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Acupuntura · Pediatria · Dor crônica

Acupuntura pode tratar dores crônicas em crianças?

A acupuntura pode ajudar uma criança com dor crônica como camada adjuvante de um plano pediátrico multimodal, somando alívio de sintomas e conforto. Costuma render mais na profilaxia de cefaleias e no controle de náusea e vômito, sempre com o acompanhamento do pediatra.

Resposta direta
  • A acupuntura pode reduzir a dor de algumas crianças com quadros crônicos, mas sempre como camada adjuvante de um plano conduzido pelo pediatra, nunca como cura nem substituto da investigação e do tratamento de base.
  • Ela ajuda mais na profilaxia de cefaleias e enxaqueca e no controle de náusea e vômito pós-operatórios (ponto PC6); em dor abdominal funcional e dor musculoesquelética pode somar, sempre depois de a causa ser investigada e tratada.
  • Na infância a técnica é adaptada: agulhas de calibre mínimo, poucos pontos, estímulo breve, e há opções não insertivas (laser de baixa potência, acupressão). Toda dor crônica nova exige primeiro investigação para afastar causa tratável.
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Avaliação clínica

Dor tem Tratamento. Foco em tratamentos não cirúrgicos para dor, reabilitação.

O que a acupuntura pode fazer pela dor do seu filho

A acupuntura pode aliviar sintomas e trazer mais conforto a uma criança com dor crônica, sempre como uma camada que se soma ao plano do pediatra. É bem tolerada nessa faixa etária e costuma render mais em alguns quadros específicos.

Onde ela mais ajuda é na profilaxia de cefaleias e enxaqueca, com redução da frequência e da intensidade das crises ao longo de semanas, e no controle de náusea e vômito pós-operatórios pela estimulação do ponto PC6 (Neiguan), no punho. São os desfechos com melhor resposta na pediatria, e por isso costumam ser a primeira indicação quando a acupuntura entra no plano.

Em outros quadros, como dor abdominal funcional, dor musculoesquelética crônica e síndromes complexas, a acupuntura pode ter um papel adjuvante, mas aqui a prioridade é caracterizar o quadro e afastar causa tratável antes de qualquer terapia. Esses casos pedem primeiro a condução do especialista, e a acupuntura só entra depois, se fizer sentido, sem atrasar o que de fato resolve.

A técnica é bem tolerada na infância, com eventos adversos quase sempre leves e passageiros, e pode reduzir a dor de parte das crianças. A resposta varia de criança para criança e não é garantida: por isso combinamos desde o início como e quando reavaliar, e o tratamento de base conduzido pelo pediatra é sempre mantido.

Medica ministrando aula de acupuntura com slide de pontos para plateia em auditorio
Em congressos Aula de acupuntura no auditorio

A dor crônica pediátrica por quadro

A dor crônica na infância não é uma entidade única. Cada quadro tem fisiopatologia, critérios diagnósticos e nível de evidência próprios, e a acupuntura entra com mais ou menos respaldo conforme o caso. Antes de qualquer terapia, a regra é caracterizar o quadro e afastar causa tratável.

Os quadros mais relevantes incluem: cefaleias primárias (enxaqueca e cefaleia do tipo tensional, com critérios da classificação internacional ICHD-3); dor abdominal funcional recorrente, definida pelos critérios de Roma IV (dispepsia funcional, síndrome do intestino irritável, dor abdominal funcional não especificada), em que a investigação afasta causa orgânica; dor musculoesquelética crônica, do componente miofascial e da sobrecarga até a dor de crescimento (dor noturna bilateral em membros inferiores, exame normal); a síndrome de dor regional complexa (SDRC) e a amplificação dolorosa musculoesquelética, em que predomina alodínia e desproporção entre estímulo e dor; e a fibromialgia juvenil, com dor difusa, sono não reparador, fadiga e múltiplos pontos dolorosos. O fio que liga vários desses quadros é a sensibilização central dentro de um modelo biopsicossocial: o sistema nervoso amplifica o sinal de dor, e fatores de sono, ansiedade, estresse escolar e família modulam a experiência.

Acupuntura como adjuvante na dor crônica pediátrica, por quadro
QuadroPapel da acupunturaCuidado essencial
Cefaleia tensional e enxaqueca (ICHD-3)Adjuvante na profilaxia: reduzir a frequência e a intensidade das crises ao longo de semanas. É um dos quadros com melhor resposta na infânciaAvaliação do pediatra ou neuropediatra; diário de crises, sono, hidratação e gatilhos; afastar cefaleia secundária
Dor abdominal funcional recorrente (Roma IV)Possível adjuvante sintomático, depois de afastar causa orgânicaConduzida por gastropediatra; afastar causa orgânica (sinais de alarme) antes de rotular como funcional
Dor musculoesquelética crônica e componente miofascialAdjuvante para o componente miofascial e melhora da tolerância ao movimento, por extrapolação do adultoAfastar causa estrutural, articular ou inflamatória; fisioterapia e reabilitação como base
SDRC e amplificação dolorosa musculoesqueléticaEventual adjuvante apenas em centro especializado; o eixo é reabilitação intensiva e dessensibilizaçãoManejo multidisciplinar de dor pediátrica; reabilitação ativa e abordagem psicológica são a base, não a acupuntura
Fibromialgia juvenilPossível adjuvante de baixo risco dentro de plano multimodalEixo em exercício aeróbico graduado, sono e terapia cognitivo-comportamental conduzidos por equipe
Náusea e vômito (pós-operatório, quimioterapia)Estimulação do ponto PC6, a indicação com melhor resposta em pediatria para esse desfechoNunca substitui o tratamento oncológico; seguimento da oncologia pediátrica obrigatório

A leitura prática é direta. Onde há mais evidência, como na profilaxia das cefaleias e no controle de náusea pelo PC6, a acupuntura pode ser proposta com mais tranquilidade, ainda assim como complemento. Onde a acupuntura tem papel menor ou o quadro pode ter causa séria, como na dor abdominal recorrente ou na SDRC, a prioridade é a investigação e o tratamento conduzidos pelo especialista, e a acupuntura só entra depois, se fizer sentido, sem nunca atrasar o que de fato resolve.

Mito

“Se a acupuntura trata dor crônica em crianças, posso usá-la no lugar dos remédios e da investigação.”

Fato

A acupuntura é adjuvante. Toda dor crônica nova precisa primeiro de avaliação para afastar causa tratável, e o tratamento de base, do pediatra ou do especialista, continua. A técnica se soma, não substitui.

A base neurofisiológica da analgesia

O efeito analgésico da acupuntura não depende de meridianos nem de “energia”: explica-se por neuromodulação, os mesmos mecanismos que estudamos no tratamento da dor do adulto. A inserção da agulha na pele e no músculo estimula fibras nervosas que disparam respostas em três níveis do neuroeixo, e é essa cascata, e não a crença da criança, que reduz a percepção da dor. Na tradição da Medicina Tradicional Chinesa os pontos são descritos como rede de meridianos; a correspondência com a neurofisiologia contemporânea permanece objeto de estudo.

O mecanismo

Neuromodulação em três níveis

No nível segmentar, o estímulo recruta fibras aferentes de pequeno e médio calibre (Aδ e fibras musculares do grupo III) e ativa interneurônios inibitórios no corno dorsal da medula, fechando a comporta de Melzack e Wall sobre os neurônios de ampla faixa dinâmica (WDR). No nível supraespinhal, ativa as vias inibitórias descendentes da substância cinzenta periaquedutal e do bulbo rostroventromedial, com modulação serotoninérgica e noradrenérgica. No nível humoral, libera opioides endógenos (encefalinas, beta-endorfina, dinorfina). Na eletroacupuntura, a baixa frequência (2 Hz) tende a recrutar mais os sistemas opioides; a alta frequência mobiliza outras vias.

O alvo na dor crônica

Reduzir a sensibilização central

O ritmo

Alívio progressivo e cumulativo

Na dor crônica, um segundo alvo ganha peso: a sensibilização central. Quando a dor persiste, neurônios do corno dorsal e estruturas supraespinhais aumentam sua excitabilidade (wind-up, potenciação de longo prazo), e o controle inibitório difuso, a chamada modulação condicionada da dor (CPM/DNIC), perde eficiência. O sistema nervoso “aprende” a doer e amplifica estímulos antes inócuos, gerando alodínia e hiperalgesia. A acupuntura, somada ao movimento e às demais medidas, ajuda a modular essa amplificação.

Um ponto específico da pediatria importa aqui: as vias inibitórias descendentes amadurecem ao longo da infância, e o sistema nociceptivo imaturo tende a ter limiares e padrões de modulação distintos dos do adulto, o que ajuda a entender por que a resposta da criança nem sempre espelha a do paciente adulto. O efeito é de fundo, ao longo de semanas, e não um analgésico de ação imediata. O detalhamento desse mecanismo está na página sobre sensibilização central na dor crônica, e ajuda a entender por que a dor que dura muito tempo é, ela própria, o problema a tratar, como discutimos em dor aguda e dor crônica.

Em uma frase

A acupuntura modula a dor pelo sistema nervoso, não pela criança “acreditar” nela. Mas modular a dor é diferente de tratar a causa: por isso ela soma a um plano, em vez de substituí-lo.

Acupuntura adaptada à criança

Prof. Dr. Hong Jin Pai em mesa de debate no CINDOR 2018.
Participação da equipe em congressos mantém a prática atualizada.

A acupuntura pediátrica não é a do adulto em escala menor. A técnica é deliberadamente gentil, calibrada para que a criança tolere bem e não associe a consulta a sofrimento. Na prática, isso muda quase tudo na execução, e existe inclusive uma tradição própria de estimulação não insertiva da infância (o shonishin japonês, com instrumentos que estimulam a pele sem perfurar).

Usam-se agulhas de calibre mínimo (filiformes muito finas, da ordem de 0,16 a 0,25 mm), em menor número de pontos, com inserção rápida e superficial e permanência curta ou até sem permanência (estímulo breve e retirada imediata). Em crianças menores ou mais ansiosas, há alternativas não insertivas: o laser de baixa potência sobre os pontos, a acupressão (pressão com o dedo ou com pequenas esferas fixadas por adesivo) e a estimulação suave. A eletroacupuntura, quando usada, vai com corrente baixa e confortável.

Para náusea e vômito, o estímulo se concentra no PC6 (Neiguan), no punho, frequentemente por acupressão ou banda elástica, justamente o desfecho com mais evidência pediátrica. O ambiente acolhedor, a presença do responsável e a explicação no nível da criança fazem parte do tratamento tanto quanto a agulha.

Agulhas

Finas, poucas, breves

Calibre mínimo (0,16 a 0,25 mm), poucos pontos por sessão e inserção rápida, muitas vezes sem deixar a agulha por muito tempo.

Sem agulha

Laser e acupressão

Para crianças menores ou com medo: laser de baixa potência (fotobiomodulação) e pressão sobre os pontos, sem perfuração. Inclui a banda de PC6 para náusea.

Ambiente

Acolhimento e família

Sessão curta, linguagem adequada à idade e presença do responsável reduzem a ansiedade e melhoram a adesão.

Ritmo

Ciclo curto, atrelado à escola

Na infância o ciclo é deliberadamente enxuto: poucas semanas de sessões breves, encaixadas no calendário escolar e nas rotinas de sono da criança, com um ponto de reavaliação combinado de antemão com a família. Em quadro de cefaleia, o critério para seguir não é “sentiu menos hoje”, mas o diário de crises ter caído ao longo do ciclo.

O que esperar é importante combinar desde o início. O alívio costuma ser progressivo: a dor ou as crises tendem a ceder ao longo de algumas semanas, não logo na primeira sessão. Ao fim do ciclo inicial reavaliamos com medidas simples e adequadas à idade: escalas de dor com faces (tipo FPS-R) ou numéricas conforme a maturidade, diário de crises preenchido com a família, e desfechos funcionais que importam de fato (retorno à escola, ao sono e às atividades). Se houve resposta, mantém-se; se não houve benefício claro, não se insiste, e o plano é revisto com o pediatra.

Assista: Acupuntura – Quando ela pode ser útil?

Segurança e contraindicações

Prof. Dr. Hong Jin Pai conduzindo aula prática de acupuntura para a equipe.
O Prof. Dr. Hong Jin Pai conduz a formação em acupuntura médica da equipe.

A acupuntura, com técnica adequada e material estéril descartável de uso único, é considerada segura na infância. Os eventos adversos são quase sempre leves e passageiros: pequeno desconforto na inserção, hematoma no ponto, sonolência ou choro transitório. Eventos graves são raros e, na prática, ligados a técnica inadequada, algo que se previne com treino dedicado em pediatria, conhecimento anatômico e o cuidado de adaptar tudo à criança.

Há contraindicações e cautelas que precisam ser respeitadas: distúrbios de coagulação ou uso de anticoagulante (risco de hematoma), imunossupressão ou neutropenia, frequente na criança em tratamento oncológico (risco de infecção, com indicação criteriosa), infecção ou lesão de pele no local de punção, e a regra de evitar a inserção profunda sobre o tórax pelo risco de pneumotórax. Nessas situações, preferem-se as técnicas não insertivas (laser, acupressão) ou se posterga o procedimento.

A acupuntura nunca substitui a investigação de uma dor crônica nova nem o tratamento da causa. Alguns sinais indicam que o caminho não é uma terapia complementar, e sim avaliação pediátrica sem demora.

Sinais de alerta · avaliar a criança sem demora

Procure o pediatra antes de qualquer terapia complementar se houver

  • Febre persistente, perda de peso sem explicação ou suores noturnos.
  • Dor que acorda a criança à noite, piora de forma progressiva ou se concentra sempre no mesmo ponto do osso ou da articulação.
  • Inchaço, vermelhidão ou calor em uma articulação, ou claudicação (mancar) que não passa.
  • Fraqueza, dormência, alteração da marcha ou mudança no controle de urina e fezes.
  • Dor de cabeça que muda de padrão, piora ao deitar, acorda a criança ou vem com vômitos e alterações visuais.
  • Na dor abdominal: vômito bilioso, sangramento, disfagia, dor que desperta à noite, atraso de crescimento ou história familiar de doença inflamatória intestinal.
  • Queda importante do estado geral, palidez ou manchas na pele.

Cada item aponta para uma hipótese que precisa ser afastada por exame e investigação, não amenizada por agulhas. Fora desses cenários, com diagnóstico estabelecido e tratamento de base em curso, a acupuntura pode entrar com tranquilidade como adjuvante. A regra prática é simples: primeiro o pediatra entende a dor; depois, se fizer sentido, somamos a acupuntura ao plano.

Referência reconhecida em dor

A clínica é um Centro de Dor listado pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) e um Centro de Tratamento por Ondas de Choque listado pela SMBTOC, e é listada pelo CMBA (Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura).

SBED, Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor SMBTOC, Sociedade Médica Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque CMBA, Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura

Perguntas frequentes

A acupuntura pode tratar dor crônica em crianças?

Pode ajudar, como tratamento complementar dentro de um plano conduzido pelo pediatra, mas não é cura nem substitui a investigação e o cuidado de base. Ela ajuda mais na profilaxia de cefaleias e no controle de náusea e vômito pelo ponto PC6; em dor abdominal funcional e musculoesquelética pode somar, sempre depois de a causa ser investigada. A decisão é individual e o quadro precisa estar avaliado antes.

A partir de que idade uma criança pode fazer acupuntura?

Não há um número fixo: o que define é a indicação clínica, a aceitação da criança e a avaliação do médico em conjunto com o pediatra. Em crianças menores ou mais ansiosas, costuma-se preferir as técnicas não insertivas, como laser de baixa potência e acupressão. A técnica é sempre adaptada à idade, com poucos pontos e sessões curtas.

Dói? A criança vai sofrer com as agulhas?

As agulhas são de calibre mínimo e a inserção, rápida e superficial; a maioria das crianças tolera bem, com no máximo um desconforto breve. Quando a criança tem medo, usam-se opções sem agulha. O ambiente acolhedor, a presença do responsável e a explicação no nível da criança fazem parte do cuidado. O tema da dor da agulha é abordado também na página sobre se acupuntura dói.

Quantas sessões são necessárias e quando vejo resultado?

Não trabalhamos com um número fixo de sessões. Combina-se um ciclo curto de encontros breves, com a frequência ajustada à tolerância e à agenda escolar da criança, e marca-se desde o início o momento de reavaliar. O alívio é de fundo e tende a aparecer ao longo de algumas semanas, não na primeira sessão; em cefaleia, o que se observa é o diário de crises, não a sensação de um dia isolado. Havendo resposta, mantém-se; sem benefício claro, o caminho é reabrir o diagnóstico com o pediatra antes de pensar em continuar.

A acupuntura substitui o remédio ou o tratamento do pediatra?

Não. A acupuntura é adjuvante: soma-se ao tratamento de base (educação em dor, reabilitação e, quando indicada, TCC e medicação), não o substitui. O acompanhamento do pediatra ou do especialista continua, e qualquer medicação é decidida e ajustada apenas pelo médico. Em parte dos casos a acupuntura pode ajudar a reduzir a necessidade de medicação.

Em quais dores da infância a acupuntura tem mais respaldo?

O respaldo é maior na profilaxia das cefaleias recorrentes e da enxaqueca e no controle de náusea e vômito pelo ponto PC6. Há algum papel adjuvante na dor musculoesquelética com componente miofascial, por extrapolação do adulto. Na dor abdominal funcional a acupuntura tem papel menor, e em quadros como SDRC, amplificação dolorosa ou fibromialgia juvenil o eixo é a reabilitação e a abordagem psicológica em centro especializado. Em todos eles, a investigação e o tratamento de base vêm primeiro.

Evidência científica · resumos da nossa biblioteca

Resumos em linguagem clara de estudos revisados pelo Dr. Marcus Yu Bin Pai.

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Dra. Celia Yunes Portiolli
Sobre a autora
Dra. Celia Yunes Portiolli
CRM-SP 27.971RQE 5.148 / 19.469

Médica Especialista em Acupuntura, Dor e Pediatria. Atua com tratamentos em acupuntura, laserterapia e ventosaterapia para pacientes adultos e pediátricos.

Revisão médica e editorial

Conteúdo revisado clinicamente por Dr. Marcus Yu Bin Pai. Tem finalidade educativa e cita fontes.

Referências4 fontes citadas neste artigoVerOcultar
  1. Raffagnato A, et al. Acupuncture for primary headache prophylaxis in children and adolescents. Pediatric Neurology. 2025.
  2. Pei L, et al. Acupuncture for irritable bowel syndrome: a randomized controlled trial. Mayo Clinic Proceedings. 2020;95(8):1671-1683.
  3. Miranda A, et al. Auriculoacupuncture for postoperative nausea and vomiting (estímulo do ponto PC6). Revista Brasileira de Anestesiologia. 2020.
  4. Liu Y, et al. Laser acupuncture for pain and motor function in musculoskeletal disorders. Complementary Therapies in Medicine. 2026.
Atualizado em 4 jun 2026 Leitura 7 min

Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui a avaliação médica individual da criança. A dor crônica na infância deve ser investigada e conduzida pelo pediatra ou pelo especialista responsável; a acupuntura é complementar e não trata a causa da dor. Qualquer medicamento é iniciado, ajustado ou suspenso pelo médico assistente.

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