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A prática de exercícios reduz a ansiedade associada com dores crônicas

exercicios fisicos ajudam a combater ansiedade da dor cronica

Pessoas com dores crônicas normalmente vivenciam dores que transcendem a dor física. Além de dores de longo prazo na lombar e no pescoço, pacientes podem ficar tão frustrados que podem desenvolver depressão e ansiedade. Para combater a multi-facetada natureza da dor crônica, médicos normalmente sugerem exercícios ao paciente. Um novo artigo suporta esse tratamento comum – especialmente se os pacientes também sofrerem de transtornos mentais ou emocionais.

O estudo, que foi escrito por pesquisadores da University of Georgia e publicado em 22 de fevereiro de 2010 em edição do Archives of Internal Medicine (Arquivos da Medicina Interna), publicação baseada no resultado de 40 estudos publicados que incluem aproximadamente 3 mil pacientes com doenças crônicas variadas, dentre elas lombalgias crônicas (a famosa dor nas costas).

Os pesquisadores descobriram que, em média, pacientes que se exercitavam regularmente demonstravam 20% menos reclamações de sintomas de ansiedade, comparados com os que não se exercitavam regularmente.

Essas descobertas são importantes porque a ansiedade normalmente interfere com a habilidade do paciente de seguir seu tratamento.

“Descobrimos que exercícios parecem funcionar para praticamente qualquer situação” disse Pat O’Connor, co-autor do estudo e PhD. “Exercitar-se ajuda inclusive pessoas que não são muito ansiosas a ficarem ainda mais calmas.”

A equipe da pesquisa determinou que formas menos intensas de exercício, particularmente caminhadas ou levantamento de peso, são as que mais aliviam sintomas de ansiedade. Também foi relatado que sessões de exercício que duravam mais de 30 minutos eram mais beneficiais que as que duravam menos de 30 minutos.

Porém o mais surpreendente sobre esse estudo é que os programas de exercício que duravam de 3 a 12 semanas obtinham mais sucesso em reduzir os sintomas de ansiedade que os programas que duravam mais de 12 semanas. Os pesquisadores acreditam que essa obervação se deu pelo fato dos participantes serem menos propensos a continuar com o programa de exercícios. Em outras palavras, o fato de alguns participantes terem desistido após 12 semanas significou menor diminuição da média de ansiedade.

Para ler mais sobre essas descobertas, você pode acessar o resumo do artigo aqui.

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