Acupuntura para rinite alérgica: como pode ajudar nos sintomas
A acupuntura pode entrar como apoio no controle dos sintomas da rinite alérgica — espirros, coriza, congestão e coceira no nariz —, somada ao tratamento de base. Não substitui o tratamento da alergia, mas ajuda alguns pacientes a se sentirem melhor no dia a dia.
- A acupuntura ajuda a aliviar os sintomas nasais da rinite alérgica — congestão, coriza, espirros e coceira — e a melhorar a qualidade de vida, atuando sobre a inervação autonômica do nariz. É um alívio sintomático, de baixo risco, somado ao tratamento de base.
- Acupuntura e auriculoterapia entram como adjuvante, não como substituto. O controle de base da rinite alérgica é farmacológico e ambiental: corticoide nasal (primeira linha, com a maior eficácia sobre o conjunto de sintomas, inclusive a obstrução), anti-histamínico de segunda geração, antileucotrieno em casos selecionados e imunoterapia com alérgeno, a única que modifica a resposta imune. Quem conduz é o alergista ou o otorrinolaringologista.
- O que a acupuntura tem melhor suporte para tratar, e que é o foco da nossa clínica, é a dor: cefaleia, dor facial, dor cervical e quadros miofasciais que frequentemente acompanham a congestão crônica.
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Como a acupuntura ajuda nos sintomas da rinite

A rinite alérgica é uma inflamação da mucosa nasal mediada por IgE: depois de uma sensibilização prévia, o reencontro com o alérgeno (ácaro Dermatophagoides, pólen de gramíneas, epitélio de gato/cão, fungos) liga moléculas de IgE fixadas aos receptores de alta afinidade dos mastócitos da mucosa, que degranulam. É uma doença alérgica e imunológica, tratada pelo alergista ou otorrinolaringologista, e a acupuntura entra como apoio para aliviar os sintomas.
A reação tem duas fases. Na fase precoce, em minutos, a degranulação libera histamina, triptase e mediadores pré-formados; a histamina estimula receptores H1 nas terminações sensitivas e nos vasos, gerando prurido, espirro em salva, coriza aquosa e vasodilatação. Em seguida, a síntese de leucotrienos cisteínicos (LTC4/D4/E4) e de prostaglandina D2 a partir da membrana celular acrescenta obstrução nasal por edema.
Na fase tardia, de 4 a 12 horas depois, citocinas Th2 (IL-4, IL-5, IL-13) recrutam eosinófilos e basófilos para a mucosa, sustentando a inflamação, a obstrução persistente e a chamada hiper-reatividade nasal. Entender essas duas fases explica por que o anti-histamínico controla bem o prurido e o espirro mas pouco a obstrução, e por que o corticoide nasal, que age sobre toda a cascata inflamatória, é mais completo.
A doença é classificada pelo consenso ARIA em dois eixos: pela duração (intermitente, menos de 4 dias por semana ou menos de 4 semanas seguidas; persistente, acima desses limites) e pela gravidade (leve; ou moderada a grave, quando há prejuízo de sono, de atividades diárias, de trabalho/escola ou sintomas incômodos). Essa classificação, e não um mapa de pontos, é o que orienta a escalada do tratamento. A rinite alérgica também se associa com frequência a conjuntivite, sinusite e asma, dentro do conceito de “via aérea única”.
A acupuntura ajuda a aliviar os sintomas nasais e a melhorar a qualidade de vida na rinite alérgica. Em estudos como o ensaio multicêntrico ACUSAR (Brinkhaus e cols., Annals of Internal Medicine, 2013, com 422 participantes), quem recebeu acupuntura relatou menos congestão, coriza, espirros e coceira e passou a usar menos medicação de resgate. É um alívio sintomático: a agulha atua sobre os nervos e o tônus autonômico que comandam a secreção e a obstrução, aliviando o incômodo, enquanto o tratamento de base cuida da alergia em si. Por isso ela entra como um apoio, somado ao que o especialista prescreve, e não no lugar dele.
O ganho costuma ser gradual e mais evidente em quem mantém sintomas apesar do tratamento, quer reduzir a quantidade de remédios ou não os tolera bem. A acupuntura não desfaz a sensibilização alérgica de base — isso continua com o alergista —, mas oferece uma ferramenta de baixo risco para os dias em que o nariz mais incomoda.
“Depois da acupuntura, posso largar de vez os remédios da rinite.”
A acupuntura alivia os sintomas e pode ajudar a usar menos medicação de resgate, mas a sensibilização alérgica é cuidada pelo alergista. O controle de fundo — corticoide nasal, controle ambiental e, quando indicado, imunoterapia — continua, e a acupuntura soma a ele.

Como a acupuntura age no nariz

A mucosa nasal é densamente inervada por fibras do trigêmeo (sensitivas) e recebe controle autonômico: o tônus parassimpático, por meio do gânglio esfenopalatino e da acetilcolina, comanda a secreção das glândulas seromucosas e a vasodilatação dos sinusoides venosos que enchem os cornetos. A coriza aquosa e a sensação de “nariz entupido” têm, portanto, um forte componente neurovascular reflexo, e é exatamente sobre esse componente que a estimulação por agulha atua.
A estimulação de acupontos ativa fibras aferentes Aδ e C que projetam para a medula e para o tronco encefálico e modulam o balanço autonômico, reduzindo o tônus parassimpático exagerado que mantém a secreção e a obstrução. Estudos descrevem ainda um efeito anti-inflamatório de baixo grau, com modulação de neuropeptídeos (substância P, CGRP, VIP) liberados pelas próprias terminações nasais e de citocinas, além da liberação de opioides endógenos, os mesmos sistemas que sustentam o efeito analgésico da técnica. Some-se a hipótese de um eixo colinérgico anti-inflamatório vagal, hoje em investigação ativa.
Na prática, essa modulação autonômica alivia a congestão e a coriza e reduz o incômodo dos espirros e da coceira. É um efeito sintomático, sobre como o nariz reage no dia a dia; a sensibilização alérgica de base, essa continua sob cuidado do alergista. Por isso a acupuntura soma tão bem ao tratamento de fundo: enquanto o corticoide nasal e o controle ambiental cuidam da inflamação, a agulha ajuda o paciente a se sentir melhor entre as crises.
Esse mesmo mecanismo aparece com força no que a clínica mais trata: na enxaqueca e em outras cefaleias, na dor facial e na dor da musculatura cervical que muitas vezes acompanham a congestão crônica. Indicamos acupuntura tanto para essas dores quanto, como apoio, para os sintomas alérgicos.
Pontos de acupuntura mais citados para rinite
As buscas por “pontos de acupuntura para rinite alérgica” trazem sempre os mesmos protocolos locais e a distância. Listo os mais usados abaixo. Nenhum ponto, isolado, trata a alergia, e a escolha real é individualizada por um médico acupunturista, não por um mapa de internet. A lógica neuroanatômica importa mais que o nome do ponto: os pontos locais ficam sobre o território do trigêmeo e da inervação autonômica nasal; os distais recrutam modulação segmentar a distância. Auto-agulhamento em casa não é recomendado.
| Ponto | Localização aproximada | Lógica neuroanatômica de uso |
|---|---|---|
| Yingxiang (IG20) | Junto à asa do nariz, no sulco nasolabial | Sobre o ramo infraorbitário do trigêmeo; ponto local clássico para obstrução e coriza |
| Yintang (extra) | Entre as sobrancelhas | Território frontal do trigêmeo; congestão e sensação de peso na face |
| Bitong (extra) | Ao lado superior da asa nasal | Ponto local específico sobre a parede nasal lateral |
| Hegu (IG4) | Dorso da mão, entre o 1º e o 2º metacarpos | Ponto distal de uso amplo em queixas de face e cabeça; modulação segmentar a distância |
| Fengchi (VB20) | Nuca, sob o occipital | Musculatura suboccipital; tensão cervical associada e cefaleia |
| Zusanli (E36) | Perna, abaixo do joelho, sobre o tibial anterior | Ponto sistêmico citado em protocolos de modulação imune e autonômica |
Repare que metade da lista são pontos que usamos rotineiramente para cefaleia e tensão cervical (Hegu, Fengchi, Yintang). Não é coincidência: muitos pacientes com rinite têm também cefaleia e peso na face por congestão e por respiração bucal, e é justamente nesse componente de dor e tensão miofascial que costumamos observar a resposta mais convincente.
Mapa de pontos não é tratamento. O que define a resposta é a indicação correta, a técnica e, sobretudo, manter o tratamento de base da alergia que o especialista prescreveu.
Auriculoterapia para rinite alérgica
A auriculoterapia estimula pontos da orelha, geralmente com sementes (mostarda ou vaccaria) fixadas por micropore ou com agulhas semipermanentes, mantidas por alguns dias e pressionadas pela própria pessoa ao longo do dia. A racionalidade proposta é uma neuromodulação reflexa por meio da rica inervação do pavilhão auricular, em especial o ramo auricular do nervo vago (área da concha), que se conecta a núcleos do tronco encefálico e poderia influenciar o tônus autonômico. Os pontos auriculares citados costumam incluir “nariz interno”, “pulmão”, “rim” e o ponto dito de modulação alérgica.
Na prática, a auriculoterapia ajuda a aliviar sintomas e é bem tolerada. É uma opção adjuvante prática para quem deseja reduzir o uso de medicação de resgate, sobretudo porque o próprio paciente mantém o estímulo em casa entre as visitas. Ela soma ao tratamento de base, sem interromper o processo alérgico. Os cuidados são simples: vigiar a pele da orelha para não irritar, retirar a semente diante de qualquer sinal de irritação ou condrite, evitar a técnica sobre pele lesada e manter o corticoide nasal em paralelo.
O tratamento que de fato controla a rinite
O que controla a rinite alérgica é conduzido pelo alergista ou pelo otorrinolaringologista e organizado pela classificação ARIA. A acupuntura, se usada, apenas se soma a isso. Cada opção age em um ponto diferente da cascata inflamatória descrita no início deste guia.
- Controle ambiental e higiene nasal. Reduzir a exposição ao alérgeno (capa antiácaro, retirar carpetes e bichos de pelúcia do quarto, controlar umidade contra fungos) ataca o gatilho na origem. A lavagem nasal com solução salina é medida simples, segura e barata, que remove alérgeno e muco e potencializa os demais tratamentos.
- Corticoide nasal tópico. Tratamento de primeira linha e o de maior eficácia sobre o conjunto de sintomas, inclusive a obstrução, porque age sobre toda a cascata inflamatória (precoce e tardia), reduzindo a transcrição de citocinas e o recrutamento de eosinófilos. Budesonida, mometasona, fluticasona. Tem baixa absorção sistêmica; o efeito é cumulativo e depende do uso regular e da técnica correta de aplicação.
- Anti-histamínico de segunda geração. Bloqueia o receptor H1 e controla bem prurido, espirro e coriza, com efeito menor sobre a obstrução. Os de segunda geração (loratadina, desloratadina, fexofenadina, bilastina, cetirizina) sedam menos porque atravessam pouco a barreira hematoencefálica; preferem-se aos de primeira geração, que causam sonolência e efeitos anticolinérgicos.
- Antileucotrieno. O montelucaste antagoniza o receptor CysLT1 dos leucotrienos cisteínicos e ajuda sobretudo na obstrução; é opção em casos selecionados, especialmente quando há asma associada. A indicação e a vigilância de efeitos (incluindo alterações de humor descritas em bula) cabem ao médico.
- Imunoterapia com alérgeno (vacina de alergia). Em casos selecionados de doença persistente e bem caracterizada, é o único tratamento que modifica a resposta imune: por via subcutânea (SCIT) ou sublingual (SLIT), desvia o perfil de células T de Th2 para regulador e induz anticorpos IgG4 bloqueadores, com benefício que pode persistir após o término. A indicação, a seleção do alérgeno e o acompanhamento são do alergista.
Todos esses medicamentos são prescritos, ajustados e trocados pelo médico que acompanha a alergia. Procure avaliação especializada com mais urgência se houver sangramento nasal recorrente, obstrução de um só lado que não melhora (atenção a desvio, pólipo ou tumor), perda de olfato persistente, dor facial intensa com febre e secreção purulenta (suspeita de sinusite bacteriana) ou crises de falta de ar e chiado, que sugerem asma associada.
Complemento calibrado
Como adjuvante para reduzir sintomas e medicação de resgate em quem deseja, e para tratar a cefaleia e a tensão cervical miofascial que muitas vezes acompanham a congestão crônica.
Não substitui o especialista
Não corrige a sensibilização alérgica, não dispensa o corticoide nasal nem a imunoterapia e não deve atrasar a investigação de sinais de alerta.
Como a acupuntura é feita na clínica

Quando indicamos acupuntura como adjuvante, o procedimento é conduzido por médicos com formação específica, dentro da tradição de ensino e pesquisa em acupuntura médica do Grupo de Dor do HC-FMUSP. Abaixo descrevo as técnicas que mais rendem neste cenário: a agulha sobre a inervação autonômica nasal, que alivia congestão e coriza, e a auriculoterapia, sempre somadas ao corticoide nasal do especialista.
Avaliação médica
História, exame e definição do papel da acupuntura: adjuvante na rinite, e indicação consistente quando há cefaleia, dor facial ou cervical associada.
Técnicas com agulha
Acupuntura, eletroacupuntura, agulhamento seco e auriculoterapia, conforme o objetivo e a resposta.
Reavaliação por metas
Medimos sintoma e função em ciclos curtos; sem resposta adjuvante, suspendemos a técnica e reforçamos o tratamento de base com o especialista.
Acupuntura e eletroacupuntura
- O que é
- inserção de agulhas finas em acupontos por médico acupunturiatra; na eletroacupuntura, uma corrente elétrica de baixa intensidade conecta as agulhas.
- Mecanismo (calibrado)
- modulação segmentar no corno dorsal da medula (teoria da comporta), ativação de vias inibitórias descendentes (substância cinzenta periaquedutal e bulbo rostroventromedial) e liberação de opioides endógenos; baixas frequências tendem a recrutar mais o sistema opioide, e a estimulação atua ainda sobre o tônus autonômico. Na rinite, é esse efeito autonômico, sobre a inervação parassimpática nasal, que alivia a coriza e a congestão.
- Como ajuda
- na rinite, o ensaio ACUSAR (422 participantes) mostra menos sintomas e menos uso de medicação de resgate com a acupuntura; na cefaleia, na enxaqueca e na dor cervical associadas à congestão, o alívio é ainda mais consistente.
- O que esperar
- um ciclo costuma ter 6 a 10 sessões, 1 a 2 vezes por semana, com sensação de peso ou formigamento (deqi) durante a aplicação e reavaliação ao fim do ciclo.
- Indicações
- adjuvante na rinite em quem deseja; indicação consistente para a dor associada.
- Limitações e cuidados
- equimose ou desconforto local; cautela em uso de anticoagulantes.
Auriculoterapia
- O que é
- estímulo de pontos da orelha com sementes ou agulhas semipermanentes, que a pessoa pressiona ao longo do dia.
- Mecanismo (calibrado)
- neuromodulação reflexa de baixa intensidade e contínua, com participação proposta do ramo auricular do vago.
- Como ajuda
- na rinite, é a técnica mais procurada pela praticidade; ajuda a aliviar sintomas como adjuvante e é fácil de manter em casa entre as sessões.
- O que esperar
- as sementes ficam alguns dias, sem furar a pele; revezam-se as orelhas a cada visita.
- Limitações e cuidados
- retira-se diante de qualquer irritação local ou condrite; evitar sobre pele lesada.
O tratamento de base da rinite alérgica — corticoide nasal, anti-histamínico, antileucotrieno — é definido pelo alergista ou pelo otorrinolaringologista, e a acupuntura entra somada a ele.
Centro de Dor
Listado pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED)
Centro de Tratamento por Ondas de Choque
Listado pela Sociedade Médica Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque (SMBTOC)
Clínica listada
Listada pelo Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura (CMBA)
Perguntas frequentes
Acupuntura para rinite alérgica funciona mesmo?
Sim, como apoio para os sintomas. Estudos como o ensaio ACUSAR mostram alívio da congestão, da coriza, dos espirros e da coceira e melhora da qualidade de vida, com menor uso de medicação de resgate. A acupuntura ajuda parte das pessoas a se sentir melhor no dia a dia, mas não cura a rinite nem substitui o tratamento de base. O controle de fundo segue com o alergista ou o otorrinolaringologista, e a acupuntura soma a ele.
Quais são os pontos de acupuntura para rinite alérgica?
Os mais citados são Yingxiang (IG20), Yintang, Bitong, Hegu (IG4), Fengchi (VB20) e Zusanli (E36), em geral pontos sobre o território do trigêmeo e da inervação nasal, somados a pontos distais. São informativos: nenhum trata a alergia isoladamente, e a seleção real é individualizada por um médico acupunturista. Não é recomendado tentar auto-agulhamento em casa.
A auriculoterapia para rinite alérgica é melhor que a acupuntura?
As duas seguem a mesma lógica de alívio sintomático. A auriculoterapia é mais prática e pouco invasiva, e o paciente mantém o estímulo em casa entre as sessões. É uma boa opção adjuvante para quem prefere essa técnica, sempre somada ao corticoide nasal e ao controle ambiental.
Acupuntura serve para alergia e para sinusite também?
Para alergia em geral, vale o mesmo: a acupuntura entra como apoio no alívio dos sintomas. Sinusite aguda com dor facial intensa, febre e secreção purulenta exige avaliação médica, pode precisar de antibiótico e não deve ser conduzida só com acupuntura. A técnica ajuda bastante no componente de cefaleia e tensão, mas o quadro infeccioso ou alérgico de base é tratado pelo especialista.
Posso parar o corticoide nasal se fizer acupuntura?
Não por conta própria. O corticoide nasal é o tratamento de maior eficácia porque age sobre toda a inflamação, inclusive a obstrução. Qualquer redução ou troca deve ser decidida pelo médico que acompanha a alergia. A acupuntura, quando usada, soma-se a esse tratamento, não o substitui.
Quantas sessões de acupuntura são necessárias para a rinite?
Quando indicada como adjuvante, costuma-se propor um ciclo de 6 a 10 sessões, 1 a 2 vezes por semana, com reavaliação ao final. Se não houver benefício claro nesse período, o mais correto é suspender a acupuntura e concentrar esforços no tratamento de base, em vez de prolongar indefinidamente sem resposta.
Resumos em linguagem clara de estudos revisados pelo Dr. Marcus Yu Bin Pai.
Ver a biblioteca científica completaReferências4 fontes citadas neste artigoVerOcultar
- Brinkhaus B, et al. Acupuncture in patients with seasonal allergic rhinitis: a randomized trial (ACUSAR). Annals of Internal Medicine. 2013;158(4):225-234.
- Feng S, et al. Acupuncture for the treatment of allergic rhinitis: systematic review e meta-análise. (Revisão sistemática.)
- Bousquet J, et al. Allergic Rhinitis and its Impact on Asthma (ARIA): classificação e diretrizes de manejo. (Documento de consenso.)
- Conselho Federal de Medicina (CFM). Acupuntura é reconhecida como especialidade médica; a informação ao paciente deve ser honesta, sem prometer cura nem assegurar desfecho ao paciente.
Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui a avaliação médica individual. A rinite alérgica deve ser acompanhada por alergista ou otorrinolaringologista; a acupuntura, quando usada, é complementar e não cura a doença.

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Já tentei de tudo e nada adianta, começarei sessões de acupuntura espero muito resultados positivos, já não aguento mais isto estás crises são terríveis.