Duração
Use por 14 dias antes de concluir padrão.
Um dia isolado quase nunca decide. O diário fica útil quando mostra frequência, duração, intensidade e impacto em sequência.
Registro do paciente
Um registro de 14 dias para organizar frequência, duração, intensidade, medicação, gatilhos prováveis e impacto funcional antes da consulta.
Duração
Um dia isolado quase nunca decide. O diário fica útil quando mostra frequência, duração, intensidade e impacto em sequência.
Medicação
Sem esse campo, é fácil perder uso excessivo de analgésicos, baixa resposta ou necessidade de ajustar prevenção com o médico.
Impacto
Trabalho, estudo, luz, tela, náusea, sono e falta de rotina ajudam a diferenciar crises parecidas por fora.
Consulta
O objetivo é chegar à consulta com hipóteses melhores: frequência, incapacidade, gatilhos prováveis e resposta real ao plano.
Checklist da consulta
Use este bloco para transformar uma crise em perguntas melhores para a consulta. Com sinal de alerta presente, a prioridade é avaliação médica.
Visual do mês
Não é um calendário. É um retrato visual para mostrar volume: dias com dor, dias com remédio e dias em que a rotina caiu.
Leitura rápida
Recorrente
Frequência suficiente para conversar sobre prevenção e plano de crise.
Dias com dor
8
Dias com medicação
4
Dias com impacto
2
Limite para discutir
4
de 15 dias
Ainda abaixo do limite visual escolhido, mas frequência e impacto podem justificar conversa preventiva.
Impressão visual
Enxaqueca
36%
Tensional
10%
Cervical
0%
Estes sinais ajudam a organizar a conversa. Cefaleia tensional, enxaqueca e componente cervical podem coexistir.
Guias de leitura
Conteúdo curto, clicável e feito para consulta: como ler padrões do corpo, como entender evidência e como transformar informação em perguntas melhores.
Saia de “minha dor é confusa” para “estes são os dados que mudam a decisão”.
Aprenda a procurar pergunta, população, comparação, resultado, tamanho do efeito e incerteza.
Use dados simples para melhorar decisão compartilhada, sem transformar autocuidado em cobrança.
Transforme medo do nome em perguntas sobre benefício, dano, sono, função e retirada segura.
Pare de pensar “tenho que aguentar” e comece a pensar “qual dose meu corpo consegue repetir?”.
Entenda por que exame normal não invalida dor e como procedimentos, exercício e re-teste podem localizar o gerador.
Entenda por que força e capacidade importam mesmo antes de grandes mudanças na balança.
Saia de “qual remédio é mais forte?” para “qual alvo, qual risco e como vamos revisar?”.
Troque “minha dor é confusa” por um mapa de pistas para discutir mecanismo, exames e plano.
Entenda por que o plano tem várias frentes sem parecer tentativa aleatória.
Registro de 14 dias
O valor está em repetir os mesmos campos por tempo suficiente para mostrar frequência, impacto, uso de medicação e resposta ao plano.
Campo 01
Quando
Ex.: segunda, 7h30, durou 5 horas.
Marque se acordou com dor ou se começou durante tela, treino, jejum ou estresse.
Campo 02
Como
Ex.: bilateral em faixa, pressão, 5/10.
Ex.: latejante de um lado, náusea e incômodo com luz, 8/10.
Campo 03
Impacto
Ex.: saiu mais cedo do trabalho, evitou luz, deitou 2 horas.
Ex.: funcionou, mas precisou reduzir tela e cancelar exercício.
Campo 04
Medicação
Ex.: ibuprofeno 400 mg às 9h, reduziu de 8 para 4 em 2 horas.
Ex.: repetiu analgésico 3 dias seguidos; discutir risco de uso excessivo.
Campo 05
Contexto
Ex.: dormiu 4 horas, pulou café, vinho na noite anterior.
Ex.: período menstrual, mudança de clima, tensão cervical ou treino pesado.
Campo 06
Recuperação
Ex.: quarto escuro, hidratação, caminhada leve, respiração, compressa.
Ex.: acupuntura reduziu tensão cervical, mas a frequência semanal precisa ser medida.
Como ler
Frequência
Quando o diário mostra crises frequentes, o tema deixa de ser apenas “o que tomar na crise” e passa a incluir prevenção, sono, uso de medicação e incapacidade.
Medicação
Registrar dias com analgésicos ajuda o médico a identificar risco de cefaleia por uso excessivo de medicação e a escolher uma estratégia mais segura.
Tipo de dor
Local, sintomas associados, duração e gatilhos ajudam a diferenciar cefaleia tensional, enxaqueca, dor cervicogênica e situações que exigem investigação.
Quando procurar avaliação
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