CENTRO DE TRATAMENTO DE DOR: Acupuntura Médica, Ondas de Choque, Fisiatria e Fisioterapia.

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Dor crônica · Jardim Paulista, São Paulo

Tratamento da dor crônica no Jardim Paulista

No Jardim Paulista, a Clínica Dr. Hong Jin Pai trata a dor crônica com avaliação por especialista e um plano multimodal e não-cirúrgico: acupuntura médica, agulhamento seco, ondas de choque, laser, infiltrações e reabilitação, conforme o diagnóstico.

Resposta direta
  • A clínica fica no Jardim Paulista, em São Paulo, e atende dor crônica musculoesquelética e neuropática com avaliação médica especializada em dor.
  • O tratamento é multimodal e não-cirúrgico: reabilitação como base, somada a acupuntura médica, agulhamento seco, ondas de choque, laser de alta intensidade, infiltrações e, em casos selecionados, toxina botulínica e medicação.
  • O plano é individualizado, conduzido por médicos com formação específica, e acompanhado por metas objetivas de dor e função.
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40+ anos · HC-FMUSP · USP · 30 salas · 1.500 m² · Fisioterapia e Pilates individual

Avaliação clínica

Dor tem Tratamento. Foco em tratamentos não cirúrgicos para dor, reabilitação.

Dor crônica e o que tratamos

Dor crônica é a dor que persiste por mais de três meses, além do tempo esperado de cicatrização de uma lesão. Ela deixa de ser apenas um sintoma de algo agudo e passa a se comportar como uma condição em si, em que o sistema nervoso fica mais sensível e amplifica o sinal de dor.

Esse fenômeno, a sensibilização central, explica por que a dor pode continuar mesmo quando o exame de imagem melhorou ou não mostra nada que justifique a intensidade. Não significa que a dor seja imaginária, e sim que o problema migrou da estrutura lesada para o modo como o sistema nervoso processa o estímulo. Tratar dor crônica, portanto, é diferente de tratar uma entorse recente: o alvo deixa de ser só o tecido e passa a incluir a própria via da dor. Esse mecanismo é detalhado na página sobre sensibilização central, e a distinção entre os dois tipos de dor está em dor aguda e dor crônica.

A clínica concentra-se na dor crônica do aparelho locomotor e nas síndromes dolorosas que se beneficiam de uma abordagem não-cirúrgica. O quadro é avaliado por médico fisiatra e da dor, com exame físico dirigido, e o plano é montado a partir dele, não de um protocolo fixo.

Quadros mais frequentes no atendimento
GrupoExemplos
Dor na colunaLombalgia e cervicalgia crônicas, dor discogênica, dor facetária, dor após cirurgia de coluna
Dor articular e tendíneaDor no ombro, no quadril e no joelho, tendinopatias, dor miofascial
Síndromes dolorosas difusasFibromialgia e síndrome dolorosa miofascial
Dor neuropáticaNeuropatia diabética, neuralgia pós-herpética, dor após lesão de nervo
CefaleiasEnxaqueca crônica, cefaleia tensional, cefaleia cervicogênica

Algumas dores crônicas não pertencem ao escopo de um serviço de dor musculoesquelética e exigem o especialista próprio. Dor torácica, abdominal de causa visceral, dor oncológica em atividade e quadros com forte componente psiquiátrico são conduzidos em conjunto com cardiologia, gastroenterologia, oncologia ou saúde mental, conforme o caso. A avaliação inicial serve também para identificar quando o melhor caminho é encaminhar.

Mito

“Dor crônica só passa com cirurgia, ou então é para conviver com ela do jeito que está.”

Fato

A maioria das dores crônicas musculoesqueléticas é tratada sem cirurgia. O objetivo realista não é zerar a dor à força, mas reduzi-la a um nível que não limite a vida e recuperar a função.

Dr. Marcus Pai aplicando agulha de acupuntura no braço de uma paciente deitada na maca da clínica
Atendimento na clínica Aplicação de acupuntura durante atendimento na clínica

Como é a avaliação

Fisioterapeuta de jaleco branco e mascara mobiliza o joelho flexionado de um paciente deitado, observando o movimento de perto.
A avaliação funcional testa amplitude e dor em cada movimento antes de definir qualquer conduta.

O atendimento começa por uma consulta médica detalhada, não por um pacote de sessões. A dor crônica costuma ter mais de uma fonte ao mesmo tempo, e o que muda o resultado é identificar quais mecanismos pesam em cada pessoa: componente mecânico, miofascial, neuropático e de sensibilização central. Sem esse mapa, qualquer técnica vira tentativa e erro.

Na história, caracterizam-se o tempo de evolução, o que melhora e piora, o trajeto da dor, a qualidade (em queimação, em peso, em choque) e o impacto no sono, no humor e no trabalho. O sono ruim e o estresse mantido alimentam a dor crônica e fazem parte da avaliação, não são detalhes à margem. Em paralelo, rastreiam-se as bandeiras vermelhas: febre, perda de peso, déficit neurológico progressivo, história de câncer e dor que acorda à noite.

  1. Consulta e história dirigida

    Mapeia-se a dor, suas fontes prováveis e o impacto em sono, humor e função; revisam-se exames e tratamentos anteriores.

  2. Exame físico

    Mobilidade, palpação de pontos-gatilho e bandas musculares, testes neurológicos e manobras que reproduzem a dor para localizar o gerador.

  3. Definição do diagnóstico

    Combina-se o exame com a imagem já existente; pede-se exame novo apenas quando ele muda a conduta.

  4. Plano individualizado

    Escolha das técnicas, da sequência e das metas, com reavaliação marcada para ajustar o que não responder.

A imagem entra a serviço da clínica, e não o contrário. Em dor crônica de fundo degenerativo, repetir ressonância sem indicação costuma revelar achados de desgaste próprios da idade, comuns mesmo em quem não sente dor, o que gera alarme e intervenções desnecessárias. Por isso o exame é pedido quando há sinal de alerta, suspeita de causa que muda o tratamento ou falha de uma conduta bem conduzida.

Em uma frase

Trata-se o paciente, com a imagem como apoio ao exame: o que define o plano é a combinação entre o exame e a história, e a meta é função e qualidade de vida, acompanhadas por números objetivos de dor e incapacidade.

Da prática clínica

Boa parte de quem chega ao consultório já passou por várias tentativas isoladas: um ciclo de fisioterapia genérica, um anti-inflamatório atrás do outro, uma sessão de acupuntura aqui, uma injeção ali, cada coisa por conta própria e sem fio condutor. Não é que nenhuma servisse; é que foram aplicadas soltas, sem mapear primeiro o que mantinha a dor. A primeira consulta costuma demorar justamente porque a maior parte do tempo é ouvir e examinar, não prescrever.

A conversa que mais muda o rumo é a das metas. Quando se pergunta o que a pessoa quer voltar a fazer (dormir a noite inteira, sentar no chão com o filho, trabalhar sem travar à tarde) o alvo deixa de ser um número de dor e passa a ser função, que é o que de fato se consegue recuperar. Surpreende muita gente descobrir que o objetivo não é zerar a dor e sim devolver vida, e que repetir ressonância ano após ano, em quadro degenerativo, costuma assustar mais do que ajudar.

Assista: Dores Crônicas? Conheça as Técnicas que Bloqueiam a Dor!

O tratamento multimodal

Mao segura o aplicador de um aparelho de ondas de choque, com a tela do equipamento desfocada ao fundo no consultório.
As ondas de choque são uma das ferramentas usadas para tratar tendinopatias e dores musculares persistentes.

O tratamento da dor crônica na clínica é multimodal, não-cirúrgico e individualizado. A lógica é direta: como a dor crônica tem várias fontes, ataca-se mais de um mecanismo ao mesmo tempo, em vez de apostar tudo numa técnica isolada. A base é ativa, com reabilitação e exercício, e as demais técnicas se somam a ela conforme a apresentação e a resposta. Cada uma tem um papel, um mecanismo conhecido e um nível de evidência próprio, descritos abaixo.

Educação e movimento

Entender a dor crônica, ajustar postura, sono e carga, e retomar a atividade; o repouso prolongado e o medo do movimento pioram o quadro.

Reabilitação e exercício

Base do plano: fortalecimento progressivo, controle motor e dessensibilização ao movimento, com terapia manual como adjuvante.

Técnicas em clínica

Acupuntura médica, eletroacupuntura, agulhamento seco, infiltração de pontos-gatilho, ondas de choque, laser de alta intensidade e mesoterapia.

Procedimentos e medicação

Bloqueios, PENS, toxina botulínica para casos refratários e medicação adjuvante em dose e duração definidas pelo médico.

Reabilitação, exercício, RPG e Pilates clínico: a base

É a intervenção com a melhor relação entre evidência e segurança na dor crônica musculoesquelética, e o eixo de todo o resto. O foco é o controle motor, o fortalecimento progressivo e a dessensibilização ao movimento, para que a pessoa volte a confiar no próprio corpo e tolere a carga do dia a dia. A Reeducação Postural Global (RPG) e o Pilates clínico, com indicação médica, ajudam a corrigir padrões que sobrecarregam articulações e músculos, e a terapia manual entra como adjuvante.

O atendimento é individual, um paciente por sala. A resposta é gradual, ao longo de semanas, e o programa é mantido depois do alívio para reduzir recorrências.

Acupuntura médica e eletroacupuntura

Modulam a dor por mecanismos segmentares no corno dorsal da medula, pela ativação de vias inibitórias descendentes e pela liberação de opioides endógenos; na eletroacupuntura, a corrente de baixa frequência tende a recrutar mais esses sistemas. Na dor crônica esse efeito interessa porque age sobre a própria sensibilização do sistema nervoso, com a vantagem prática de poupar medicação em quem já acumula receitas. Há evidência de qualidade moderada para dor crônica musculoesquelética, como lombalgia e dor cervical, com recomendação de diretrizes em contextos selecionados. Em dor de meses, raramente uma sessão isolada resolve: o que se busca é um efeito que se some entre as sessões e se sustente.

Por isso a acupuntura entra dentro do plano, ancorada na reabilitação, em vez de funcionar como tratamento avulso. A indicação, a escolha dos pontos e a condução cabem a médico habilitado em acupuntura, que ajusta o estímulo à resposta de cada pessoa.

Agulhamento seco e infiltração de pontos-gatilho

A dor crônica quase sempre tem um componente miofascial: bandas tensas e pontos-gatilho que somam dor e perpetuam o ciclo dor-espasmo-dor. No agulhamento seco (dry needling), agulha-se diretamente o ponto-gatilho até obter a contração muscular reflexa que confirma que o alvo foi atingido; esse estímulo reduz a atividade elétrica espontânea da placa motora e tende a quebrar a banda tensa, com efeito analgésico local e segmentar. Quando o ponto é resistente, a infiltração com anestésico local (ou soro fisiológico) interrompe o ciclo.

Em dor crônica, a técnica raramente resolve sozinha: ela costuma desbloquear a região o suficiente para que o paciente avance no fortalecimento e na correção de carga, que são o que sustenta o ganho. A reação esperada é uma melhora da mobilidade na própria sessão e um desconforto local que se assemelha a dor muscular tardia e cede em um a dois dias; quem trabalha ou treina é orientado a poupar a região nesse intervalo.

Ondas de choque e laser de alta intensidade

As ondas de choque entregam pulsos acústicos ao tecido e estimulam reparo e analgesia; o maior benefício está em tendinopatias crônicas (calcânea, patelar, do manguito rotador, fascite plantar) e na dor miofascial resistente. O laser de alta intensidade atua por fotobiomodulação, com efeito analgésico e anti-inflamatório em profundidade, como adjuvante na reabilitação. Ambos são recursos de apoio: ajudam onde há um alvo tendíneo ou miofascial claro e não substituem o exercício. Na dor axial pura da coluna, a evidência é mais limitada, e por isso entram de forma seletiva.

Mesoterapia

A mesoterapia (intradermoterapia) usa microinjeções intradérmicas de medicamentos diluídos sobre a área dolorosa, com a proposta de ação local prolongada em baixas doses. É usada como adjuvante no controle da dor miofascial localizada. A evidência é mais heterogênea, e o recurso é aplicado de forma seletiva, somado às medidas de base.

Bloqueios e neuromodulação (PENS)

Quando há um gerador de dor mais definido ou a dor não cede ao plano de base, os bloqueios anestésicos (injeção de anestésico, por vezes com corticoide, ao redor da estrutura) interrompem temporariamente a condução nociceptiva e abrem uma janela para avançar a reabilitação. O PENS (estimulação elétrica percutânea) é uma opção de neuromodulação para componentes neuropáticos ou miofasciais selecionados, aplicada em ciclos com resposta reavaliada. São recursos pontuais, dentro do plano multimodal, e não substituem o tratamento ativo.

Toxina botulínica para casos refratários

Reservada a quadros que não respondem ao tratamento inicial, sobretudo com forte componente de espasmo e dor miofascial mantendo a queixa. A toxina botulínica tipo A bloqueia a liberação de acetilcolina na junção neuromuscular e reduz a liberação periférica de neuropeptídeos nociceptivos (como CGRP, substância P e glutamato), com efeito antinociceptivo que vai além do relaxamento muscular. Tem papel estabelecido na enxaqueca crônica (protocolo PREEMPT) e na dor miofascial intensa; nas demais indicações o uso é mais seletivo. O efeito começa em 2 a 4 semanas e dura cerca de três a quatro meses, com benefício cumulativo entre ciclos.

Medicação, papel adjuvante

A medicação alivia e abre espaço para a reabilitação, mas não substitui a base ativa. Analgésicos simples e anti-inflamatórios servem para fases de dor por períodos curtos; relaxantes musculares têm papel limitado e causam sonolência. Na dor crônica com componente neuropático ou central, podem-se considerar antidepressivos em dose analgésica (amitriptilina, nortriptilina ou duloxetina) ou gabapentinoides (gabapentina, pregabalina), sempre com indicação, dose e duração definidas pelo médico, com atenção a efeitos adversos, interações e comorbidades.

A escolha do fármaco e o ajuste da dose cabem ao médico assistente. Os princípios do uso racional estão no guia de remédios para dor.

Semana 1 a 2

Controle inicial

Reduzir a sobrecarga, organizar sono e atividade e iniciar mobilidade e ativação, junto das primeiras técnicas em clínica.

Semana 3 a 6

Progressão

Fortalecimento progressivo e ciclo de técnicas; a dor costuma começar a ceder em intensidade e a função a melhorar.

Após 6 semanas

Reavaliação

Sem a resposta esperada, revê-se o diagnóstico e consideram-se procedimentos guiados ou investigação adicional.

Usamos a intensidade da dor numa escala de 0 a 10 e um índice de incapacidade funcional apropriado ao quadro, além do sono, do uso de medicação e do retorno às atividades. Se na reavaliação esses números não andam, o passo seguinte é voltar ao diagnóstico e trocar a estratégia; insistir na mesma sequência de sessões só porque ela já foi iniciada é o erro mais comum em dor crônica.

Por que a abordagem é multimodal

A dor crônica raramente tem uma única causa, e é justamente por isso que uma técnica isolada costuma decepcionar. Uma mesma pessoa pode ter desgaste articular, pontos-gatilho miofasciais, um componente neuropático e sensibilização central contribuindo juntos. Tratar só um desses elementos deixa os demais alimentando a dor.

A dor crônica como condição do sistema nervoso

Depois de meses, a dor crônica deixa de ser a versão prolongada de uma dor aguda e passa a se comportar como uma condição com vida própria. O sistema nervoso aprende a doer: as vias que conduzem a dor ficam mais excitáveis, os freios que deveriam contê-la perdem força e a região passa a doer com estímulos que antes não doíam. Essa é a sensibilização, e ela acontece no sistema nervoso, não no laudo, por isso a imagem pode estar estável enquanto a dor continua.

Como o problema deixou de ser só o tecido, nenhuma técnica que mire um único alvo dá conta sozinha. O que move o ponteiro é um plano coordenado, que ao mesmo tempo trate a estrutura, acalme o sistema nervoso sensibilizado e recupere movimento, sono e confiança no corpo. Por isso o caminho que funciona é mais lento, mais combinado e medido por função.

>3 meses
Duração que define a dor como crônica
Não-cirúrgico
Eixo do tratamento na maioria dos casos
6 a 10
Sessões no ciclo inicial de acupuntura, com reavaliação
0 a 10
Escala usada para medir a resposta ao tratamento

A abordagem multimodal combina o que tem mais evidência (reabilitação e exercício) com técnicas que modulam a dor por mecanismos diferentes e complementares: a acupuntura e o agulhamento agem na via nervosa e na placa motora; as ondas de choque e o laser, no tecido tendíneo e muscular; os bloqueios e a neuromodulação, na condução do estímulo; a medicação, na sensibilização. Somadas, permitem doses menores de cada recurso e menos efeitos adversos do que escalar um único tratamento.

O que costuma ajudar

Plano ativo e constante

Movimento orientado, sono regulado, técnicas combinadas conforme o diagnóstico e reavaliação por metas mantêm o ganho ao longo do tempo.

O que costuma frustrar

Buscar uma técnica milagrosa

Apostar tudo numa única intervenção, repetir exames sem indicação e o repouso prolongado tendem a manter a dor.

Esse mesmo raciocínio orienta os planos para quadros específicos, como o tratamento da lombalgia, a enxaqueca e a fibromialgia. A página geral de tratamento da dor crônica reúne os princípios comuns a todos eles.

Quando procurar avaliação

Vale procurar um médico de dor quando a dor passa de cerca de três meses, recorre com frequência, limita o trabalho ou o sono, ou já passou por tratamentos isolados sem resposta sustentada. Não é preciso esperar esgotar todas as opções para ter uma avaliação que organize o caminho.

Sinais de alerta · não espere

Procure avaliação sem demora se houver

  • Déficit neurológico que progride: fraqueza, dormência ou perda de força em um membro.
  • Alteração para urinar ou evacuar, ou dormência na região da sela, ao sentar.
  • Febre, perda de peso sem explicação ou história de câncer.
  • Dor após trauma significativo, ou em pessoa que usa corticoide ou é imunossuprimida.
  • Dor que acorda à noite, não alivia com repouso ou piora de forma constante.

Esses sinais apontam para causas que mudam a conduta e têm prioridade sobre o tratamento da dor em si. Na ausência deles, a dor crônica musculoesquelética costuma responder bem ao plano multimodal ao longo de semanas. A avaliação inicial define a origem provável, organiza a sequência de técnicas e alinha a expectativa: a meta é reduzir a dor a um nível que não limite a vida e devolver função, com acompanhamento por números objetivos.

A clínica

A clínica é um Centro de Dor listado pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) e um Centro de Tratamento por Ondas de Choque listado pela SMBTOC. É também listada pelo CMBA, Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura.

Conheça a clínica
SBED, Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
SMBTOC, Sociedade Médica Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque
CMBA, Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura

Perguntas frequentes

Onde fica a clínica e qual a região atendida?

A Clínica Dr. Hong Jin Pai fica na Alameda Jaú, 687, no Jardim Paulista, em São Paulo, próxima à Avenida Paulista e a bairros como Cerqueira César, Bela Vista e Jardins. O endereço e os contatos estão no quadro de atendimento e no fim desta página.

Que médico trata dor crônica?

O médico fisiatra com área de atuação em dor é um dos especialistas que conduzem o tratamento não-cirúrgico da dor crônica, integrando reabilitação, técnicas em clínica, procedimentos e medicação. Quando o quadro pede, atua em conjunto com ortopedia, neurologia, reumatologia ou saúde mental.

O tratamento da dor crônica tem cura?

Depende da causa. Algumas dores melhoram por completo; outras, ligadas a desgaste ou sensibilização do sistema nervoso, são controladas em vez de curadas. A meta é reduzir a dor a um nível que não limite a vida e recuperar a função, acompanhada por medidas objetivas.

Preciso de encaminhamento ou de exames prontos para a primeira consulta?

Não é obrigatório ter encaminhamento. Vale levar os exames de imagem e laudos que já possui e a lista dos medicamentos em uso. Exames novos só são pedidos quando mudam a conduta, e não como rotina.

Quantas sessões e quanto tempo até melhorar?

Depende do quadro e de quantos mecanismos da dor precisam ser tratados ao mesmo tempo. No geral, a dor e a função começam a melhorar ao longo de algumas semanas de plano multimodal, com uma reavaliação por volta de seis semanas. Se a essa altura os números de dor e de função não tiverem se mexido, a conduta é rever o diagnóstico e mudar a estratégia, em vez de continuar repetindo as mesmas sessões.

O tratamento é cirúrgico?

Não. A abordagem é não-cirúrgica e multimodal. A cirurgia tem papel restrito e é considerada em situações específicas, como déficit neurológico progressivo ou dor incapacitante que persiste apesar de tratamento conservador completo, sempre em decisão compartilhada e com o especialista cirúrgico.

A acupuntura usada na clínica é a mesma das diretrizes?

A acupuntura médica é praticada por médicos com formação específica e baseada em mecanismos de neuromodulação, com evidência de qualidade moderada na dor crônica musculoesquelética. É uma das técnicas do plano, somada à reabilitação, e não um tratamento isolado.

Evidência científica · resumos da nossa biblioteca

Resumos em linguagem clara de estudos revisados pelo Dr. Marcus Yu Bin Pai.

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Dr. Marcus Yu Bin Pai
Sobre o autor
Dr. Marcus Yu Bin Pai
CRM-SP 158.074RQE 65.523 / 65.524 / 655.241

Médico especialista em Fisiatria e Acupuntura pela Associação Médica Brasileira, com área de atuação em Dor. Doutor em Ciências pela USP e médico colaborador do Grupo de Dor do HC-FMUSP.

Revisão médica e editorial

Conteúdo revisado clinicamente por Prof. Dr. Hong Jin Pai. Tem finalidade educativa e cita fontes.

Referências2 fontes citadas neste artigoVerOcultar
  1. Conselho Federal de Medicina (CFM). Normas éticas sobre publicidade médica e o caráter educativo da informação ao paciente. Disponível em portalmedico.org.br.
  2. . Noninvasive Nonpharmacological Treatment for Chronic Pain: A Systematic Review Update. AHRQ Comparative Effectiveness Reviews. 2020. PMID:32338846.
Atualizado em 31 mai 2026 Leitura 9 min

Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui a avaliação médica individual. Em dor crônica não há protocolo único: cada plano só faz sentido depois de examinar a pessoa, mapear os mecanismos da dor e ser individualizado caso a caso, e o que funciona para um quadro pode não servir para outro. Nenhum resultado é garantido.

Equipe médica · Jardim Paulista · 40+ anos

Centro de Tratamento de Dor, Fisiatria e Acupuntura Médica.

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