Dor no pterigóideo lateral: pontos-gatilho, ATM e a dor na face que imita sinusite
Pontos-gatilho no pterigóideo lateral doem na frente da orelha e na bochecha, abrem e desviam a mandíbula, estalam a ATM e referem dor que imita sinusite e dor de dente.
- O pterigóideo lateral é um músculo profundo da mastigação, escondido atrás da bochecha: ele abre a boca, projeta a mandíbula para a frente e faz o movimento de lado a lado. É o músculo mais ligado à articulação temporomandibular (ATM), porque uma de suas porções se prende ao disco da articulação.
- Quando sobrecarregado — por apertar e ranger os dentes (bruxismo), morder de um lado só, estresse e má postura cervical —, desenvolve pontos-gatilho que doem na frente da orelha e na bochecha e referem dor para a região do seio maxilar e da ATM, sendo uma causa frequente de “dor de sinusite” que o exame de seios mostra normal, de dor de dente sem cárie e de estalo ao abrir a boca.
- O tratamento é não-cirúrgico e multimodal: reeducação da mandíbula e controle do bruxismo, agulhamento seco, infiltração de ponto-gatilho, toxina botulínica nos casos refratários, acupuntura e placa oclusal feita pelo dentista. A maioria melhora sem cirurgia da ATM.
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Dor tem Tratamento. Foco em tratamentos não cirúrgicos para dor, reabilitação.
Onde nasce a dor: o pterigóideo lateral e a ATM
O pterigóideo lateral é um dos quatro músculos da mastigação, mas o mais íntimo da articulação temporomandibular. Tem duas cabeças que partem do osso esfenoide e se inserem no colo do côndilo da mandíbula e, de forma decisiva, no disco articular da ATM. É por essa inserção no disco que ele controla — e, quando disfuncional, desorganiza — a mecânica da articulação que abre e fecha a boca.
Sua função é abrir a boca, projetar a mandíbula para a frente (protrusão) e movê-la para o lado oposto (excursão lateral, o gesto de mastigar). Trabalha em quase todo movimento da mandíbula e é muito recrutado em quem aperta ou range os dentes, mastiga de um lado só, mantém a boca em tensão sob estresse ou tem a cabeça projetada à frente (postura cervical anteriorizada). É essa sobrecarga repetida que dispara o ponto-gatilho.
Quando trabalha além da tolerância, o pterigóideo lateral forma pontos-gatilho miofasciais que produzem dor local profunda e dor referida característica: para a região da bochecha e do seio maxilar (motivo de tanta “sinusite” que não é) e para a própria ATM, na frente da orelha. Como sua porção superior puxa o disco, o ponto-gatilho participa dos estalos, do travamento e do desvio da mandíbula ao abrir a boca — o quadro que a odontologia chama de disfunção temporomandibular (DTM).
Dor muscular não é dano estrutural. Uma ATM que estala e dói por sobrecarga do pterigóideo responde bem ao tratamento conservador quando o bruxismo e os hábitos que a alimentam são abordados junto. A pergunta clínica que organiza tudo é se a palpação do músculo e os movimentos resistidos da mandíbula reproduzem a dor habitual do paciente, sem sinais de doença articular destrutiva nem de causa neurológica.
Como reconhecer a dor e quais são os fatores de risco
A dor miofascial do pterigóideo lateral costuma ser uma dor profunda na frente da orelha e na bochecha, que piora ao abrir bem a boca, mastigar alimentos duros, bocejar e apertar os dentes. Muitas pessoas relatam estalo ou travamento da ATM, sensação de a mordida “não encaixar”, dor que sobe para a têmpora e a queixa de “sinusite” que os exames não confirmam. Ao acordar, a mandíbula amanhece cansada e dolorida em quem range os dentes à noite. À palpação (intra ou extraoral), o músculo está sensível e a pressão reproduz a queixa.
Frente da orelha, bochecha e ATM
Dor profunda que piora ao abrir a boca, mastigar e bocejar; estalo, travamento e desvio da mandíbula; “dor de sinusite” sem sinusite e dor de dente sem cárie. Pode subir para a têmpora.
Bruxismo, estresse e parafunção
Apertar e ranger os dentes (bruxismo), mastigar de um lado só ou alimentos muito duros, roer unhas, mascar chiclete em excesso, estresse e ansiedade, e postura cervical anteriorizada (cabeça à frente).
O traço mais confundente é a dor referida que imita outras estruturas: parece sinusite (mas os seios estão normais), dor de dente (mas não há cárie nem lesão), ou dor de ouvido (mas o exame otológico é normal). Por isso o exame não se limita à mandíbula: avalia a abertura da boca em milímetros e o desvio, palpa o pterigóideo lateral, o masseter e o temporal, e considera a coluna cervical, que com frequência alimenta o quadro.
O que diferencia de sinusite, dor de dente e doença da ATM
Dor na face e na frente da orelha tem vários donos, e eles coexistem com frequência. A distinção que mais muda a conduta é entre dor miofascial (reproduzida à palpação do músculo, com a ATM mecanicamente irritada) e as causas que pedem outro especialista: sinusite (otorrino), dor odontogênica (dentista), doença articular destrutiva da ATM e neuralgia do trigêmeo (neuro). A tabela reúne as pistas que mais ajudam.
| Quadro | Como costuma doer | Pista que diferencia |
|---|---|---|
| Pontos-gatilho do pterigóideo lateral (DTM muscular) | Dor na frente da orelha e bochecha, pior ao abrir e mastigar; estalo | Palpação do músculo reproduz a dor; abertura limitada/desvio; sem sinais de sinusite, cárie ou doença neurológica |
| Sinusite maxilar | Pressão e dor na bochecha, congestão, secreção | Obstrução nasal, secreção, piora ao inclinar a cabeça; alteração nos exames de seio (otorrino) |
| Dor odontogênica (dente) | Dor localizada num dente, pior ao mastigar ou ao frio/quente | Dente sensível à percussão; cárie, fratura ou lesão no exame odontológico |
| Disco/artrose da ATM | Estalo, travamento, dor na própria articulação | Ruído e bloqueio articular; alterações de disco/côndilo em imagem da ATM |
| Neuralgia do trigêmeo | Dor em choque, breve, disparada por toque, fala ou mastigação | Dor paroxística, em fisgada elétrica, num território do trigêmeo; não é a dor muscular surda e contínua |
“Sinto pressão e dor na bochecha que volta sempre, então é sinusite crônica e preciso de antibiótico.”
Boa parte da “dor de sinusite” recorrente com exames normais é dor referida de ponto-gatilho do pterigóideo lateral. Ela não melhora com antibiótico e responde ao tratamento da musculatura e do bruxismo. A pista é o exame: palpar o músculo reproduz a dor, e os seios estão livres.
O padrão típico chega depois de várias rodadas de antibiótico para “sinusite” e de uma ida ao dentista por “dor de dente” sem achado. Ao examinar, os seios e os dentes estão normais, mas a abertura da boca desvia para um lado e a palpação do pterigóideo lateral acende exatamente a dor da bochecha e da frente da orelha. Quase sempre há bruxismo — a pessoa acorda com a mandíbula cansada — e uma fase de estresse por trás. Tratar o músculo, controlar o apertamento e, quando indicado, usar uma placa do dentista muda o quadro.
Como se faz o diagnóstico: exame e quando pedir imagem
O diagnóstico é clínico. O exame mede a abertura máxima da boca (normal em torno de 40 mm) e observa o desvio da mandíbula ao abrir. Depois, ausculta/sente os estalos da ATM e palpa os músculos da mastigação — pterigóideo lateral (por acesso intraoral, atrás do último molar superior, e extraoral), masseter e temporal — procurando a banda tensa, o ponto doloroso e a reprodução da dor habitual. Avaliamos também os movimentos resistidos (protrusão e lateralidade) e a coluna cervical, que com frequência alimenta a DTM.
A imagem tem papel coadjuvante: a tomografia ou a ressonância da ATM servem para investigar deslocamento de disco, artrose ou outras doenças articulares quando há suspeita, mas não enxergam o ponto-gatilho, que é um fenômeno funcional do músculo. Sinais de sinusite ou de patologia dentária são afastados pelo otorrino e pelo dentista. A maioria das DTMs é de origem muscular e não exige imagem para começar o tratamento.
- Minha dor fica na frente da orelha e na bochecha, e piora ao abrir a boca, mastigar ou bocejar.
- Minha ATM estala, trava ou desvia ao abrir; a mordida parece não encaixar.
- Já tratei “sinusite” ou “dor de dente” várias vezes, mas os exames vieram normais.
- Acordo com a mandíbula cansada ou aperto/range os dentes, sobretudo em fases de estresse.
Identificar-se com vários itens sugere um componente miofascial relevante.
Tratamento: do controle do bruxismo ao agulhamento seco
O tratamento da dor miofascial do pterigóideo lateral é não-cirúrgico, multimodal e individualizado, e costuma ser conjunto com o dentista. O objetivo é desativar os pontos-gatilho, reorganizar a mecânica da mandíbula e remover a sobrecarga — sobretudo o bruxismo —, com a reeducação e o controle de hábitos como base e as demais técnicas somando-se conforme o quadro. Quase nada aqui é isolado.
Educação e controle do bruxismo
Consciência do apertamento diurno, manejo do estresse, evitar alimentos duros e chiclete, e a placa oclusal feita pelo dentista para proteger a ATM à noite.
Reeducação e fisioterapia da mandíbula
Exercícios de abertura controlada, mobilidade e relaxamento da musculatura mastigatória, correção da postura cervical anteriorizada.
Agulhamento seco / infiltração de ponto-gatilho
Ferramentas mais diretas contra a banda tensa do pterigóideo, por acesso intra ou extraoral, com técnica específica para a face.
Toxina botulínica (refratários)
Em pontos da musculatura mastigatória quando há bruxismo intenso e dor refratária; reduz a força do apertamento e a dor.
Acupuntura médica e eletroacupuntura
Modula a dor orofacial e a tensão da musculatura mastigatória, útil quando há estresse e cefaleia tensional associados.
Medicação adjuvante
Analgésicos, anti-inflamatórios ou relaxantes por períodos curtos para abrir janela à reeducação; não tratam a causa.
Controle do bruxismo, placa e reeducação da mandíbula
A base do tratamento é remover a sobrecarga. Isso significa tomar consciência do apertamento diurno (manter os dentes afastados, língua no céu da boca, lábios juntos), manejar o estresse que alimenta o ranger noturno, evitar alimentos muito duros e o chiclete, e usar a placa oclusal confeccionada pelo dentista, que protege a ATM e a musculatura durante o sono. Soma-se a fisioterapia da mandíbula (abertura controlada sem desvio, mobilidade e relaxamento da musculatura mastigatória) e a correção da postura cervical anteriorizada, que tensiona toda a cadeia. Esse trabalho de hábitos é o que sustenta o resultado a longo prazo; sem ele, o ponto-gatilho se reativa.
Agulhamento seco e infiltração de ponto-gatilho
- O que é
- No agulhamento seco (dry needling), uma agulha fina alcança a banda tensa do pterigóideo lateral, por acesso extraoral ou intraoral, sem injetar substância. Na infiltração, injeta-se anestésico local no ponto-gatilho.
- Mecanismo
- Acertar a banda reduz a atividade elétrica espontânea da placa motora e a concentração local de mediadores nociceptivos (CGRP, substância P), com efeito analgésico e relaxamento do músculo, melhorando a mecânica da ATM.
- Evidência
- Moderada O agulhamento seco da musculatura mastigatória tem benefício descrito na DTM muscular; o mecanismo é o mesmo demonstrado em ensaio da nossa equipe no HC-FMUSP para dor miofascial (Pai MYB e cols., Pain Reports, 2021). Ver referências →
- O que esperar
- Costuma haver alívio da dor da face e melhora da abertura da boca já nas primeiras sessões; pode ocorrer uma sensibilidade local por um a dois dias.
- Indicações
- Ponto-gatilho ativo no pterigóideo lateral (e com frequência no masseter e no temporal, tratados em conjunto).
- Limitações
- A região é anatomicamente delicada (próxima de vasos e ramos nervosos da face), e o procedimento exige técnica específica e treinamento. Costuma pedir mais de uma aplicação e só sustenta o resultado se o bruxismo e os hábitos forem abordados. Detalhes em dry needling e infiltração de ponto-gatilho.
Toxina botulínica para bruxismo e DTM refratária
Reservada a quadros com bruxismo intenso e dor refratária ao tratamento bem conduzido. A toxina botulínica tipo A, aplicada em pontos da musculatura mastigatória (sobretudo masseter e temporal, e em casos selecionados o pterigóideo), reduz a força do apertamento e a liberação periférica de neuropeptídeos nociceptivos, diminuindo a dor e protegendo a ATM. O efeito começa em 1 a 2 semanas e dura cerca de três a quatro meses; a escolha de pontos e doses cabe ao médico, dentro de um plano que mantém a reeducação e a placa. É um recurso adjuvante, não primeira linha.
Acupuntura médica e eletroacupuntura
- O que é
- Ato médico, conduzido por médicos com título de especialista. Na eletroacupuntura, uma corrente de baixa frequência é conectada às agulhas.
- Mecanismo
- Modula a dor orofacial por ação segmentar e pelas vias inibitórias descendentes, com liberação de opioides endógenos; ajuda a reduzir a tensão da musculatura mastigatória.
- Evidência
- Moderada Útil na DTM e na dor orofacial, sobretudo quando há cefaleia tensional, bruxismo e estresse associados.
- O que esperar
- Ciclo de cerca de 8 a 10 sessões, uma a duas por semana; alívio progressivo, reavaliado no fim.
- Indicações
- Camada útil quando a dor da face vem com cefaleia, sono ruim e tensão cervical.
- Limitações
- Não substitui o controle do bruxismo e a reeducação da mandíbula, que continuam sendo a base.
Medimos o que muda: a dor numa escala de 0 a 10, os milímetros de abertura da boca sem dor, a frequência dos estalos e se a “sinusite” e a “dor de dente” pararam de voltar. A dor da ATM costuma andar junto da do masseter e do temporal: por isso o plano trata a musculatura mastigatória como um conjunto, como descrito nos guias de dor no masseter e de dor no temporal.
Tratamento não farmacológico e hábitos
As técnicas de agulha e a placa desativam o ponto-gatilho e protegem a ATM; é a mudança de hábitos e a reeducação que mantêm o resultado, porque o bruxismo e a parafunção são o motor do quadro.
Fisioterapia orofacial
Exercícios de abertura controlada sem desvio, mobilização da ATM, alongamento e relaxamento da musculatura mastigatória, e treino de propriocepção da mandíbula. Reorganiza o movimento e reduz a sobrecarga sobre o pterigóideo. Limitações: depende de constância; não substitui o controle do apertamento.
Correção da postura cervical
A cabeça projetada à frente tensiona a musculatura mastigatória e cervical. Trabalhar a postura e a musculatura do pescoço (incluindo trapézio e suboccipitais) alivia a DTM, porque a dor cervical e a orofacial se alimentam. Limitações: é parte do conjunto, não tratamento isolado.
Manejo do estresse e do apertamento
Técnicas de consciência do apertamento diurno, higiene do sono e manejo do estresse reduzem o bruxismo, que é o principal gerador de sobrecarga. Limitações: exige adesão; em casos intensos, soma-se à placa e, se preciso, à toxina.
O fio condutor é claro: na DTM muscular, controlar o bruxismo e reeducar a mandíbula é tratamento, e a melhor estratégia é a que o paciente consegue manter no dia a dia.
Sinais de alerta
A dor miofascial da face é benigna na imensa maioria das vezes. Ainda assim, alguns sinais indicam que a avaliação não deve esperar. Procure atendimento sem demora se notar qualquer um destes:
Procure avaliação sem demora se houver
- Travamento da boca aberta ou fechada que não desfaz, ou incapacidade súbita de abrir/fechar.
- Inchaço, vermelhidão e febre na face — afastar infecção dentária ou de glândula.
- Dor em choque, breve e repetitiva, disparada por toque ou fala (sugere neuralgia do trigêmeo).
- Dor na têmpora de início recente em pessoa acima de 50 anos, com dor ao mastigar e alteração visual (afastar arterite temporal — urgência).
- Perda de peso, massa na face ou no pescoço, ou alteração progressiva da sensibilidade.
Cada item sai do terreno miofascial: travamento articular é urgência odontológica; sinais inflamatórios pedem afastar infecção; dor em choque sugere neuralgia; dor temporal no idoso com claudicação de mandíbula exige afastar arterite de células gigantes. Na ausência desses sinais, a DTM muscular costuma responder bem ao tratamento conservador.
A clínica
A clínica é um Centro de Dor listado pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) e um Centro de Tratamento por Ondas de Choque listado pela SMBTOC. É também listada pelo CMBA, Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura.
Conheça a clínica

Perguntas frequentes
Dor na bochecha que parece sinusite pode ser muscular?
Sim. O pterigóideo lateral refere dor para a região do seio maxilar, e é uma causa frequente de “dor de sinusite” com exames de seio normais. A pista é o exame: palpar o músculo reproduz a dor, e não há obstrução nem secreção. Antibiótico não resolve; tratar o músculo e o bruxismo, sim.
O estalo na ATM é grave?
Na maioria das vezes, não. O estalo costuma refletir uma desorganização do disco ligada à sobrecarga muscular, e melhora com o tratamento da musculatura e do bruxismo. Vira preocupação quando há travamento que não desfaz, dor intensa progressiva ou limitação importante da abertura — aí a avaliação é prioritária.
Preciso de placa para dormir?
A placa oclusal, confeccionada pelo dentista, é muito útil quando há bruxismo noturno: protege a ATM e a musculatura e reduz a dor ao acordar. Ela não trata sozinha — entra junto do controle do apertamento, da reeducação e, quando indicado, do agulhamento.
A dor da ATM tem a ver com o pescoço?
Sim, com frequência. A postura cervical anteriorizada e os pontos-gatilho do trapézio e dos suboccipitais alimentam a dor orofacial, e vice-versa. Por isso o tratamento costuma incluir a coluna cervical, não só a mandíbula.
Toxina botulínica serve para bruxismo?
Em casos de bruxismo intenso e dor refratária, sim, como recurso adjuvante: aplicada na musculatura mastigatória, reduz a força do apertamento e a dor por alguns meses. Não é primeira linha e não substitui o controle de hábitos e a placa.
Referências3 fontes citadas neste artigoVerOcultar
- Pai MYB, et al. Dry needling has lasting analgesic effect in shoulder pain: a double-blind, sham-controlled trial. Pain Reports. 2021;6(2):e939.
- Simons DG, Travell JG, Simons LS. Myofascial Pain and Dysfunction: The Trigger Point Manual. 2ª ed. (padrões de dor referida do pterigóideo lateral).
- Conselho Federal de Medicina (CFM). Normas éticas para publicidade e conteúdo médico. Conteúdo com finalidade educativa, sem promessa de resultado, que não substitui a avaliação médica individual.
Diferenciar a DTM muscular de sinusite, dor odontogênica e doença articular da ATM depende de avaliação presencial, muitas vezes em conjunto com o dentista, e o plano precisa ser individualizado.

