CENTRO DE TRATAMENTO DE DOR: Dor, Acupuntura Médica, Ondas de Choque, Fisiatria e Fisioterapia.

Síndrome Dolorosa Miofascial

A síndrome dolorosa miofascial é uma condição de dor crônica que afeta o sistema musculoesquelético. A pressão em pontos sensíveis dos músculos (pontos-gatilho) causa dor no músculo e, às vezes, em partes aparentemente não relacionadas do corpo. Isso é chamado de dor referida. A dor geralmente se resolve por conta própria depois de poucos dias ou semanas.

 

No entanto, para algumas pessoas, a dor muscular persiste. Em pessoas com síndrome dolorosa miofascial, os pontos sensíveis são conhecidos como pontos-gatilho1.

Essas áreas se desenvolvem nas faixas tensas dos músculos (a fáscia), resultando em contratura persistente, diminuição da amplitude de movimento do músculo, podendo evoluir para dor crônica (dor diária, durante meses).

Quando a pressão é aplicada a esses pontos-gatilho, há dor (denominada dor referida) em uma parte diferente do corpo2.

O que é a Síndrome Dolorosa Miofascial?

É uma doença que provoca dor no tecido que envolve os órgãos do corpo, neste caso, os músculos.

A Síndrome Dolorosa Miofascial (ou Dor Miofascial) uma das causas mais comuns de dor músculo-esquelética e consiste em uma disfunção neuromuscular local que se caracteriza por áreas sensíveis em bandas musculares tensas (contraturadas) que geram dor em regiões afastadas ou vizinhas3.

Se pegarmos palavra por palavra, os termos síndrome dolorosa miofascial ficarão assim: síndrome – sinais e sintomas de uma doença; dolorosa – que provoca dor; miofascialmio: músculo e fáscia: tecido que envolve os órgãos do corpo. Portanto, é uma doença que provoca dor no tecido que envolve os órgãos do corpo, neste caso, os músculos.

Melhorando esta definição, a síndrome dolorosa miofascial é um conjunto de sinais e sintomas que geram dor localizada, além de sensibilidade muscular e redução da amplitude dos movimentos. Ela ocorre mais frequentemente nos braços, cabeça, pescoço, pernas, glúteos, ombros e região lombar, podendo acometer qualquer grupo muscular.

Esta síndrome provoca bastante dor, porém não apresenta risco de vida ao portador. Apesar disto, compromete sua qualidade de vida, especialmente no que se refere ao convívio com outros indivíduos. A dor geralmente é maior nos períodos de estresse e durante atividades físicas4.

Ela pode ocorrer em ambos os sexos, com maior incidência nas pessoas acima dos trinta anos de idade, especialmente nos atletas. São percebidos pontos de gatilho, que são pontos bem delimitados, onde se percebe um nódulo ou uma contração muscular. Quando esta região é estimulada há grande dor, porém não no mesmo local do ponto de gatilho (ela irradia para outra área do corpo).

Os sintomas da síndrome dolorosa miofascial são dores em determinadas regiões do organismo, nos músculos ou nas articulações. Ela pode aparecer tanto em repouso quanto durante atividades físicas, porém acontece com maior frequência neste último caso, quando há esforço físico.

 

image3 1

Causas, sintomas e tratamento da Síndrome Dolorosa Miofascial, diagnóstico comum de dores musculo-esqueléticas

As causas desta síndrome são associadas a doenças psicológicas, como ansiedade e depressão, mas também a diabetes, problemas na tireoide, anemia e problemas reumáticos.

Esta é a doença dolorosa mais frequente na prática clínica, sendo a causa mais comum de dor nos músculos de forma crônica e localizada.

Podem também ter relação com atividades físicas, quando há estresse muscular (movimentos repetitivos, mau condicionamento físico, postura inadequada, trauma ou distensão muscular e até roupas apertadas).

Esta é a doença dolorosa mais frequente na prática clínica, sendo a causa mais comum de dor nos músculos de forma crônica e localizada. A frequência é tanta que, nas clínicas especializadas em dor crônica, está presente em 85% dos casos. Nos distúrbios do pescoço e cabeça é a síndrome que origina mais de 55% dos pacientes.

Comumente confundida com fibromialgia, a síndrome dolorosa miofascial muitas vezes não é identificada pelos médicos, o que dificulta seu tratamento.

A síndrome acomete músculos, fáscias, ligamentos, tecidos pericapsulares, tendões e bursas.

Também pode ser decorrente de processos degenerativos, metabólicos, inflamatórios, infecciosos, neoplásicos, macro ou micro traumatismos de inúmeras estruturas, principalmente nas regiões cervical, cintura escapular e lombar.

Caracteriza-se pela ocorrência de dor muscular em regiões endurecidas, onde estão presentes bandas de tensão palpáveis e pontos extremamente dolorosos, os pontos gatilhos.

Como é feito o diagnóstico da dor miofascial?

Trigger Point ou Ponto Gatilho

O diagnóstico desta síndrome é feito pelo médico especialista reabilitação e dor (o médico fisiatra). O diagnóstico é clínico, por meio da palpação de bandas musculares tensas nos músculos afetados. O médico pode solicitar exames de raios-x e de sangue, visando afastar outros diagnósticos diferenciais. Não há necessidade de exames adicionais, já que não existem testes mais específicos.

Quando o paciente procurar um médico para falar sobre sua dor, é importante informar ao profissional de saúde o seu histórico de doenças (pessoal e familiar), tanto psicológico quanto físico. Será feito um exame do aparelho locomotor, onde haverá palpação dos músculos para perceber os pontos de gatilho.

Porém, também serão palpadas as articulações do paciente, incluindo a cabeça e a arcada dentária. Tudo isto faz parte do diagnóstico clínico desta síndrome.

Se feito de maneira eficaz, este processo pode diagnosticar a síndrome dolorosa miofascial através dos pontos de gatilho. Se pressionados com força normal, estes pontos geram dor local ou em outras partes do corpo do paciente. Além disso, a pressão pode gerar formigamento nas mãos, queimação e ardência.

Não necessariamente o paciente sentirá dor diretamente no ponto de gatilho. Por exemplo, ao ser pressionado um ponto na região do pescoço, a dor pode ser sentida atrás dos olhos. É importante o médico estar ciente destas informações, para não errar no diagnóstico e indicar o tratamento incorreto, que prejudicará o paciente e poderá agravar o seu estado.

O paciente também deve informar o médico de outras dores localizadas, como dores no ombro, que podem ser pela tendinopatia do manguito rotador, ou em região lombar, que pode ter uma hérnia de disco associada.

Os sintomas da síndrome dolorosa miofascial podem incluir:

Dor referida Cervicalgia e cefaleia tensional dor miofascial

Os sintomas de dor miofascial geralmente envolvem dores musculares com pontos “gatilho” ou “sensíveis” específicos.

A dor pode piorar com atividade ou estresse.

Além da dor local ou regional associada à síndrome dolorosa miofascial, as pessoas com o distúrbio também podem sofrer de depressão, fadiga e distúrbios comportamentais.

Outros sintomas incluem:

Dor regional
Dor ou alteração sensorial na distribuição de dor referida
Banda muscular tensa palpável
Ponto dolorido na banda muscular
Restrição de alguns graus de amplitude de movimento.
Queixa de dor ou reprodução da dor ao pressionar o ponto gatilho ou banda tensa muscular
Contração durante inserção de agulha ou palpação transversal do ponto na banda (Twitch response)
Melhora da dor quando o músculo em questão é estirado ou alongado

Fatores de risco para ter dor miofascial

A síndrome de dor miofascial é causada por um estímulo, como rigidez muscular, que desencadeia os pontos-gatilho em seus músculos. Fatores que podem aumentar o risco de pontos de gatilho muscular incluem:

Lesão muscular

Uma lesão muscular aguda ou estresse muscular contínuo pode levar ao desenvolvimento de pontos-gatilho. Por exemplo, um ponto dentro ou próximo de um músculo tenso pode se tornar um ponto de gatilho. Movimentos repetitivos e má postura também podem aumentar seu risco.

Estresse e ansiedade

Pessoas que freqüentemente experimentam estresse e ansiedade podem ter mais chances de desenvolver pontos-gatilho em seus músculos. Uma teoria sustenta que essas pessoas podem ser mais propensas a contrair os músculos, uma forma de tensão repetida que deixa os músculos suscetíveis a disparar e gerar pontos gatilhos miofasciais.

O tratamento da dor miofascial e pontos gatilho

sindrome dolorosa miofascial
O tratamento consiste na identificação da causa e sua correção.

O tratamento da síndrome miofascial visa eliminar ou minimizar a dor gerada pelo ponto gatilho.

A associação de tratamentos5 como liberação miofascial, infiltração de pontos gatilhos, acupuntura, exercícios de alongamento, uso de medicamentos como analgésicos e relaxantes musculares, e tratamento da etiologia quando possível e observação do paciente em seu ambiente social.

Uma prática muito usada é a injeção no ponto gatilhop6, que tem como objetivo eliminar os mesmos e, consequentemente, as bandas musculares tensas, reduzindo ou minimizando a dor, aumentando a amplitude de movimento, impossibilitando que estes nódulos se tornem fibróticos e resistentes ao tratamento ou fazendo com que as recidivas sejam frequentes.

A infiltração no ponto gatilho pode ser realizada principalmente por meio de duas técnicas7: agulhamento a seco ou infiltração com anestésico local, como a mepivacaína e lidocaína. O procedimento auxilia no diagnóstico da síndrome também, com estímulo de resposta contrátil local e diminuição da dor por efeito mecânico.

 

Tratamento envolve a correção do estiramento muscular

Aprofundando um pouco mais, o tratamento da doença é feito com a correção das causas, podendo ou não ser medicamentosa e reabilitação8.

Se o problema for postural, é importante corrigir a postura do paciente e sua movimentação no dia a dia, para que a causa seja resolvida. Portanto, o portador desta síndrome precisa se conscientizar que deve colaborar com o tratamento. Esta colaboração é essencial, pois grande parte do tratamento é feito pela correção da causa e só quem poderá resolver isto é o paciente.

Assim, é preciso melhorar a ergonomia dos ambientes de trabalho e pessoais do portador da síndrome. Eles deverão ser analisados e corrigidos, assim como a postura do paciente e seus hábitos cotidianos (comer, dormir, trabalhar, participar de atividades de lazer, etc.).

É importante afastar outras causas de perpetuação da dor, como a síndrome da hipermobilidade articular.

Algumas recomendações no tratamento

Existem várias possibilidades de tratamento para a dor resultante da síndrome9:

Conscientização da necessidade de melhoria no estilo de vida

Incluir ou aumentar a atividade física, combatendo o sedentarismo (com o auxílio de um profissional de saúde); abolição do hábito de fumar; moderação no consumo de bebidas alcoólicas e à base de cafeína. Se o paciente não colaborar, a dor poderá ser agravada.

Uso de técnicas de relaxamento

Ioga, meditação, etc. Elas serão eficazes para aliviar o estresse emocional.

Correção postural

A dor miofascial pode ser tratada aplicando-se as técnicas de correção da postura, desta forma aliviando o estresse e a tensão nos músculos.

Inativação de pontos gatilhos

O tratamento local pode ser realizado com procedimentos minimamente invasivos, tais como dry needling (agulhamento seco), acupuntura, infiltração de pontos gatilhos com anestésicos locais.

Tratamento por Ondas de Choque

Tratamento baseado na emissão de ondas acústicas de alta energia, com efeito na microcirculação local muscular, e efeito analgésico, anti-inflamatório e relaxante muscular. Evidências recentes apontam para sua eficácia como tratamento complementar de dor miofascial crônica, além de seu efeito articular e em tendinopatias.

Toxina Botulínica tipo A

O tratamento com injeção de baixas doses de toxina botulínica tipo A (uma neurotoxina) pode ser realizado, pelo seu efeito anti-nociceptivo local e por diminuir o espasmo muscular. Geralmente indicado para casos refratários, com efeito na diminuição da produção de substância P e glutamato.

Tratamento medicamentoso com analgésicos

O uso de analgésicos objetiva aliviar a tensão nos pontos de gatilho. Além disso, antiinflamatórios, relaxantes musculares e antidepressivos também podem ser indicados, dependendo do caso. OEles aliviarão a dor e melhorarão a qualidade de vida do paciente.

Tratamento medicamentoso com anticonvulsivantes

Medicamentos anticonvulsivantes podem ser utilizados pela sua propriedade analgésica, e ansiedade, reduzindo a liberácão de diversos neurotransmissores, como noradrenalina, glutamato e substância P.

Tratamento medicamentoso com antidepressivos

Medicamentos antidepressivos são indicados em doses mais baixas, pois tem efeito neuromodulatório e no processamento de dor no sistema nervoso central. São indicados para dor crônica, com efeito em vias serotoninérgicas e noradrenérgicas

Tratamento medicamentoso tópico

Recentemente, surgiram adesivos (patches) de medicamentos anestésicos e anti-inflamatórios. Podem ser utilizados na fase aguda. O anestésico altera a transmissão de impulsos dolorosos dos nervos, podendo aumentar o limiar e dor e melhorar a funcionalidade muscular. Por serem de uso local e tópico, apresentam menos efeitos adversos que medicamentos por via oral.

Fisioterapia motora

A fisioterapia motora (cinesioterapia) é essencial no protocolo de tratamento miofascial crônico. O fisioterapeuta irá tratar a musculatura por corrigir os fatores perpetuantes, e realizar um trabalho de alongamento e fortalecimento muscular, além de uso de meios físicos (como ultrassom e TENS) no alívio da dor.

Liberação miofascial

A terapia manual, associada a alongamentos e liberação miofascial é comumente utilizada para melhora da banda tensa muscular. Tem importante função na complementação do tratamento.

Estimulação elétrica transcutânea (TENS)

A aplicação de uma pequena corrente elétrica nos pontos de gatilho alivia a dor e a tensão.

Apoio psicológico

Os pacientes que fazem tratamento especializado com um psicólogo têm mostrado resultados bastante positivos.

Apoio odontológico

Nos casos onde há bruxismo, a utilização de uma placa entre os dentes pode aliviar os sintomas de dor na articulação entre as têmporas e a mandíbula.

Repouso (relativo)

O repouso deverá ser feito até a melhora da dor em casos agudos. Portanto, atividades que sobrecarreguem o músculo dolorido precisam ser evitadas neste período. Não é necessário imobilizar a área, porém devem ser feitas sessões de fisioterapia e reabilitação.

Infiltração de Ponto Gatilho e seus efeitos locais.

Infiltracoes de pontos gatilhos

Diferença entre fibromialgia e síndrome dolorosa miofascial

Conforme citado anteriormente, estas duas doenças podem ser confundidas frequentemente. A causa da confusão são as manifestações clínicas (sinais e sintomas) semelhantes.

Ambas as doenças se manifestam através da dor, porém no caso da fibromialgia, ela ocorre em vários locais do corpo e de forma generalizada. Na dor miofascial, a dor tende a ser mais regionalizada, menos migratória, com formação de bandas tensas musculares palpáveis e com reprodução da dor, com a formação de pontos de gatilho.

A tabela abaixo explicará melhor as diferenças:

Fibromialgia

Dor difusa (migratória) e que se espalha

Cansaço (fadiga) desproporcional e contínua

Pontos dolorosos sensíveis

Alterações de sensibilidade na pele

Pontos gatilhos ausentes

Prognóstico de evolução crônica

Síndrome Dolorosa Miofascial

Dor local (regional), com irradiação específica

Cansaço não é comum

Pontos dolorosos ausentes

Sem alterações de sensibilidade na pele

Pontos gatilhos presentes

Melhor prognóstico

É comum o paciente procurar diversos médicos para resolver o seu problema e, em alguns casos, sair de suas clínicas sem resposta.

Controle da dor miofascial

 É imprescindível achar solução para esta enfermidade, para melhorar sua qualidade de vida. O indivíduo precisa tratar a síndrome porque o quadro pode agravar-se, inclusive desenvolvendo crises de depressão.

Se isto acontecer, além de toda a dor decorrente da doença, a pessoa terá tristeza profunda, falta de ânimo, isolamento social e baixa estima, agravando o seu quadro clínico já preocupante.

É importante procurar um médico especialista em dor, como o médico fisiatra (Medicina Física e Reabilitação), especialista médico fundamental no tratamento da enfermidade.

O médico fisiatra tem bastante conhecimento e experiência nas dores musculares e esqueléticas, devido a sua formação curricular.

O médico poderá indicar o tratamento farmacológico ou não farmacológico, com auxílio de outros procedimentos para o controle da sua dor, como terapia por ondas de choque e infiltrações articulares ou periarticulares10.

 

Quando procurar um médico?

lower back pain

Marque uma consulta com seu médico se sentir dores musculares que não passam.

Quase todas as pessoas sentem dores musculares de vez em quando.

Mas se a dor muscular persistir apesar do repouso, uso de medicamentos analgésicos e outras medidas (como massagem e bolsa de água quente), procure uma avaliação especializada.

Diagnóstico e tratamento especializado da miofascial

A dor miofascial pode ser uma condição desafiadora para se conviver. A chave para gerenciar sua dor será um tratamento abrangente.

Não existe um tratamento único que funcione melhor para todos, por isso não desanime se um tratamento não funcionar. Mas com alguma forma de tratamento e escolhas de estilo de vida saudável, a dor dos pontos gatilhos e miofascial pode ser tratada com sucesso.

Este texto teve como objetivo informá-lo sobre o significado, os sinais e sintomas apresentados, o diagnóstico e o tratamento da síndrome dolorosa miofascial.

Serve apenas como forma de conhecimento da doença, jamais podendo ser utilizado como substituição de consulta com profissional de saúde especializado.

Só ele é quem poderá diagnosticar corretamente a doença, bem como recomendar o tratamento indicado para cada caso.

Agendamento de Consulta Clinica de Dor

Atualizado em 21/12/2020

Referências Bibliográficas

  1. Lavelle ED, Lavelle W, Smith HS. Myofascial trigger points. Anesthesiology clinics. 2007 Dec 1;25(4):841-51. Acesso em: https://www.mcgill.ca/anesthesia/files/anesthesia/wk_3c_myofascial_trigger_points.pdf
  2. Bron C, Dommerholt JD. Etiology of myofascial trigger points. Current pain and headache reports. 2012 Oct 1;16(5):439-44. Acesso em: https://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s11916-012-0289-4.pdf
  3. Gerwin RD. Myofascial trigger point pain syndromes. InSeminars in neurology 2016 Oct (Vol. 36, No. 05, pp. 469-473). Thieme Medical Publishers. Acesso em: https://www.thieme-connect.com/products/ejournals/abstract/10.1055/s-0036-1586262
  4. Skootsky SA, Jaeger B, Oye RK. Prevalence of myofascial pain in general internal medicine practice. Western Journal of Medicine. 1989 Aug;151(2):157. Acesso em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1026905/pdf/westjmed00120-0043.pdf
  5. Saxena A, Chansoria M, Tomar G, Kumar A. Myofascial pain syndrome: an overview. Journal of pain & palliative care pharmacotherapy. 2015 Jan 2;29(1):16-21. Acesso em: https://www.researchgate.net/profile/Gaurav_Tomar6/publication/270652713_Myofascial_Pain_Syndrome_An_Overview/links/55f054d908aedecb68ffa5fa/Myofascial-Pain-Syndrome-An-Overview.pdf
  6. Ay S, Evcik D, Tur BS. Comparison of injection methods in myofascial pain syndrome: a randomized controlled trial. Clinical rheumatology. 2010 Jan 1;29(1):19. Acesso em: http://www.academia.edu/download/54327379/ay2009_Dry_msm_resultado_que_injecao.pdf
  7. Lavelle ED, Lavelle W, Smith HS. Myofascial trigger points. Anesthesiology clinics. 2007 Dec 1;25(4):841-51. Acesso em: https://www.mcgill.ca/anesthesia/files/anesthesia/wk_3c_myofascial_trigger_points.pdf
  8. Srbely JZ. New trends in the treatment and management of myofascial pain syndrome. Current Pain and Headache Reports. 2010 Oct 1;14(5):346-52. Acesso em: https://www.researchgate.net/profile/John_Srbely/publication/45098397_New_Trends_in_the_Treatment_and_Management_of_Myofascial_Pain_Syndrome/links/571908c508aed8a339e6fc00.pdf
  9. Borg-Stein J, Simons DG. Myofascial pain. Archives of physical medicine and rehabilitation. 2002 Mar 1;83:S40-7. Acesso em: https://www.archives-pmr.org/article/S0003-9993(02)80011-9/pdf
  10. Desai MJ, Saini V, Saini S. Myofascial pain syndrome: a treatment review. Pain and therapy. 2013 Jun 1;2(1):21-36. Acesso em: https://link.springer.com/article/10.1007/s40122-013-0006-y

Dr. Marcus Yu Bin Pai

CRM-SP: 158074 / RQE: 65523 - 65524 | Médico especialista em Fisiatria e Acupuntura. Área de Atuação em Dor pela AMB. Doutorando em Ciências pela USP. Pesquisador e Colaborador do Grupo de Dor do Departamento de Neurologia do HC-FMUSP. Diretor de Marketing do Colégio Médico de Acupuntura do Estado de São Paulo (CMAeSP). Integrante da Câmara Técnica de Acupuntura do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP). Secretário do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED). Presidente do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira de Regeneração Tecidual (SBRET). Professor convidado do Curso de Pós-Graduação em Dor da Universidade de São Paulo (USP). Membro do Conselho Revisor - Medicina Física e Reabilitação da Journal of the Brazilian Medical Association (AMB).  

11 Comentários

Deixe o seu comentário.
  • Olá
    Minha mãe foi diagnosticada com dor miofacial. Os pontos de dor são acima do olho e próximo a boca. Ela fez um tratamento medicamentoso e fisioterapia, porém só alivia um pouco, agora esta em uma crise pior com dores e um pouco de inchaço. A acupuntura apresenta maiores resultados? E infiltração? Tenho interesse em mais informações! Grata!

Deixe o seu comentário

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Artigos relacionados

Send this to a friend