro mês
Melhora significativa e semelhante em todos os grupos: dor VAS caiu de 7-8 para 1-3 pontos, com redução da sensibilidade à pressão e limitação funcional
12 semanas
Três meses
Diferenciação entre tratamentos: toxina botulínica mantém melhora superior (VAS 2 vs 3 vs 5), enquanto PRP perde eficácia
24 semanas
Seis meses
Apenas toxina botulínica preserva melhora estatisticamente significativa em dor, função mandibular e qualidade de vida
Antes e depois
Dor VAS (toxina botulínica)
escala máx. 10 pontos
Dor VAS (anestésico local)
escala máx. 10 pontos
Dor VAS (PRP)
escala máx. 10 pontos
Limitação funcional JFLS (toxina botulínica)
escala máx. 50 pontos
Segurança e perfil
Sinal de segurança
Perfil de paciente
Mais parecido com a amostra
Mais cautela para extrapolar
Expectativa realista
Na primeira semana após a injeção, a tendência é de redução da intensidade da dor e maior facilidade para mastigar. Com anestésico local ou plasma rico em plaquetas, esse benefício tende a diminuir ao longo de 3 a 6 meses. Com toxina botulí
Tempo provável
Melhora inicial em 2-4 semanas; pico de efeito da toxina botulínica em 1-4 semanas; avaliação de manutenção aos 3 e 6 me
Resultados baseados em estudo retrospectivo sem grupo placebo: parte da melhora pode refletir fatores naturais da condição ou expectativa do tratamento, não ape
Checklist para consulta
Como ler este estudo
Mito e achado
Mito
Toda injeção no ponto-gatilho funciona igual e dura o mesmo tempo
Achado
Embora todas melhorem a dor no primeiro mês, apenas a toxina botulínica manteve benefícios significativos aos 6 meses; o plasma rico em plaquetas perdeu eficácia mais rapidamente
Mito
Plasma rico em plaquetas é sempre superior por ser 'natural' e regenerativo
Achado
Neste estudo, PRP foi a opção com menor eficácia duradoura, possivelmente porque seus fatores de crescimento têm meia-vida curta e não sustentam o efeito além de algumas semanas no músculo masseter
Mito
Se a dor melhorou com injeção, foi o medicamento que agiu
Achado
Sem grupo placebo, não se pode descartar que parte da melhora em todos os grupos se deva ao efeito da agulhada, expectativa do paciente ou flutuação natural da dor crônica
Mito
Uma única sessão resolve o problema definitivamente
Achado
Mesmo com toxina botulínica, a melhora aos 6 meses era menor que aos 3 meses, sugerindo que o efeito diminui com o tempo e repetições podem ser necessárias
Como isso pode funcionar
PASSO 1: Contração muscular persistente
O ponto-gatilho miofascial é uma área de contração localizada e sustentada no músculo masseter, que gera dor local e irradiada, além de reduzir o fluxo sanguíneo na região
PASSO 2: Intervenção injetável (mecanismo propos
A toxina botulínica bloqueia a liberação de acetilcolina na junção neuromuscular, promovendo relaxamento muscular; o anestésico local interrompe sinais dolorosos e pode reverter sensibilização central; o PRP libera fator
PASSO 3: Diferença na persistência do efeito
A ação farmacológica da toxina botulínica persiste por 3-6 meses, explicando sua superioridade no acompanhamento prolongado; o anestésico local tem efeito mais breve; os fatores de crescimento do PRP têm meia-vida de apr
PASSO 4: Retorno gradual da atividade (possível)
À medida que a toxina botulínica se metaboliza, a transmissão neuromuscular se restabelece e os sintomas podem retornar, sugerindo que repetições do tratamento podem ser necessárias
O que ainda é incerto
Comparar eficácia de toxina botulínica, anestésico local e plasma rico em plaquetas em pontos-gatilho do masseter
82 pacientes com pontos-gatilho miofasciais no músculo masseter, maioria mulheres, idade média 35,6 anos
Três grupos: injeção de anestésico local, toxina botulínica ou plasma rico em plaquetas diretamente nos pontos-gatilho
Todos os tratamentos reduziram dor em 1-3 meses, mas toxina botulínica teve efeito superior e duradouro até 6 meses
Todos os procedimentos foram bem tolerados, sem eventos adversos graves relatados
Achados Interessantes
O QUE ESTE ESTUDO ADICIONA
O artigo acrescenta uma peça útil à evidência, mesmo que não resolva todas as dúvidas clínicas.
COMO INTERPRETAR
O valor principal está em mostrar direção de efeito e contexto, não em prometer resultado universal.
POR QUE IMPORTA
Esse tipo de estudo ajuda pacientes e médicos a discutirem expectativas de forma mais concreta.
Resumo detalhado em linguagem acessível
A dor orofacial de origem muscular é uma queixa mais comum do que muitos imaginam. Entre suas causas, os pontos-gatilho miofasciais no músculo masseter — aquele responsável pela mastigação — ocupam lugar de destaque. Esses pontos são áreas localizadas de contração muscular persistente, que geram dor local intensa e podem irradiar para outras regiões da face, além de restringir movimentos da mandíbula e comprometer a qualidade de vida. Para quem vive com essa condição, tarefas simples como comer, falar ou até mesmo manter a boca aberta por alguns instantes podem se tornar desafiadoras.
O estudo de Yilmaz e colaboradores, publicado em 2021 no Journal of Oral and Maxillofacial Surgery, trouxe uma comparação direta entre três abordagens injetáveis amplamente utilizadas para tratar esses pontos-gatilho: anestésico local, toxina botulínica e plasma rico em plaquetas.
O desenho do estudo foi retrospectivo, o que significa que os pesquisadores analisaram prontuários de pacientes já tratados entre 2016 e 2019, em vez de designar aleatoriamente os tratamentos no momento do estudo. Participaram 82 pacientes, a maioria mulheres, com idade média de aproximadamente 36 anos, todos com diagnóstico confirmado de pontos-gatilho miofasciais ativos no masseter, segundo critérios rigorosos da Academia Americana de Dor Orofacial e dos Critérios Diagnósticos de Pesquisa para Disfunções Temporomandibulares. Os critérios de inclusão exigiam que os participantes tivessem dor persistente há pelo menos três meses, com intensidade mínima de 3 em uma escala de 0 a 10, e que fossem acompanhados por no mínimo seis meses após o procedimento. Foram excluídos pacientes com doenças sistêmicas como fibromialgia ou artrite reumatoide, doenças neurológicas, gestantes ou lactantes, e aqueles que já haviam recebido tratamento prévio para dor na região.
Os 82 participantes foram divididos em três grupos conforme o tratamento recebido: 27 pacientes receberam injeção de mepivacaína 3% (0,5 ml por ponto-gatilho), 26 receberam toxina botulínica serotipo A (10 unidades por ponto-gatilho) e 29 receberam plasma rico em plaquetas (0,5 ml por ponto-gatilho). Todas as injeções foram realizadas diretamente nos pontos de máxima sensibilidade do masseter, após preparo antisséptico da pele. Após o procedimento, todos foram orientados a manter repouso dos músculos mastigatórios por sete dias e seguir dieta pastosa. Os avaliadores mediram a dor em repouso e durante a mastigação através da escala visual analógica (VAS), a sensibilidade à pressão sobre os pontos-gatilho (PPI), as limitações funcionais da mandíbula (JFLS) e o impacto da condição na qualidade de vida relacionada à saúde bucal (OHIP-14).
Essas avaliações ocorreram no diagnóstico, e após um, três e seis meses do tratamento.
Os resultados revelaram padrões distintos de eficácia entre os três tratamentos. Após um mês, todos os grupos apresentaram melhora significativa em relação aos valores iniciais, sem diferença estatística entre eles — uma constatação importante, pois sugere que, no curto prazo imediato, qualquer das três opções pode oferecer alívio. No entanto, a partir dos três meses, as diferenças se tornaram evidentes. A toxina botulínica demonstrou superioridade consistente: a dor em repouso e durante a mastigação caiu de 7 para 2 pontos na escala VAS, enquanto no grupo do anestésico local a redução foi de 7 para 3, e no plasma rico em plaquetas, de 8 para 5.
As limitações funcionais da mandíbula e a qualidade de vida também se mostraram significativamente mais beneficiadas pela toxina botulínica em comparação aos outros dois tratamentos. O plasma rico em plaquetas, embora tenha ajudado no primeiro mês, perdeu eficácia mais rapidamente, com os escores de dor se aproximando dos valores iniciais ao final do terceiro mês.
O momento mais revelador ocorreu aos seis meses. Apenas o grupo da toxina botulínica manteve melhora estatisticamente significativa em dor, função mandibular e qualidade de vida. Os outros dois grupos não diferiram mais de seus valores basais nesse período, indicando que o efeito do anestésico local e do plasma rico em plaquetas foi temporário. A pressão dolorosa aos pontos-gatilho (PPI) seguiu tendência semelhante: houve melhora nos três grupos no primeiro mês, mas aos três meses apenas anestésico local e toxina botulínica mantiveram vantagem sobre o plasma rico em plaquetas, e aos seis meses nenhum grupo apresentou melhora significativa nesse parâmetro específico — possivelmente porque os valores iniciais de PPI já eram relativamente baixos, dificultando detectar mudanças adicionais.
A interpretação prudente desses achados considera tanto os pontos fortes quanto as limitações do estudo. Entre as fortalezas, destaca-se a comparação direta de três modalidades em uso clínico real, o acompanhamento de seis meses — mais longo que muitos estudos anteriores — e a avaliação de múltiplos desfechos relevantes para o paciente. Por outro lado, o desenho retrospectivo impossibilita garantir que os grupos fossem comparáveis em todas as características relevantes, já que a escolha do tratamento não foi aleatória. Não houve grupo controle ou placebo, o que impede saber quanto da melhora inicial em todos os grupos poderia ser atribuído ao efeito natural da condição, ao efeito placebo ou à própria inserção da agulha.
Além disso, fatores importantes como bruxismo noturno, níveis de estresse, ansiedade e depressão — todos reconhecidamente associados à dor miofascial — não foram sistematicamente avaliados como potenciais modificadores do resultado.
Para o paciente que convive com dor crônica no masseter, este estudo oferece orientação valiosa, mas não definitiva. A toxina botulínica emerge como a opção com evidência mais robusta de benefício duradouro, especialmente quando o objetivo é alívio prolongado e melhora sustentada da função. O anestésico local pode ser considerado para alívio de curto prazo, com menor custo e maior acessibilidade em alguns contextos. O plasma rico em plaquetas, embora teoricamente promissor por seu potencial de regeneração tecidual, não se mostrou vantajoso nessa população e protocolo específicos.
É fundamental que a decisão terapêutica seja individualizada, considerando a intensidade e duração da dor, as limitações funcionais, as preferências do paciente e a experiência do profissional. A ausência de eventos adversos graves relatados é reconfortante, mas não elimina a necessidade de discussão sobre riscos específicos de cada procedimento, como a possibilidade de assimetria facial temporária com a toxina botulínica ou desconforto local após injeções. Novos estudos, preferencialmente randomizados e controlados, são necessários para confirmar essas tendências e explorar se combinações de tratamentos ou repetições de sessões poderiam otimizar os resultados.
Anestésico local
27 pessoas
Injeção de mepivacaína 3% (0,5ml) nos pontos-gatilho
Toxina botulínica
26 pessoas
Injeção de 10 unidades de BTX-A nos pontos-gatilho
Plasma rico em plaquetas
29 pessoas
Injeção de 0,5ml de PRP nos pontos-gatilho
Redução da dor com toxina botulínica aos 3 meses
Eficácia mantida da toxina botulínica aos 6 meses
Melhora da função mandibular com toxina botulínica
Melhora da qualidade de vida com toxina botulínica
Curadoria Médica

CRM-SP: 158074 | RQE: 65523
Doutor em Ciências pela USP e especialista em Dor, Fisiatria e Acupuntura. Revisão e curadoria científica de todo o conteúdo desta biblioteca.
Conheça a equipe da clínica →Dor cervical · Avaliação especializada
Converse com quem trata dor no pescoço há mais de 40 anos
A equipe do Prof. Dr. Hong Jin Pai avalia seu caso em consulta presencial na Alameda Jaú, Jardim Paulista, São Paulo.
Acesse a fonte original
Continue lendo
Outros estudos próximos para aprofundar a leitura.
O que este estudo responde
Exercícios mandibulares simples, realizados em casa, reduziram a dor durante movimentos da mandíbula, a frequência de dores de cabeça e o uso de…
Vale abrir se...
Útil se você quer entender como exercícios mandibulares (n=35) foi comparado a placa oclusal noturna e grupo sem tratamento (lista de espera) em dor miofascial da mastigação…
Comparador
Placa oclusal noturna e grupo sem tratamento (lista de espera)
Força da evidência
Lindfors et al.
Journal of Oral & Facial Pain and Headache
O que este estudo responde
Acupuntura em pontos distantes do corpo mostrou alívio imediato da dor cervical e melhora da mobilidade superior tanto a um placebo quanto ao agulhamento…
Vale abrir se...
Útil se você quer entender como acupuntura em pontos distantes (não-locais) foi comparado a laser sham inativo como controle placebo duplo-cego em dor cervical crônica com…
Comparador
Laser sham inativo como controle placebo duplo-cego
Força da evidência
Irnich et al.
Pain
O que este estudo responde
Anestesia local de um único ponto-gatilho no trapézio aumentou rapidamente o limiar de dor à pressão em regiões distantes do corpo em pacientes com dor…
Vale abrir se...
Útil se você quer entender como grupo a: anestesia subfascial com bupivacaína 0,25% (2 ml) foi comparado a injeção intradérmica superficial (placebo/sham) versus injeção…
Comparador
Injeção intradérmica superficial (placebo/sham) versus injeção subfascial ativa
Força da evidência
Nystrom & Freeman
Pain Medicine
O que este estudo responde
O agulhamento seco profundo de pontos-gatilho no músculo pterigóideo lateral mostrou-se mais eficaz que medicação oral para reduzir dor miofascial e…
Vale abrir se...
Útil se você quer entender como agulhamento seco profundo foi comparado a combinação de relaxante muscular e analgésico por via oral em dor miofascial crônica na articulação…
Comparador
combinação de relaxante muscular e analgésico por via oral
Força da evidência
Gonzalez-Perez et al.
Med Oral Patol Oral Cir Bucal