A bursite do calcâneo é uma condição que causa dor na região posterior do calcanhar, caracterizada pela inflamação da bursa — uma pequena bolsa cheia de fluido sinovial que funciona como amortecedor entre os ossos, tendões e a pele. Essa inflamação desenvolve-se geralmente por fricção repetitiva, pressão excessiva de calçados ou alterações biomecânicas do pé.
A função principal da bursa é reduzir o atrito durante os movimentos, permitindo que o tendão de Aquiles deslize suavemente sobre o osso do calcanhar. Quando essa estrutura se inflama, o resultado é dor localizada, que costuma piorar ao caminhar, correr ou usar calçados de salto ou com contraforte rígido. Os sintomas incluem dor, sensibilidade à palpação, inchaço (edema), calor e vermelhidão na área afetada.
Continue lendo para entender melhor esta condição, identificar seus sintomas específicos, conhecer as causas e descobrir as opções terapêuticas disponíveis para alívio e recuperação completa.
Bursite do Calcâneo
A bursite retrocalcânea (também chamada posterior) localiza-se entre o tendão de Aquiles e a superfície posterior do osso calcâneo. É frequentemente associada ao uso de calçados com contraforte rígido ou salto elevado, que comprimem mecanicamente a região, ou a atividades que exigem flexão repetitiva do tornozelo, como corrida em subida ou saltos.
Atletas jovens, patinadores e pessoas que iniciam programas de exercícios sem adequada progressão de carga representam grupo de risco específico. A dor tipicamente aumenta com a dorsiflexão passiva (movimento de puxar o pé para cima) ou quando o paciente apoia o peso na ponta dos pés.
Anatomicamente, distinguem-se dois tipos principais:
Bursite Posterior do Tendão Calcâneo (Retrocalcânea)
Localiza-se profundamente, entre o tendão de Aquiles e o calcâneo. Produz sintomas de dor em profundidade, sensação de queimação e inchaço localizado na parte de trás do calcanhar, acima da linha do calçado. A pele pode apresentar alterações por pressão crônica. Ao exame físico, nota-se aumento de volume local com consistência elástica e sensibilidade à palpação entre o tendão e o osso.
Sem tratamento adequado, a bursa pode fibrosar (endurecer devido à formação de tecido cicatricial), tornando-se palpavelmente rígida e causando restrição mecânica do movimento do tornozelo.
Bursite Anterior do Tendão Calcâneo (Subcutânea)
Situada superficialmente, entre o tendão de Aquiles e a pele. Frequentemente relacionada a trauma direto (batidas no calcanhar) ou à pressão de calçados mal ajustados. Pode associar-se a condições sistêmicas como gota (ártrico gotoso), onde cristais de ácido úrico depositam-se na bursa.
Manifesta-se com vermelhidão aparente, inchaço que se espalha para as laterais do tendão, sensibilidade cutânea e dificuldade para calçar sapatos fechados. Alguns pacientes relatam alterações de sensibilidade (formigamento) na pele sobrejacente devido à compressão de terminações nervosas superficiais.
Compreenda a Anatomia: Localização da Bursite
Selecione abaixo para visualizar as características de cada tipo:
A determinação precisa do tipo afeta diretamente a escolha do tratamento. Avaliação médica especializada é necessária para confirmação diagnóstica.
Fatores de Risco
Embora qualquer indivíduo possa desenvolver bursite do calcâneo, certas características individuais ou condições de saúde aumentam a susceptibilidade. O entendimento desses fatores permite adoção de medidas preventivas direcionadas.
- Idade avançada: Acima de 40 anos, os tecidos conectivos perdem elasticidade natural e a vascularização da bursa diminui, reduzindo a capacidade de recuperação ante estresses mecânicos.
- Ocupações específicas: Profissões que exigem permanência prolongada em pé (professores, vendedores), caminhada em terrenos irregulares ou uso frequente de escadas intensificam a carga sobre o calcâneal.
- Artrite reumatoide: Doença autoimune que causa inflamação sistêmica das membranas sinoviais, incluindo as bursas.
- Gota: Depósito de cristais de ácido úrico na bursa provoca inflamação aguda intensa (bursite gotosa).
- Diabetes mellitus: Predisposição a infecções e alterações no metabolismo tecidual aumentam o risco de bursite séptica e crônica.
- Imunossupressão: Uso de corticosteroides sistêmicos, doenças autoimunes ou terapias imunossupressoras reduzem as defesas contra agentes infecciosos.
- Trauma local recorrente: Atividades como patinação, futebol (chuteiras) ou uso de botas rígidas causam microtraumas repetitivos.
- Infecções cutâneas adjacentes: Ferimentos abertos, calosidades infectadas ou úlceras próximas podem disseminar bactérias para a bursa.
Etiologia (Causas)
A bursite do calcâneo é uma condição multifatorial. O entendimento da causa primária é essencial para tratamento eficaz e prevenção de recorrências.
Mecânica e Trauma
A causa mais frequente é a fricção repetitiva resultante de calçados inadequados (saltos altos, solas rígidas, contrafortes duros) ou atividades esportivas com impacto no calcanhar. Traumatismos agudos, como quedas diretas sobre o calcanhar ou pancadas, podem iniciar processo inflamatório agudo que, se não tratado, evolui para cronicidade.
Processos Infecciosos (Bursite Séptica)
Bactérias — predominantemente Staphylococcus aureus ou Streptococcus — podem colonizar a bursa através de pele lesionada ou via hematogênica (corrente sanguínea). A bursite séptica apresenta sintomas mais intensos, com febre, rubor (vermelhidão brilhante) e calor exagerado. Grupos de risco incluem diabéticos, pacientes imunossuprimidos e indivíduos com feridas cutâneas no pé.
Doenças Inflamatórias Sistêmicas
Doenças reumatológicas como gota (cristais de ácido úrico), pseudogota (pirofosfato de cálcio), artrite reumatoide e espondilite anquilosante podem causar deposição de cristais ou inflamação imunomediada diretamente na bursa.
Fatores Biomecânicos
Alterações na marcha, diferença de comprimento entre as pernas, pé cavado ou plano valgo (pé chato) modificam a distribuição de pressão sobre o calcâneo. A má postura e desvios de coluna também influenciam indiretamente através de cadeia cinética alterada.
Sintomas da Bursite do Calcâneo
Quando Procurar Atendimento Médico
A avaliação médica é recomendada sempre que houver dor persistente na região do calcanhar, especialmente se acompanhada de inchaço, vermelhidão ou limitação para atividades diárias. Situações que exigem atendimento imediato incluem:
- Dor que impede a deambulação ou apoio do pé
- Sinais de infecção: febre, calafrios, rubor intenso e calor exagerado na pele
- Inchaço súbito e severo após trauma
- Persistência dos sintomas por mais de duas semanas apesar de repouso e uso de analgésicos comuns
Processo Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na história detalhada do paciente (anamnese) e exame físico completo. O médico investigará hábitos ocupacionais, prática de atividades físicas, histórico de traumas e doenças preexistentes (como gota ou diabetes).
No exame físico, observa-se a presença de edema, alterações de coloração e temperatura cutânea. A palpação precisa localiza o ponto máximo de dor — na bursite posterior, entre o tendão de Aquiles e o calcâneo; na anterior, superficialmente sobre o tendão. Manobras específicas, como a dorsiflexão passada forçada, reproduzem a dor característica.
Exames Complementares
Embora nem sempre necessários para casos típicos, exames auxiliam na exclusão de outras patologias e na avaliação de extensão:
Ultrassonografia musculoesquelética: Método de primeira linha para avaliação de partes moles. Permite visualizar o espessamento da bursa, presença de líquido (derrame), alterações no tendão de Aquiles adjacente e pode guiar procedimentos invasivos (punção ou infiltração) com precisão.
Radiografia (Raio-X): Útil para avaliar a forma do calcâneo (presença de esporão), descartar fraturas ou alterações ósseas degenerativas que possam estar contribuindo para a sintomatologia.
Ressonância Magnética (RM): Indicada em casos crônicos resistentes ao tratamento ou quando há suspeita de lesões associadas do tendão de Aquiles, rupturas parciais ou para planejamento cirúrgico. Oferece imagem detalhada de tecidos moles.
Análise de Líquido Articular/Bursiano: Punção aspirativa da bursa, quando há acúmulo líquido significativo, permite análise bioquímica (cristais em caso de gota), bacteriológica (cultura para identificar germes em casos sépticos) e citológica.
Exames Laboratoriais: Hemograma completo (detecta infecção — leucocitose), PCR (proteína C reativa) e VHS (velocidade de hemossedimentação) avaliam atividade inflamatória sistêmica. Ácido úrico e perfil reumatológico (fator reumatoide, anti-CCP) investigam causas sistêmicas.
Guia de Decisão Terapêutica
Após o diagnóstico médico, o tratamento segue progressão lógica do menos invasivo ao mais intervencionista:
Fase 1: Manejo Conservador (Semanas 1-3)
Modificação de atividades, repouso relativo (evitar impacto, não imobilidade total), aplicação de gelo 15-20 minutos 3-4 vezes ao dia (sempre com barreira protetora na pele), elevação do membro e uso de calçados abertos ou com amortecimento no calcanhar.
Fase 2: Intervenções Médicas e Reabilitação (Semanas 4-8)
Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINES) ou analgésicos conforme prescrição médica. Reabilitação fisioterapêutica com recursos como laserterapia, ultrassom terapêutico, exercícios de alongamento progressivo do tendão de Aquiles e fortalecimento da musculatura da panturrilha.
Agendar Avaliação de ReabilitaçãoFase 3: Procedimentos Intervencionistas (Mês 2-4)
Infiltração percutânea de corticosteroides guiada por ultrassom (limitada a 2-3 aplicações anuais para evitar fragilização tendínea), terapia por ondas de choque extracorpóreas (ECSWT) para casos crônicos com calcificações ou fibrose.
Fase 4: Avaliação Cirúrgica (Após falha do conservador)
Reservada para casos refratários após 3-6 meses de tratamento adequado. Procedimentos minimamente invasivos (bursectomia artroscópica) com recuperação em 4-6 semanas.
Não sabe qual fase se adequa ao seu quadro?
A equipe da Clínica Dr. Hong Jin Pai realiza avaliação detalhada para indicar o protocolo ideal.
Consultar Especialista via WhatsAppAl. Jau 687 – Jardim Paulista, São Paulo/SP
Tratamento da Bursite do Calcâneo
O tratamento da bursite do calcâneo objetiva aliviar a dor, reduzir a inflamação, tratar causas subjacentes (como infecção ou gota) e restaurar a função normal do pé. A abordagem é sempre individualizada, considerando a etiologia, duração dos sintomas e atividade do paciente.
As medidas iniciais fundamentam-se em:
- Modificação de atividade: Redução temporária de impacto (corrida, saltos) sem imobilização completa, que poderia causar rigidez articular.
- Crioterapia: Aplicação de gelo envolto em pano fino por 15-20 minutos, 3 a 4 vezes diárias, especialmente após atividades que provoquem dor. A baixa temperatura promove vasoconstrição, reduzindo edema e mediadores inflamatórios.
- Elevação: Manter o pé elevado acima do nível do coração quando em repouso para facilitar drenagem linfática.
- Calçados: Uso imediato de calçados aberto (sandálias com calcanheira macia) ou tênis com boa absorção de impacto no calcanhar, evitando totalmente saltos ou solas rígidas.
- Controle de peso: Redução ponderal, quando aplicável, diminui significativamente a carga mecânica (cada quilo a menos reduz aproximadamente 4kg de pressão sobre o calcanhar durante a marcha).
- Alongamentos: Exercícios de alongamento gastrocnêmico e sóleo (panturrilha) realizados 2-3 vezes ao dia, mantendo 30 segundos cada posição, reduzem a tração do tendão de Aquiles sobre a bursa.
Tratamento Medicamentoso
A farmacoterapia visa o controle sintomático da dor e da inflamação, além do tratamento etiológico quando a bursite é secundária a processos sistêmicos.
Analgésicos e AINES: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (como ibuprofeno, naproxeno, diclofenaco) ou analgésicos simples (paracetamol) podem ser utilizados por período limitado (geralmente 7-10 dias) para controle da dor aguda. É fundamental que a medicação seja prescrita por médico, considerando contraindicações como úlcera gástrica, insuficiência renal ou uso de anticoagulantes.
Antibióticos: Em casos de bursite séptica (confirmada por cultura positiva ou alta suspeição clínica), antibióticos de amplo espectro são necessários, frequentemente via venosa inicialmente, com duração de 2-4 semanas. O ajuste ocorre conforme o resultado da cultura de sensibilidade.
Colchicina: Utilizada especificamente em bursite gotosa (depósito de cristais de ácido úrico), em dosagem específica determinada pelo reumatologista ou ortopedista.
A automedicação deve ser evitada, pois pode mascarar sintomas de infecção ou causar efeitos colaterais graves, especialmente no trato gastrointestinal e renal.
Reabilitação e Recursos Fisioterapêuticos
A reabilitação fisioterapêutica desempenha papel essencial na recuperação funcional, auxiliando na resolução da inflamação, prevenindo recorrências e restaurando a biomecânica normal do membro inferior. O acompanhamento deve ser realizado por profissional especializado em ortopedia ou terapia da dor.
Modalidades terapêuticas empregadas:
- Eletroterapia: Ultrassom terapêutico (promove microcirculação e reparo tecidual), laserterapia de baixa potência (efeito anti-inflamatório e analgésico), correntes terapêuticas (TENS para analgesia, corrente rusca para fortalecimento).
- Terapia manual: Mobilização articular do tornozelo, liberação miofascial da panturrilha e técnicas de alongamento passivo assistido do tendão de Aquiles.
- Prescrição de exercícios: Programa progressivo de alongamento excêntrico do tendão de Aquiles (protocolo Alfredson), fortalecimento dos músculos intrínsecos do pé e estabilizadores do tornozelo, propriocepção (equilíbrio) em superfícies instáveis.
- Orteses e dispositivos: Indicação de palmilhas de silicone para calcanhar (calcâneos), talas noturnas de alongamento do tendão de Aquiles em casos crônicos, e orientação sobre calçados adequados.
- Análise biomecânica: Avaliação da marcha e postura para identificar e corrigir fatores perpetuadores, como pronação excessiva do pé ou encurtamento da cadeia posterior.
Infiltrações de Corticosteroides
A infiltração percutânea de corticoides (como triancinolona ou betametasona) associada a anestésico local é indicada em casos de dor intensa que não responde às medidas conservadoras iniciais, ou quando há limitação funcional significativa. O procedimento deve ser realizado sob técnica asséptica rigorosa, idealmente guiado por ultrassom para precisão anatômica e segurança.
Os resultados analgésicos são frequentemente rápidos (24-72 horas), com redução significativa da inflamação local. No entanto, o número de aplicações deve ser limitado (máximo 2-3 por ano) devido ao risco de complicações como enfraquecimento do tendão de Aquiles, ruptura parcial ou atrofia cutânea subcutânea.
Contraindicações incluem suspeita de infecção ativa (bursite séptica), instabilidade do tornozelo ou alterações dermatológicas na pele de entrada.
Terapia por Ondas de Choque Extracorpóreas (ECSWT)
A terapia por ondas de choque é modalidade não invasiva indicada para bursites crônicas (persistência superior a 3 meses) ou recalcitrantes, especialmente quando associadas a calcificações tendíneas ou fibrose da bursa.
O equipamento gera pulsos acústicos de alta energia que são transmitidos através da pele até o tecido profundo. Mecanismos de ação incluem:
- Neoformação vascular: Estimulação da angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos), aumentando a vascularização da área cronicamente isquêmica.
- Modulação celular: Desorganização de tecido fibrosado (cicatricial) e estimulação de fibroblastos para reparo tecidual organizado.
- Analgesia: Inibição de terminações nervosas sensitivas e redução de substâncias mediadoras da dor.
O protocolo padrão envolve 3 a 5 sessões semanais, com aplicação de 2000-3000 pulsos por sessão. É comum haver aumento transitório da dor nas primeiras 48-72 horas pós-sessão, seguido de melhora progressiva. Taxas de sucesso variam entre 60-80% em casos selecionados, evitando procedimentos cirúrgicos.
Indicações Cirúrgicas
A cirurgia é reservada para casos refratários, onde houve falha de todas as modalidades conservadoras adequadamente executadas por período mínimo de 3 a 6 meses, ou em bursites sépticas com abscesso encapsulado.
Bursectomia: Procedimento de remoção da bursa inflamada. Quando realizada por videocirurgia (artroscopia do tornozelo), apresenta recuperação mais rápida (2-3 semanas) e menor risco de complicações cutâneas. Em casos de bursite anterior recorrente, pode ser necessário associar ressecção de proeminência óssea (osteotomia) ou tratamento simultâneo de tendinopatia de Aquilles.
Procedimentos associados: Alongamento do tendão de Aquiles (tenotomia) pode ser necessário quando há encurtamento significado contribuindo para a compressão mecânica. A correção de deformidades associadas (esporão calcâneo sintomático) é realizada concomitantemente quando indicada.
A recuperação pós-operatória envolve imobilização temporária em bota ortopédica por 2-4 semanas, seguida de reabilitação fisioterapêutica progressiva. O retorno a atividades esportivas de impacto ocorre geralmente após 3-4 meses.
Estratégias de Prevenção
A prevenção da bursite do calcâneo baseia-se na redução de fatores mecânicos de risco e manutenção da saúde dos tecidos musculoesqueléticos. Embora não seja possível garantir imunidade absoluta, estas medidas reduzem significativamente a incidência:
Higiene do Calçado
- Preferência por calçados com contraforte (parte traseira) acolchoado e flexível, evitando materiais rígidos que comprimam diretamente o calcâneo.
- Uso de palmilhas de silicone ou gel no calcanhar para distribuição de pressão, especialmente em profissões que exigem permanência prolongada em pé.
- Restrição do uso de saltos altos (superior a 5cm) para períodos curtos, alternando com calçados planos e confortáveis.
- Substituição regular de calçados esportivos quando o amortecimento do calcanhar estiver comprometido (geralmente a cada 500-800km de corrida).
Preparação Física
- Aquecimento adequado antes da atividade física: 5-10 minutos de marcha leve seguidos de alongamento dinâmico da panturrilha.
- Programa regular de alongamento estático do tendão de Aquiles (3 séries de 30 segundos, 3 vezes ao dia), mantendo a flexibilidade da cadeia posterior.
- Progressão gradual de carga em treinos: aumento máximo de 10% por semana na intensidade ou volume de atividades de impacto.
- Fortalecimento excêntrico do músculo sóleo e gastrocnêmio, que protege o tendão contra sobrecargas.
Hábitos de Saúde Geral
- Manutenção de peso corporal adequado para reduzir a carga mecânica crônica sobre os calcanhares.
- Em trabalhos que exigem posição ortostática (em pé), utilização de tapetes antifatiga e rodízio de tarefas a cada 30-45 minutos para modificar a distribuição de pressão.
- Controle adequado de doenças sistêmicas como diabetes, gota e artrite reumatoide, com acompanhamento médico regular.
- Atenção imediata a sintomas precursores: ao primeiro sinal de desconforto persistente no calcanhar, adotar medidas de repouso e gelo, buscando avaliação se persistir por mais de uma semana.
Checklist de Prevenção da Bursite do Calcâneo
Adote estes hábitos diários para reduzir o risco de inflamação:
Tratamento Especializado para Bursite do Calcâneo
A Clínica Dr. Hong Jin Pai, localizada na Al. Jau 687 – São Paulo/SP, é referência em tratamento da dor. Contamos com equipe de médicos e fisioterapeutas especialistas em Dor do Grupo de Dor da Neurologia e Ortopedia pelo Hospital das Clínicas da FMUSP.
Tratamentos não cirúrgicos disponíveis:
- Acupuntura médica e Dry Needling
- Ondas de choque e Laser de alta intensidade
- Fisioterapia motora, Pilates e RPG em salas individuais
- Mesoterapia, Eletroestimulação e PENS
- Toxina botulínica (Botox) para dor crônica
Atendimento individualizado na região central de São Paulo
Agendar Avaliação pelo WhatsApp
AL. JAÚ 687 – JARDIM PAULISTA – SÃO PAULO – SP
Clínica de Dor, Fisiatria e Acupuntura Médica
Clínica médica especializada localizada na região dos Jardins, próximo à Av. Paulista, em São Paulo — SP.
Centro de Dor, com médicos especialistas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Tratamento por Ondas de Choque, Infiltrações, Bloqueios anestésicos e Acupuntura Médica
Dor tem Tratamento – Centro de Dor e Acupuntura Médica em São Paulo – SP
Médicos Especialistas em Dor e Acupuntura do HC-FMUSP
Os especialistas em medicina da dor são médicos especialmente treinados e qualificados para oferecer avaliação integrada e especializada e gerenciamento da dor usando seu conhecimento único e conjunto de habilidades no contexto de uma equipe multidisciplinar.
O tratamento da dor visa reduzir a dor, abordando o impacto emocional da dor, ajudando os pacientes a se moverem melhor e aumentando o bem-estar por meio de uma variedade de tratamentos, incluindo medicamentos, fisioterapia, acupuntura, ondas de choque e procedimentos minimamente intervencionistas.
Se você está vivendo com uma dor persistente há mais de 3 meses, provavelmente está sentindo dor crônica.
Nossos médicos especialistas em controle da dor em São Paulo trabalham em estreita colaboração com outros especialistas como parte de uma equipe multidisciplinar para fornecer uma abordagem holística e um resultado ideal para a dor crônica, seja qual for a causa.
As técnicas usadas no controle da dor dependerão da natureza e gravidade da dor, mas nossos especialistas em dor têm experiência para ajudar com a dor.

-
01.Tratamento conservador de dor
Acupuntura Médica, Ondas de Choque, Fisioterapia, Infiltrações, Bloqueios Anestésicos, Toxina Botulínica. -
02.Excelência em um só lugar
A avaliação e tratamento da dor é a especialidade de nossos Médicos especialistas em Dor. -
03.Tratamento individualizado
Plano de tratamento com medicamentos, terapias minimamente invasivas e fisioterapia.
Atendemos todos os Planos de Saúde pelo Reembolso.
O reembolso ou livre escolha é uma opção de atendimento a usuários de planos de saúde que não está vinculada à rede de prestadores contratados ou cujo procedimento específico não está contratado.
Não atendemos diretamente por convênio. Nosso foco é um atendimento especializado no paciente. Assim, separamos pelo menos 60-90 minutos para consulta, exame e avaliação do paciente.
O processo na maioria das vezes é digital (pelo Smartphone, tablet ou computador) é simples. O valor reembolsado corresponde a uma tabela de valores da própria operadora e pode cobrir todo o procedimento ou parte dele. Lembrando que a parte não reembolsada pode ser abatida no imposto de renda pessoa física (IRPF).
Clínica Dr. Hong Jin Pai – Centro de Dor, Acupuntura Médica, Fisiatria e Reabilitação.
Al. Jaú 687 – São Paulo – SP
Atendimento de segunda a sábado.

1 Comente
Deixe o seu comentário.
OLÁ PESSOAL TUDO BEM, OBRIGADO PELAS DICAS TÃO IMPORTANTES SOBRE HÁ PARTE DA DOR NO CALCANHAR, POIS NO MOMENTO ESTOU TENDO ISTO E ME AJUDOU HÁ TIRAR HÁ DÚVIDA, E COM CERTEZA VOU TER QUE CONSULTAR NUMA CLÍNICA. VALEU PESSOAL.