Estudo científico comentado

Ventosaterapia seca para dor cervical: avaliação de efeitos adversos

Referência acadêmica

Periódico

Innovations in Acupuncture and Medicine

Ano

2025

Autores

Conceição et al.

Desenho

ensaio clínico duplo-cego

Este estudo desenvolveu um dispositivo para medir com precisão a pressão usada na ventosaterapia e testou sua segurança em mulheres com dor no pescoço. Os pesquisadores descobriram que pressões maiores causam mais efeitos colaterais, como equimoses e dores de cabeça, que podem durar até 3 dias. O dispositivo criado pode ajudar a padronizar o tratamento e torná-lo mais seguro. Os efeitos adversos observados foram leves e temporários, mas é importante que profissionais saibam qual pressão usar.

Título original do estudo: Dry Cupping Therapy for Neck Pain: Monitoring for Adverse Effects

🧪ensaio clínico duplo-cego👥n=30⚠️avaliação de segurança
⚕️

Como usar este conteúdo: Este resumo ajuda a entender o estudo e a organizar perguntas para a consulta, mas não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento médico. O conteúdo pode ser atualizado conforme novas evidências e revisão médica.

Mensagem principal

Pressões mais altas na ventosaterapia cervical (-300 mmHg) causam significativamente mais efeitos adversos e de maior duração do que pressões mais baixas (-150 mmHg); a escolha da pressão importa para a segurança, embora todos os efeitos observados tenham sido

O que isso significa para você?

Este estudo desenvolveu um dispositivo para medir com precisão a pressão usada na ventosaterapia e testou sua segurança em mulheres com dor no pescoço. Os pesquisadores descobriram que pressões maiores causam mais efeitos colaterais, como equimoses e dores de cabeça, que podem durar até 3 dias. O dispositivo criado pode ajudar a padronizar o tratamento e torná-lo mais seguro. Os efeitos adversos observados foram leves e temporários, mas é importante que profissionais saibam qual pressão usar.

🧠

Pontos Principais

O que Vale Levar

  • 1Ventosaterapia no pescoço geralmente causa algum desconforto, mas a intensidade depende muito da pressão aplicada
  • 2Se você precisa evitar marcas visíveis ou tem baixa tolerância a dor, pressões mais baixas parecem mais adequadas
  • 3Comunique ao profissional qualquer sensação desconfortável durante a aplicação — formigamento intenso pode indicar pressão excessiva
  • 4Cefaleia após a sessão é um efeito relatado; planeje não ter compromissos exigentes nas 24 horas seguintes
  • 5Este estudo não prova que ventosaterapia cura dor cervical — apenas ajuda a usar de forma mais segura
🗣️

Conversa Prática

Perguntas para a Consulta

  • 1Qual pressão você pretende usar e como vai medir? Posso saber o valor em mmHg?
  • 2Se eu sentir muito desconforto durante a aplicação, como comunico isso imediatamente?
  • 3Quais sinais após a sessão devem me preocupar e quando devo procurar ajuda?
  • 4Há evidências de que isso vai melhorar minha dor, ou estamos focando apenas na segurança do procedimento?
🛟

Leitura Consciente

Segurança & Cuidados

  • 1Todos os efeitos adversos neste estudo foram leves a moderados, mas a amostra foi pequena e com sessão única
  • 2Pressão de -300 mmHg produziu quase o dobro de efeitos adversos comparada a -150 mmHg, com duração mais longa
  • 3Equimoses, cefaleias e tensão muscular são reações esperadas que podem interferir temporariamente nas atividades diárias
  • 4Não há dados de segurança para tratamentos repetidos, gestantes, homens ou pessoas com doenças reumáticas ou neurológicas

Leitura rápida para pacientes

Pressão da ventosa importa para sua segurança

Um estudo inovador mostrou que ventosaterapia mais forte no pescoço causa mais desconfortos que duram mais tempo, sem provar que alivia mais a dor

Ponto 1

Desconfortos como dor local, formigamento e marcas roxas são esperados, mas são menores com pressão mais baixa

Ponto 2

Cefaleia e tensão muscular podem surgir até 24 horas depois; com pressão alta, marcas podem durar 3 dias

Ponto 3

Pergunte ao profissional qual pressão será usada e se há como medi-la — isso ainda não é prática comum

O que este estudo acrescenta

PRIMEIRO DISPOSITIVO DE MEDIÇÃO PADRONIZ

Este estudo criou e testou o primeiro dispositivo acessível para medir objetivamente a pressão em ventosaterapia, preenchendo uma lacuna metodológica crítica que dificultava comparações entre estudos e replicação clínica

Aplicabilidade clínica

Sinal moderado

O estudo não avalia benefício clínico, mas fornece informação de segurança diretamente aplicável à prática; a diferença de quase o dobro de efeitos adversos entre pressões é clinicamente relevante para decisões de tratam

Força do desenho do estudo

01Pré-clínico
02Série de casos
03Observacional
04RCT
05Revisão

Estudo em que participantes foram divididos aleatoriamente em grupos, oferecendo evidência mais confiável que observações simples, embora com limitações de tamanho e duração

participantes do estudo

30

todas mulheres, divididas em dois grupos de 15

média de efeitos adversos com pressão alta

1,9

por participante no grupo -300 mmHg

média de efeitos adversos com pressão baixa

1,08

por participante no grupo -150 mmHg

participantes com efeitos adversos após 72h (pressão alta)

8

de 15 participantes, versus 3 no grupo de pressão baixa

duração da aplicação

5 min

por ventosa, com 3 ventosas por sessão

Ficha rápida do estudo

Mapa rápido do estudo

Condição

Dor cervical em mulheres adultas

Tipo de estudo

Ensaio clínico prospectivo, duplo-cego, dois braços

Participantes

30 mulheres, 18 a 59 anos, com IMC ≤ 35 kg/m²

Duração

Acompanhamento de 72 horas após sessão única

Sessões

1 sessão única de 5 minutos

Comparador

Dois níveis de pressão ativa entre si (sem placebo ou controle inerte)

Grupos do estudo

Ventosaterapia -150 mmHgVentosaterapia -300 mmHg

Protocolo de tratamento

Como o tratamento foi aplicado

Sessões01

1

Frequência02

Aplicação única, sem repetição

Duração da sessão03

5 minutos por ventosa

Pontos / técnica04

3 ventosas de acrílico (6 cm) em pontos GB-21 (bilateral) e GV-14 (central), com pressão medida por manômetro de vácuo

Comparador05

Comparação entre dois níveis de pressão: -150 mmHg versus -300 mmHg

Nota de protocolo06

Dispositivo desenvolvido pelos pesquisadores para padronização da medição de pressão; aplicação não individualizada

Quem entrou no estudo

Para quem este estudo realmente olhou

Mulheres de 18 a 59 anos com dor no pescoçoÍndice de massa corporal igual ou inferior a 35 kg/m²Disponibilidade para participar de todas as etapas do estudoSem contraindicações específicas para ventosaterapiaSem tratamentos concomitantes para a condição

Quem ficou de fora

Quem ficou fora ou exige mais cautela

Homens (estudo exclusivamente feminino por padronização hormonal)Mulheres grávidas ou em período menstrualPessoas com histórico de doenças reumáticas, neuropáticas, endócrinas ou autoimunesIndivíduos com cirurgia prévia na colunaQuem fazia tratamento concomitante para dor cervical

Mapa de resultados

O que melhorou, o que não mudou e quando apareceu

📊

Padronização da pressão

avanço metodológico

Primeiro dispositivo acessível para medir objetivamente a pressão de ventosaterapia

🔍

Conhecimento sobre segurança

ampliado

Mapeamento temporal detalhado de efeitos adversos em quatro momentos de acompanhamento

⚖️

Comparação entre pressões

clarificado

Dados quantitativos mostrando que pressão mais alta produz mais efeitos adversos

O que não mudou

  • Ausência de avaliação da eficácia analgésica — não se sabe se a dor cervical melhorou
  • Não houve comparação com placebo ou ausência de tratamento
  • Não foi testada a reprodutibilidade do dispositivo entre diferentes operadores

Segurança e perfil

Segurança, expectativa e perfil de paciente

Sinal de segurança

Verde
  • Todos os efeitos adversos observados foram de intensidade leve a moderada
  • Nenhum evento adverso grave foi relatado em nenhum dos grupos
  • A maioria dos efeitos adversos diminuiu espontaneamente ao longo do tempo
Amarelo
  • Equimoses podem persistir por até 72 horas com pressão de -300 mmHg
  • Cefaleias e tensão muscular podem surgir até 24 horas após a aplicação
  • Sensações de formigamento e coceira durante a aplicação são comuns, especialmente com pressão alta
Vermelho
  • Não há dados sobre segurança em tratamentos repetidos ou de longo prazo
  • Dispositivo não permite monitoramento contínuo da pressão durante a sessão
  • Extrapolação para populações não estudadas (homens, idosos, gestantes) não é respaldada

Perfil de paciente

Mais parecido com a amostra

  • Mulheres adultas com dor cervical leve a moderada, sem comorbidades reumáticas ou neurológicas
  • Quem busca informação sobre segurança de ventosaterapia com pressão controlada
  • Pacientes que toleram bem desconforto temporário e possíveis marcas na pele
  • Quem pode comunicar ao profissional sobre sensações durante a aplicação

Mais cautela para extrapolar

  • Homens (não incluídos no estudo)
  • Gestantes ou mulheres em período menstrual
  • Pessoas com doenças autoimunes, reumáticas, neuropáticas ou cirurgia de coluna
  • Quem faz tratamento concomitante e não pode suspender temporariamente
  • Indivíduos com expectativa de alívio imediato da dor (eficácia não foi testada)

Expectativa realista

O que esperar de uma sessão de ventosaterapia cervical

Desconforto durante a aplicação é comum, incluindo sensação de aperto, formigamento ou ardência. Após a sessão, podem aparecer marcas roxas (equimoses) na pele, que geralmente desaparecem em 1 a 3 dias. Com pressões mais baixas, esses efeit

Tempo provável

Efeitos adversos são mais intensos nas primeiras 24 horas; após 72 horas, a maioria já se resolveu, especialmente com pr

Este estudo não avaliou se sua dor no pescoço vai melhorar — apenas caracterizou os desconfortos esperados

Checklist para consulta

  1. 1Pergunte qual pressão será utilizada e se há como medi-la objetivamente
  2. 2Informe sobre qualquer condição de saúde prévia, especialmente reumáticas, neurológicas ou cirurgias na coluna
  3. 3Mencione se está grávida, em período menstrual ou fazendo outro tratamento para dor
  4. 4Combine um sinal para comunicar desconforto excessivo durante a aplicação
  5. 5Pergunte o que fazer se cefaleia ou tensão muscular surgirem após a sessão

Como ler este estudo

Como interpretar esse artigo sem exagerar

Mito e achado

Mito

Ventosaterapia não tem efeitos colaterais

Achado

Efeitos adversos são comuns mesmo com pressões consideradas baixas; a diferença está na intensidade e duração, não na presença ou ausência

Mito

Quanto mais forte a sucção, melhor o resultado

Achado

O estudo não testou eficácia, mas mostrou que pressão mais alta causa quase o dobro de efeitos adversos sem evidência de benefício proporcional

Mito

As marcas roxas são sempre normais e inofensivas

Achado

Equimoses são esperadas, mas sua duração varia com a pressão — podem persistir por 72 horas com sucção intensa, o que pode incomodar alguns pacientes

Como isso pode funcionar

🔄

PRESSÃO NEGATIVA

O vácuo da ventosa puxa a pele e tecidos subcutâneos para cima, aumentando o fluxo sanguíneo local — mecanismo observado, embora os efeitos sistêmicos ainda sejam investigados

🩸

RUPTURA CAPILAR

Pressões mais altas rompem pequenos vasos sanguíneos, causando equimoses — efeito documentado, não apenas teórico

🧠

RESPOSTA DO SISTEMA NERVOSO

Formigamento e sensações neuropáticas durante a aplicação sugerem estímulo de fibras nervosas, que cessam quando o vácuo é removido — mecanismo proposto pelos autores, não completamente elucidado

⏱️

EFEITOS SISTÊMICOS

Cefaleias e náuseas em alguns participantes sugerem possíveis efeitos além do local de aplicação, mas os mecanismos bioquímicos permanecem desconhecidos

O que ainda é incerto

  • ?Não se sabe se os efeitos adversos se acumulam ou mudam com múltiplas sessões de tratamento
  • ?A eficácia analgésica da ventosaterapia não foi testada neste estudo — apenas sua segurança
  • ?Não há dados sobre segurança em homens, idosos acima de 59 anos ou pessoas com comorbidades
  • ?O mecanismo pelo qual a ventosaterapia poderia aliviar a dor permanece incompletamente compreendido
🎯

O que o estudo quis responder

Desenvolver dispositivo para medir pressão na ventosaterapia e avaliar efeitos adversos em dois níveis de pressão

👥

QUEM PARTICIPOU

30 mulheres de 18 a 59 anos divididas em dois grupos

🧪

COMO FOI FEITO

Ventosaterapia seca no pescoço por 5 minutos com pressões de -150 ou -300 mmHg

📈

O QUE MUDOU

Maior pressão causou mais efeitos adversos e de maior duração

🛟

SEGURANÇA

Efeitos leves incluindo dor local, equimoses e dores de cabeça

Achados Interessantes

O que chamou atenção neste estudo

DISPOSITIVO CASEIRO E ACESSÍVEL

Pela primeira vez, pesquisadores criaram um aparelho de baixo custo para medir a pressão de ventosaterapia, usando peças comuns como manômetro de vácuo e conectores de latão — algo que nenhum estigo anterior havia feito

🧭

PADRONIZAÇÃO POSSÍVEL

Antes deste estudo, a maioria das pesquisas não reportava a pressão exata usada, tornando impossível comparar resultados ou saber o que é seguro; agora existe um caminho prático para mudar isso

📌

DURAÇÃO DOS EFEITOS ADVERSOS MAPEADA

Os autores acompanharam pacientes por 72 horas e descobriram que equimoses com pressão de -300 mmHg podem durar até 3 dias, enquanto com -150 mmHg geralmente desaparecem mais rápido — informação prática para quem precisa

📝

Leitura comentada do estudo

Resumo detalhado em linguagem acessível

Ventosaterapia seca para dor cervical: avaliação de efeitos adversos

A ventosaterapia é uma técnica da medicina complementar que utiliza pressão negativa sob a pele para alívio da dor musculoesquelética. Apesar de sua popularidade crescente e uso histórico, existe uma lacuna significativa na padronização dos parâmetros de aplicação e no monitoramento adequado de efeitos adversos. Este estudo prospectivo duplo-cego teve como objetivo desenvolver um dispositivo reproduzível para medir a pressão durante a ventosaterapia e investigar os efeitos adversos em diferentes níveis de pressão aplicados ao pescoço. Os pesquisadores desenvolveram uma adaptação de um kit comercial de ventosaterapia, adicionando um manômetro analógico ao sistema para medir objetivamente a pressão de sucção.

Trinta mulheres entre 18 e 59 anos foram randomizadas em dois grupos: baixa pressão (-150 mmHg) e alta pressão (-300 mmHg). O protocolo consistiu na aplicação de três ventosas por 5 minutos nos pontos Jianjing (VB-21) bilateralmente e Dazhui (VG-14), seguido de monitoramento por questionários padronizados imediatamente após, 24 horas e 72 horas pós-intervenção. Os resultados demonstraram que o dispositivo desenvolvido foi eficaz para padronizar e medir a pressão durante todo o período de pesquisa, oferecendo uma alternativa válida para estudos futuros. Quanto aos efeitos adversos, foram observados em ambos os grupos, com média de 1,083 efeitos por participante no grupo de baixa pressão e 1,9 no grupo de alta pressão, diferença estatisticamente significativa (p=0,0007).

Durante a aplicação, sensações dolorosas predominaram como efeitos mais comuns, com sintomas neuropáticos como formigamento e coceira sendo mais frequentes no grupo de alta pressão. Na reavaliação imediata, houve diminuição geral dos efeitos adversos, mas com predomínio de efeitos inflamatórios, especialmente hematomas no grupo de alta pressão. No seguimento de 24 horas, observou-se aumento de dores de cabeça severas no grupo de alta pressão, além de tensão muscular em ambos os grupos. Aos 72 horas, os efeitos adversos persistiram principalmente no grupo de alta pressão, com hematomas ainda presentes em cinco participantes, enquanto no grupo de baixa pressão os hematomas desapareceram completamente.

As implicações clínicas são importantes para a prática: embora os efeitos adversos sejam considerados leves e de baixa severidade, sua correlação com os parâmetros utilizados sublinha a importância do conhecimento clínico combinado com evidências científicas. O estudo sugere que pressões mais altas podem estar associadas a maior incidência e duração prolongada de efeitos adversos. A padronização proposta através do dispositivo desenvolvido representa um avanço metodológico importante, pois a falta de padronização é uma das principais limitações na qualidade da evidência em ventosaterapia. O dispositivo é acessível, facilmente replicável e permite medição objetiva da pressão, contribuindo para maior rigor científico em estudos futuros.

As limitações incluem a aplicação única, população exclusivamente feminina e impossibilidade de monitoramento contínuo da pressão. Estudos futuros devem incluir participantes masculinos, múltiplas sessões e investigação mais aprofundada dos mecanismos sistêmicos dos efeitos adversos observados.

O que fortalece a leitura

  • 1Primeiro dispositivo para medição objetiva de pressão na ventosaterapia
  • 2Acompanhamento sistemático de efeitos adversos por 72 horas
  • 3Protocolo padronizado e replicável
⚠️

Onde é preciso cautela

  • 1Amostra pequena e apenas com mulheres
  • 2Aplicação única, sem avaliação de tratamento prolongado
  • 3Medição de pressão apenas no momento da aplicação

Leitura clínica do estudo

MODERADA
72/ 100
Desenho
4/5
Amostra
2/5
Confirmação
3/5

🔬 Como o estudo foi organizado

30pessoas avaliadas
divisão dos grupos

Pressão baixa

15 pessoas

Ventosaterapia -150 mmHg por 5 minutos

Pressão alta

15 pessoas

Ventosaterapia -300 mmHg por 5 minutos

⏱️ Tempo de acompanhamento: seguimento de 72 horas

📊 Resultados em números

1,08

Média de efeitos adversos por pessoa (grupo -150 mmHg)

1,9

Média de efeitos adversos por pessoa (grupo -300 mmHg)

0

Participantes com efeitos adversos após 72h (grupo -150 mmHg)

0

Participantes com efeitos adversos após 72h (grupo -300 mmHg)

📊 Comparação de Resultados

Efeitos adversos por participante

Pressão baixa (-150 mmHg)
1.08
Pressão alta (-300 mmHg)
1.9

📅 Linha do tempo da evidência

1550Primeiros registros de ventosaterapia no Papiro de Ebers (Egito antigo)
2020Revisões mostram falta de padronização em estudos de ventosaterapia
2023Evidências apontam sub-relato de efeitos adversos na ventosaterapia
2025Desenvolvimento do primeiro dispositivo para medição padronizada de pressão

Curadoria Médica

Dr. Marcus Yu Bin Pai

Dr. Marcus Yu Bin Pai

CRM-SP: 158074 | RQE: 65523

Doutor em Ciências pela USP e especialista em Dor, Fisiatria e Acupuntura. Revisão e curadoria científica de todo o conteúdo desta biblioteca.

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