CENTRO DE TRATAMENTO DE DOR: Dor, Acupuntura Médica, Ondas de Choque, Fisiatria e Fisioterapia.

Dor e fraqueza: o que está acontecendo?

Quando você sente dor e fraqueza, de imediato é possível julgar que algo anormal está acontecendo.

Essa irregularidade manifestada pelo corpo pode ocorrer em razão de diversas situações, como: alto nível de estresse ou ansiedade, bem como por decorrência de processos inflamatórios ou infecciosos.

Assim, apesar de que nem toda dor ser sinônimo de uma complicação mais séria, no que diz respeito à saúde, senti-la é sinal para você busque ajuda médica.

Para saber mais sobre o que pode causar dor e fraqueza em seu corpo, basta continuar a leitura deste post. Boa leitura!

Fatores emocionais

As dores e fraquezas podem estar atreladas à causas emocionais. Essas têm maior relevância quando as causas orgânicas são descartadas, e o indivíduo está passando por um período difícil em sua vida.

O corpo somatiza esses fatos, dando origem às doenças psicológicas, também chamadas de traços psicossomáticos.

Como tratar a doença

Para conter o problema, após procurar ajuda de um médico especialista, é aconselhável que a pessoa enferma dê início às sessões terapêuticas acompanhadas por um psicólogo.

Hipotireoidismo

O hipotireoidismo ocorre devido à queda na produção dos hormônios T3 e T4 e pode produzir, entre outros sintomas, dor e fraqueza.

A condição mais comum é a Tireoidite de Hashimoto, que se refere a uma patologia autoimune. Esta doença produz anticorpos que atacam a glândula tireoide.

Embora o hipotireoidismo atinja, principalmente, mulheres com faixa etária acima de 40 anos, é importante mencionar que também pode afetar pessoas de qualquer gênero e idade.

Como tratar a doença

O tratamento geralmente se dá por meio de reposição hormonal. Apenas o médico poderá diagnosticar o orientar a conduta terapêutica a partir da análise de cada caso. 

Hérnia de disco

A hérnia de disco é uma doença bem comum na população brasileira. Essa enfermidade é causada pelo envelhecimento natural, desgaste generalizado da coluna ou atividades repetitivas.

É na região lombar que ocorre com mais frequência, podendo também ocasionar sintomas como dor e fraqueza.

Como tratar a doença

Quem sofre com essa patologia tem a possibilidade de tratá-la por meio de terapias que ajudam a reduzir a dor. Nesse caso, o enfermo pode recorrer à sessões de acupuntura, fisioterapia, biopuntura, bem como usar medicamentos.

Caso a realização desses tratamentos não tenha surtido efeito para o paciente, ele deve optar pela realização da cirurgia para hérnia.

Esclerose múltipla

A esclerose múltipla é doença autoimune que, além de atingir o cérebro, ataca a medula espinhal e os nervos ópticos.

Ainda não se tem conhecimento a respeito das causas da doença, contudo, é sabido que ela atinge, principalmente, mulheres jovens — faixa etária entre 20 e 30 anos.

Essa patologia tende a provocar dor e fraqueza em todo o corpo além de diversos outros sintomas que sofrem variação de paciente para paciente.

Como tratar

Com a finalidade de reduzir as inflações surgidas em decorrência da esclerose múltipla, é recomendado o uso de medicamentos.

Além disso, o indivíduo deve adotar hábitos de vida saudáveis, costumes que tendem a minimizar os sintomas.

Deficiência de vitamina D

Mundialmente, mais de 1 bilhão de pessoas é afetada pela falta de vitamina D. Essa vitamina, além de contribuir para o fortalecimento do sistema imunológico e cardiovascular, é a responsável pela saúde dos ossos.

Em razão de atuar no metabolismo ósseo, a deficiência de vitamina D pode causar dor óssea em todo o corpo. Há casos (os mais graves) em que pode ser responsável por provocar osteoporose.

Como ocorre uma diminuição quanto à absorção de cálcio (mineral fundamental durante o processo de contração muscular), outro sintoma que caracteriza a doença é a fraqueza muscular.

Como tratar a doença

O corpo humano metaboliza a vitamina D a partir da absorção da luz solar. Em vista disso, a melhor maneira de combater a falta de vitamina D são os banhos de sol.

É sugerido que essa exposição à luz solar ocorra entre 11 horas e 13 horas. Nesses períodos de tempo, a pessoa deve ficar exposta de 15 a 20 minutos e sem aplicar protetor solar.

Estenose

A enfermidade estenose é causada devido ao estreitamento dentro e entorno do canal medular na coluna. Com isso, as estruturas nervosas e os nervosos ali presentes são pressionados.

Essa doença pode causar dificuldade ao andar, dores lombares, dificuldade na realização de atividades físicas, diminuição da sensibilidade nos membros inferiores e dor nas nádegas.

Existem vários tipos de estenose do canal medular, que podem atingir todas as regiões da coluna. A estenose classificada como degenerativa, é a mais comum. 

Como tratar a doença

A depender do caso, as dores nas pernas e na coluna decorrentes da estenose podem ser contidas por meio do uso de medicações: injeções de corticosteroides, fisioterapia e descanso.

Fibromialgia

A fibromialgia, que é considerada a maior dor crônica no Brasil, atinge 5 milhões de pessoas.

Desse modo, quando o assunto envolve dor e fraqueza em todo o corpo, é necessário levar tal patologia em consideração. 

De forma geral, fibromialgia se refere a uma síndrome clínica, que é caracterizada pelas dores generalizadas em todo o corpo, sobretudo nos tendões, músculos e ligamentos.

Além disso, há outros sintomas comuns, que incluem sono em excesso, fadiga, ansiedade, depressão, dores de cabeça e distúrbios do humor.

Ainda não há conhecimento sobre a causa específica da fibromialgia, contudo, os cientistas sabem que ela pode surgir após eventos graves, como uma infecção, trauma físico e psicológico.

Como tratar a doença

Apenas o uso de analgésicos ou anti-inflamatórios não costumam diminuir os sintomas da fibromialgia.

Dessa forma, como não há cura para essa doença, o paciente é submetido ao tratamento de controle que possibilita que ele consiga conviver da melhor forma possível com a patologia.

Doença de Parkinson

A doença de Parkinson é uma doença degenerativa e progressiva. Além de afetar o sistema nervoso central, essa patologia atinge parte do cérebro responsável pela coordenação motora.

As características mais marcantes dessa doença são a fraqueza muscular, o tremor e o aumento da rigidez nos músculos.

A dificuldade em manter equilíbrio, demência e lentidão para realizar movimentos são considerados outros sintomas da doença.

Como tratar a doença

Com a finalidade de aliviar os sintomas e manter a qualidade de vida de quem tem doença de Parkinson, além de medicamentos, é necessário fazer fisioterapia e terapia ocupacional.

Ademais, é muitíssimo importante que o paciente leve à frente as atividades diárias, assim como mantenha uma prática regular de exercícios físicos.

Além de dor e fraqueza: Outros sinais de alerta

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Dor de cabeça

Há inúmeros fatores (fraqueza nervosa, sinusite, estresse, insônia e deficiência de oxigênio) que podem causar dor de cabeça.

Pode haver casos mais extremos, em que ela possa servir como um sinal para enfermidades mais graves e complexas, atreladas a problemas estruturais da cabeça, como meningite, tumor, hemorragia cerebral e encefalite.

Em todo caso, vale ficar atento ao sintoma e procurar ajuda médica em caso de recorrência. 

Edema

Outro sintoma preocupante é o edema, que ocorre quando há o inchaço do corpo em razão da retenção de líquido.

Vale mencionar que o calor intenso, a falta de atividade física, gravidez, menstruação e uso de alguns medicamentos, podem estar por trás do problema.

Também, doenças com alto grau de seriedade, como é caso da diabetes, doença hepática, insuficiência cardíaca, alergias e lesões nos rins, podem ser alertadas pelo edema.

Soluço

Geralmente, a pessoa fica soluçando quando está comendo em muitas quantidades ou com rapidez, em situações de muito nervosismo, caso a garganta ou estômago estiverem inflados ou até quando o clima está bem frio.

De forma geral, o soluço dura somente alguns minutos. Entretanto, caso aconteça por períodos maiores e com mais frequência, o indivíduo deve se preocupar

Preocupação essa porque o soluço, assim como o edema, pode servir como um alerta para enfermidades como bronquite, asma, doença de intestino, fígado e rins.

Assim sendo, fique atento, porque, em certos casos, o soluço pode servir como alerta para patologias mais graves, como ataques cardíacos e pneumonia.

Febre

Sintomas como calafrios, queimação e indisposição não significam apenas que você pegou um resfriado.

Essas manifestações querem demonstrar que o seu corpo está em estado febril. A febre, para o nosso organismo, age como defesa do corpo contra infecções e aparece para nos alertar que algo não está bem.

É de grande importância que você saiba que a temperatura normal do corpo humano é de 37°C. Isso quer dizer que, qualquer alteração acima desse valor, é considerada uma febre.

Além da infecção, inflamação e gripe, a febre pode surgir para alertar a respeito de doenças mais graves, como:

  • Insolação;
  • Lesão cerebral;
  • Doença do sistema endócrino;
  • Envenenamento;
  • Câncer.

Falta de ar

Quando temos certa sensação de que nos falta ar ao subir uma escada ou na prática de exercícios que exigem muito esforço, podemos considerar normal.

No entanto, se a dificuldade respiratória ocorrer a todo o momento e for em demasia, isso significa que pode ser que tenha algo errado com o corpo.

Enfermidades como obstrução ao fluxo de ar, ansiedade e doenças cardíacas se manifestam pela falta de ar para nos mostrar que o corpo está debilitado.

Dr. Marcus Yu Bin Pai

CRM-SP: 158074 / RQE: 65523 - 65524 | Médico especialista em Fisiatria e Acupuntura. Área de Atuação em Dor pela AMB. Doutorado em Ciências pela USP. Pesquisador e Colaborador do Grupo de Dor do Departamento de Neurologia do HC-FMUSP. Diretor de Marketing do Colégio Médico de Acupuntura do Estado de São Paulo (CMAeSP). Integrante da Câmara Técnica de Acupuntura do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP). Secretário do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED). Presidente do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira de Regeneração Tecidual (SBRET). Professor convidado do Curso de Pós-Graduação em Dor da Universidade de São Paulo (USP). Membro do Conselho Revisor - Medicina Física e Reabilitação da Journal of the Brazilian Medical Association (AMB).  

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