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Dor no pescoço: causas, tipos e quando se preocupar

A dor no pescoço de início súbito (agudo) é um tipo comum de dor. Na maioria dos casos, a dor não está relacionada a uma doença grave ou lesão do pescoço.

Entretanto, a causa exata para a dor nem sempre é clara, por isso é muitas vezes referida como cervicalgia inespecífica1.

Estudos mostram que duas entre três pessoas irão apresentar sintomas de dores cervicais em algum momento de nossas vidas2.

A maioria das dores cervicais ocorre devido a contraturas ou espasmos musculares, má postura, ou uso inadequado de tablets e smartphones. A recuperação completa, sem novos sintomas, ocorre na maioria dos casos (mais de 90%)3.

As recomendações médicas habituais sugerem a atividade física, evitando repouso excessivo, pois a inércia e sedentarismo podem intensificar as dores. Os analgésicos e relaxantes musculares são remédios úteis no alívio sintomático das dores na fase inicial.

A dor crônica é considerada quando esta persiste por mais de 3 meses. Apesar de lesão crônica no pescoço ser rara, é necessária uma avaliação realizada por médico especialista, o qual poderá diagnosticar e indicar o tratamento adequado.

O tratamento da dor crônica é diferente do tratamento da dor aguda, necessitando de intervenções multidisciplinares.

Quais são os sintomas da dor no pescoço (cervicalgia)?

Síndrome Dolorosa Miofascial Cervical - Dor no pescoco

A síndrome dolorosa miofascial (SDM) é uma das causas mais frequentes de dor musculoesquelética. Afeta músculos, fáscias e o tecido conectivo, com destaque para a região cervical.

A dor e limitação do movimento cervical são os principais sintomas.

Vamos entender as características desta dor. Ela começa no pescoço e se espalha por um ou ambos os ombros (às vezes descendo para o braço) ou subindo para a parte de trás de sua cabeça.  Seu pescoço e ombros podem apresentar-se endurecidos, com contraturas musculares e/ou rigidez.

Sensações de alfinetadas e agulhadas são comuns. Geralmente, não se trata de um sinal preocupante, mas estes sintomas devem ser avaliados, pois podem  sugerir que um nervo que emerge de sua coluna pode estar preso ou irritado (pinçamento nervoso).

A dor aguda geralmente melhora depois de alguns dias e desaparece em semanas. Em raros casos, pode evoluir para dor diária e contínua por mais de 3 meses, virando uma patologia conhecida como dor crônica.

Diferenças entre dor aguda no pescoço e dor crônica

A dor no pescoço pode ser caracterizada se é ou não em resposta a uma lesão, e se está correlacionada com quanto tempo a dor pode durar.

Normalmente, a dor no pescoço é caracterizada em uma das duas categorias seguintes::

  • Dor aguda – geralmente começa como uma resposta imediata a uma lesão aguda, como uma contratura, torcicolo ou lesão esportiva. Dura normalmente menos de 4 semanas.
  • Dor crônica – geralmente começa gradualmente e pode ou não ter uma causa subjacente identificável. A dor é geralmente considerada crônica uma vez que tenha durado pelo menos 3 meses.

 

É importante a diferenciação no diagnóstico, pois as causas e tratamentos são diferentes.

Dor aguda no pescoço (cervicalgia aguda)

Geralmente por torcicolo ou tensão muscular

A dor miofascial é comum e responsável pela maioria dos casos. Lesões na fáscia, ligamentos ou músculos podem ocorrer.

Início súbito

A dor aguda geralmente começa subitamente, após um pequeno traumatismo, ou ao arcordar.

Limitação de movimento

Pode ser acompanhado por rigidez que torna difícil rodar a cabeça e/ou olhar para cima ou para baixo.

Sinal protetor

A dor aguda no pescoço serve como um sinal protetor e como uma parte natural do processo inflamatório de cura. A dor fornece motivação para descansar e evitar mais danos enquanto o corpo está se curando.

Melhora em poucos dias

A maioria das pequenas lesões de ligamentos, tendões e músculos do pescoço geralmente cicatrizam com o tempo (em poucos dias ou semanas), porque estes tecidos moles têm um suprimento bom de sangue para trazer os nutrientes e proteínas necessários para a cura e recuperação.

Tratamento conservador

Tratamentos como gelo e/ou calor, medicamentos, terapia física, liberação miofascial, massagem, inativação de pontos gatilhos e acupuntura podem ajudar a aliviar as dores durante a recuperação.

Dor crônica no pescoço (cervicalgia crônica)

Secundária a uma outra doença

Pode estar relacionada com uma condição médica subjacente, tal como síndrome dolorosa miofascial, doença degenerativa do disco cervical ou osteoartrite cervical

Cronificação de uma dor aguda

Em alguns casos, a dor crônica é uma extensão da dor aguda que persiste muito tempo após a lesão inicial ter cicatrizado. A dor é real e precisa ser tratada.

Diversas características e padrões possíveis

A dor crônica pode ter uma ampla gama de características possíveis. Pode ser constante e recorrente, ou vir e ir intermitentemente e progredir gradualmente ao longo do tempo.

Diagnóstico difícil

O diagnóstico nem sempre é fácil. Nem sempre existe correlação entre achados em exames de imagens e os sintomas percebidos pela pessoa.

Dor e depressão

A dor crônica dificulta a participação nas atividades da vida cotidiana, tais como encontros sociais, trabalho produtivo ou estudo, e participação esportiva. Com o tempo, essas perdas podem levar a sentimentos de isolamento social e de qualidade de vida diminuída.

Quais são as causas de dor no pescoço?

Divisões e curvaturas da coluna vertebral

Divisões e curvaturas da coluna vertebral

 

A coluna vertebral é composta pela coluna cervical, torácica e lombar.

A cervical é responsável pelos movimentos do pescoço, permitindo a movimentação da cabeça em todas as direções, além disso, são as vértebras cervicais que dão suporte ao crânio e protegem os nervos vitais que conectam nosso cérebro com o resto do corpo4.

Os 7 ossos vertebrais da coluna cervical são conectados por discos esponjosos intervertebrais, que absorvem impactos e choques mínimos do dia a dia, e são suportados por uma rede de músculos e ligamentos.

A medula espinhal passa através de uma espécie de tubo formado pelos ossos.

Assim, danos ou deformação em qualquer uma destas estruturas ossos podem causar dor.

 

Alguns tipos comuns de dores cervicais

Tipos e causas de dores no pescoço incluem:

Dor cervical inespecífica

Este é o tipo mais comum, sendo também conhecida como cervicalgia simples ou mecânica5.

Muitas vezes a origem da dor ou causa exata não é conhecida, podendo incluir pequenas tensões e distensões de músculos ou ligamentos no pescoço.

A má postura também pode ser um fator contribuinte em alguns casos. Por exemplo, dor cervical é mais comum em pessoas que passam muito do seu dia de trabalho em uma mesa, com uma postura inadequada de flexão cervical.

 

 

Síndrome Dolorosa Miofascial

Síndrome Dolorosa Miofascial é causa comum de dor na região cervical, devido à sobrecargas ou desuso da musculatura cervical e ao redor do pescoço, como a cintura escapular6.

Nesta patologia, são formados bandas tensas musculares, aonde pontos gatilhos miofasciais (nós musculares) podem gerar dor ao toque, ou mesmo dor espontânea que pode até irradiar para os braços.

Casos mais raros, podem até resultar em dor irradiada para a cabeça, mimetizando uma cefaléia cervicogênica (cefaléia tensional).

 

 

Whiplash (efeito chicote)

efeito chicote pode gerar rigidez importante, principalmente quando decorre de um acidente envolvendo um veículo.

Pode causar dor crônica no pescoço dependendo do grau da lesão e impacto.

 

 

Torcicolo

É também conhecido como pescoço travado ou pescoço dolorido. Pode surgir subitamente, após uma noite mal dormida, pequenos traumatismos agudos, ou espasmos musculares.

O torcicolo é uma condição na qual a cabeça fica torta para um lado, e é muito doloroso mover a cabeça lateralmente. Muitas vezes não se sabe a causa do torcicolo primária aguda.

No entanto, pode ser devido a uma menor tensão, ou aumento da contratura, ou espasmo de um músculo ou ligamento na região cervical (como os t, esternocleidomastóide e os esplênios da cabeça e pescoço).

Alguns casos podem ser devido a determinados músculos do pescoço serem expostos ao frio por períodos excessivos, gerando um microespasmo muscular local.

É comum as pessoas irem para a cama se sentindo bem e acordarem na manhã seguinte com uma crise de torcicolo aguda.

A dor geralmente melhora, sem qualquer tratamento, após alguns dias. É importante procurar o médico em casos de limitações de movimento importantes, ou em casos que a dor persista por semanas.

 

 

Desgaste (doença degenerativa)

Desgaste dos discos entre as vértebras e os ossos da coluna vertebral é uma causa comum para dores cervicais persistentes ou recorrentes nas pessoas idosas. Isso é também conhecido como espondilose cervical.

No entanto, estudos de ressonância magnética mostram que a maioria das pessoas acima de 50 anos têm algum grau de degeneração (espondilose) sem necessariamente apresentarem dor.

 

 

Radiculopatia cervical

Quando a raiz de um nervo cervical é pressionada ou danificada7. Assim como a cervicalgia, existem sintomas específicos tais como perda de sensação (dormência), dor em padrão de alfinetada ou agulhada, dor em choque e fraqueza em partes de um braço (como dificuldade para levantar o braço, ou perda de agilidade e destreza nas mãos e dedos).

Esses outros sintomas podem inclusive serem as queixas principais em vez de dor.

As causas mais comuns de uma radiculopatia são espondilose cervical e um prolapso discal.

Um prolapso discal é às vezes chamado de uma hérnia de disco, o que acontece é que parte da área mais macia interna do disco projeta-se para fora (prolapsos) através da parte mais externa do disco, pressionando o nervo que passa fora da vértebra, resultando nos sintomas de parestesias e dor.

A maioria dos casos necessita de tratamento clínico, com recuperação completa em até poucas semanas. O tratamento conservador inclui medicamentos sintomáticos, fisioterapia e exercícios.

Hérnia de disco pode dar dor no pescoço? Vídeo explicativo

Vídeo explicativo sobre Hérnia de Disco

 

Diagnóstico de cervicalgia: quais exames preciso fazer

ressonancia magnetica cervical normal

Os exames são complementares, devendo ser solicitados em casos de dúvidas diagnósticas, sinais de bandeira vermelha, ou em caso de dor recorrente ou persistente.

Nestes casos, é importante a avaliação de um médico especializado em dor.

Raio-X

Pode ser útil na avaliação de alinhamento vertebral, para avaliação de osteófitos e lesões degenerativas como osteoartrose

Tomografia computadorizada

A tomografia combina diversas imagens radiográficas para produzir imagens de estruturas internas cervicais. Como faz uso de radiação ionizante (a mesma do raio-x, não é recomendada para gestantes. Avalia traumas, tumores e cistos cervicais.

Ressonância magnética

Exame não invasivo, que se utiliza do eletromagnetismo para obter imagens em alta definição de estruturas internas, gerando imagens tridimensionais. Pode ser utilizado para avaliação de estenoses, degeneração discal, hérnia de disco e outras causas de compressão como tumores. Utilizado em casos agudos ou dores crônicas

Eletroneuromiografia

Exame diagnóstico de transtornos neuromusculares, estudando o nervo, desde a saída da medula ou cérebro, e seu caminho até chegar nos músculos. Útil no diagnóstico diferencial de cervicobraquialgias, ou seja, em situações em que a dor cervical gera dor irradiada nos braços. Avalia neurônios sensitivos e motores

Exames laboratoriais

Podem ser solicitados para avaliação e excluir outras causas de dores recorrentes no pescoço, como doenças inflamatórias e doenças infecciosas.

Dor no pescoço – Quando eu deveria me preocupar?

As bandeiras vermelhas são alertas para uma avaliação mais detalhada. Portanto, é preciso ter atenção quando:

  • 01.Os sintomas envolvem dormência, fraqueza ou sensação de agulhadas e alfinetadas persistentes no braço;
  • 02.Há mal estar, perda de peso ou febre;
  • 03.Há piora da dor, ao invés de melhorar em alguns dias ou semanas;
  • 04.Os ossos do pescoço (em vez de músculos de cada lado) estão muito sensíveis;
  • 05.Há outros problemas médicos, como um histórico de um acidente recente, câncer ou artrite reumatoide.
  • 06.A dor surge após um trauma ou queda, com batida na cabeça
  • 07.Há perda de força ou coordenação nos braços ou pernas
2 e1599157393963

Como tratar a dor no pescoço

Consulte seu médico para que ele indique o melhor tratamento para sua dor.

A maioria das causas da dor no pescoço não são de risco de vida e resolver com o tempo e tratamento médico conservador8.

Determinar uma estratégia de tratamento depende principalmente da identificação da localização e da causa da dor.

Embora a dor no pescoço possa ser bastante debilitante e dolorosa, o tratamento clínico geralmente é suficiente e alivia os sintomas.

Mexa seu pescoço gentilmente em todas as direções

De poucas em poucas horas, tentando aumentar a variação de movimentos gradualmente.

Evite permanecer sentado por tempo prolongado,

Procure manter as atividades diárias normais conforme for possível

Medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios

Analgésicos como o paracetamol ou anti-inflamatórios analgésicos como o ibuprofeno (que também são disponíveis em formulação tópica) podem ajudar. Além disso, seu médico pode recomendar relaxantes musculares se houver frequentes espasmos musculares

Compressa quente (bolsa de água quente ou elétrica)

Feita sobre os músculos da região também pode ajudar no relaxamento da musculatura cervical, facilitando alongamentos e diminuindo a inflamação local. O movimento fica facilitado e o calor ajuda na analgesia local.

Reduza atividade física inicialmente

Reduzir as atividades físicas ou usar um colar cervical na fase aguda pode ajudar a fornecer apoio para a coluna vertebral, reduzir a mobilidade e diminuir a dor e irritação. O colar cervical não deve ser utilizado por longos períodos

Liberação miofascial e massagem

Em casos de torcicolo ou dor miofascial, técnicas de liberação miofascial e massagem aliviam a mobilizar o tecido conjuntivo e muscular local, diminuindo a banda tensa e dor local

Evitando a dor no pescoço: o que fazer e o que não fazer

Tensão cervical e angulos no disco

A flexão do pescoço durante o uso de celular e tablet pode afetar a coluna cervical e causar lesões no disco intervertebral cervical.

 

Você não pode sempre evitar a dor no pescoço, mas simples precauções no dia-a-dia podem reduzir o risco do sofrimento.

 

O que fazer:

  • Vire a cadeira diretamente para o computador e ajuste a sua cadeira para que a tela esteja ao nível dos olhos9;
  • Alongue-se regularmente, principalmete quando o posto de trabalho é apenas mesa e cadeira;
  • Ao dirigir longas distâncias, recomenda-se parar e alongar-se, diminuindo a tensão na cervical e músculos relacionados;
  • Mantenha sua cabeça para trás sobre sua coluna, em vez de debruçado para a frente;
  • Considere praticar Pilates, yoga ou a técnica Alexander (muitos conselhos têm listas de classes locais para todas as idades e habilidades!), estas modalidades promovem equilíbrio e melhora postural10

 

O que NÃO fazer:

  • Dormir de barriga para baixo. Se possível, durma de costas;
  • Usar travesseiro muito firme ou alto – Ele deverá apoiar a curva natural do seu pescoço ombros para cima;
  • Manusear dispositivos eletrónicos (telefone, tablets) com a cabeça para baixo. Utilize, portanto seu telefone sob o queixo levantando seus ombros para cima. A inclinação exagerada e sustentada, principalmente se houver desequilíbrio muscular (por sedentarismo) pode predispor a lesões cervicais11.

 


Atualizado em 26 de dezembro de 2020

Clinica Hong Jin Pai Sao Paulo e1621991307344

RUA SAINT HILAIRE 96 – JARDIM PAULISTA – SÃO PAULO – SP

Clínica de Dor, Fisiatria e Acupuntura Médica

Clínica médica especializada localizada na região dos Jardins, próximo à Av. Paulista, em São Paulo — SP.

Centro de Dor, com médicos especialistas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Tratamento por Ondas de Choque, Infiltrações, Bloqueios anestésicos e Acupuntura Médica

Referências Bibliográficas

  1. Hoy DG, Protani M, De R, Buchbinder R. The epidemiology of neck pain. Best Practice & Research Clinical Rheumatology. 2010 Dec 1;24(6):783-92. Disponível em: https://www.hong.com.br/wp-content/uploads/2020/12/hoy2010.pdf
  2. Guez M, Hildingsson C, Nilsson M, Toolanen G. The prevalence of neck pain. Acta Orthopaedica Scandinavica. 2002 Jan 1;73(4):455-9. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/pdf/10.1080/00016470216329
  3. Cohen SP. Epidemiology, diagnosis, and treatment of neck pain. InMayo Clinic Proceedings 2015 Feb 1 (Vol. 90, No. 2, pp. 284-299). Elsevier. Disponível em: https://www.mayoclinicproceedings.org/article/S0025-6196(14)00833-7/fulltext
  4. Janfaza P, editor. Surgical anatomy of the head and neck. Harvard University Press; 2011 Jun 15. Disponível em: https://books.google.com/books?hl=en&lr=&id=obQrAwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP8&dq=neck+anatomy&ots=SV2wDXwtD-&sig=oaZgKiMFn9SJRd5y3msGt0xHv9g
  5. Cohen SP, Hooten WM. Advances in the diagnosis and management of neck pain. Bmj. 2017 Aug 14;358:j3221. Disponível em: https://www.hong.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cohen2017.pdf
  6. Castaldo M, Ge HY, Chiarotto A, Villafane JH, Arendt-Nielsen L. Myofascial trigger points in patients with whiplash-associated disorders and mechanical neck pain. Pain Medicine. 2014 May 1;15(5):842-9. Disponível em: https://www.hong.com.br/wp-content/uploads/2020/12/castaldo2014.pdf
  7. Rao R. Neck pain, cervical radiculopathy, and cervical myelopathy: pathophysiology, natural history, and clinical evaluation. JBJS. 2002 Oct 1;84(10):1872-81. Disponível em: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.857.3736&rep=rep1&type=pdf
  8. Carragee EJ, Hurwitz EL, Cheng I, Carroll LJ, Nordin M, Guzman J, Peloso P, Holm LW, Côté P, Hogg-Johnson S, van der Velde G. Treatment of neck pain: injections and surgical interventions: results of the bone and joint decade 2000–2010 task force on neck pain and its associated disorders. Journal of manipulative and physiological therapeutics. 2009 Feb 1;32(2):S176-93. Disponível em: https://www.academia.edu/download/46458706/Treatment_of_Neck_Pain20160613-23446-1ntnwow.pdf
  9. Falla D, Jull G, Russell T, Vicenzino B, Hodges P. Effect of neck exercise on sitting posture in patients with chronic neck pain. Physical therapy. 2007 Apr 1;87(4):408-17. Disponível em: https://academic.oup.com/ptj/article/87/4/408/2742122
  10. Michalsen A, Traitteur H, Lüdtke R, Brunnhuber S, Meier L, Jeitler M, Büssing A, Kessler C. Yoga for chronic neck pain: a pilot randomized controlled clinical trial. The Journal of Pain. 2012 Nov 1;13(11):1122-30. Disponível em: http://www.robindimatteo.com/uploads/3/8/3/4/38344023/yoga_chronic_neck_pain.pdf
  11. Kim MS. Influence of neck pain on cervical movement in the sagittal plane during smartphone use. Journal of physical therapy science. 2015;27(1):15-7. Disponível em: https://www.jstage.jst.go.jp/article/jpts/27/1/27_jpts-2014-305/_pdf

Dr. Marcus Yu Bin Pai

CRM-SP: 158074 / RQE: 65523 - 65524 | Médico especialista em Fisiatria e Acupuntura. Área de Atuação em Dor pela AMB. Doutorando em Ciências pela USP. Pesquisador e Colaborador do Grupo de Dor do Departamento de Neurologia do HC-FMUSP. Diretor de Marketing do Colégio Médico de Acupuntura do Estado de São Paulo (CMAeSP). Integrante da Câmara Técnica de Acupuntura do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP). Secretário do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED). Presidente do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira de Regeneração Tecidual (SBRET). Professor convidado do Curso de Pós-Graduação em Dor da Universidade de São Paulo (USP). Membro do Conselho Revisor - Medicina Física e Reabilitação da Journal of the Brazilian Medical Association (AMB).  

45 Comentários

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  • A dor na minha cervical queima como brasa e não passa com nada ja faz uma semana assim e não sei oq fazer mal durmo e me da ancia de vomito

  • Olá queria uma resposta dói me a nunca um pouco e tá um pouco alto atras da cabeça na nuca, e não tenho força nos braços e da dormeçia às vezes é da dor nas mãos e branços,será algum grave

  • Eu sinto essa dor no pescoço que sobe pra nuca, a mais ou menos 4 anos, teve um tempo que melhorou… Fiquei quase 1 ano sem sentir e foi voltando… Não entendo está dor, fui a um psiquiatra neste tempo todo no qual ele me diagnosticou com depressão, mas não sinto que eu tenha, a dor melhorou quando larguei o tratamento… E ultimamente tem voltado e voltei a tomar o antdepressivo e a dor voltou mais forte, isso é muito estranho, pois já fiz fisioterapia antigamente e ressonância que não mostrou nada.. que loucura!

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