Psoríase: o que é, causas, sintomas e quando ela vira dor nas articulações
A psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele, de cuidado dermatológico. O que entra na medicina da dor é a artrite psoriásica, que causa dor, inchaço e rigidez nas articulações.
- A psoríase da pele é uma doença inflamatória imunomediada e o seu tratamento é dermatológico. Não tratamos a doença de pele aqui; o lugar dela é com o dermatologista.
- O que importa para a medicina da dor é a artrite psoriásica, presente em até cerca de 30% dos pacientes: dor e inchaço nas articulações, dor no calcanhar e nos tendões (entesite), dedo inteiro inchado (dactilite) e dor inflamatória nas costas.
- A artrite psoriásica precisa de reumatologia para o tratamento de base, com remédios que modificam a doença (DMARD) e biológicos. A clínica da dor complementa esse tratamento com exercício, reabilitação e manejo da dor, e o diagnóstico precoce protege as articulações.
40+ anos · HC-FMUSP · USP · 30 salas · 1.500 m² · Fisioterapia e Pilates individual
Agende uma avaliação com a nossa equipe médica. Diagnóstico e tratamento especializado, em São Paulo.
O que é a psoríase
A psoríase é uma doença inflamatória crônica, imunomediada e não contagiosa, em que o sistema imune acelera de forma anormal a renovação das células da pele. O resultado são placas avermelhadas, espessas e recobertas por escamas esbranquiçadas, em geral nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e na região lombar baixa.
É uma condição comum, que atinge cerca de 2 a 3 por cento da população, costuma surgir em surtos e tem forte componente genético combinado a gatilhos ambientais. O cuidado da pele na psoríase é do dermatologista; a medicina da dor e da reabilitação não trata a doença de pele. A psoríase entra na medicina da dor por outro motivo.
A psoríase não é só pele. Trata-se de uma doença inflamatória sistêmica, e em uma parcela importante das pessoas a mesma inflamação atinge as articulações, os tendões e a coluna. Quando isso acontece, o quadro recebe o nome de artrite psoriásica, e é exatamente aí que a medicina da dor passa a ter um papel, sempre ao lado do reumatologista. Entender essa diferença entre a doença de pele e a doença articular é o ponto de partida para não perder tempo no diagnóstico.
“Psoríase é só um problema de pele, então minha dor nas articulações não tem relação com ela.”
A psoríase é uma doença inflamatória que pode atingir as articulações, os tendões e a coluna. Até cerca de 30% das pessoas com psoríase desenvolvem artrite psoriásica, e dor articular persistente em quem tem psoríase deve sempre ser investigada.
CID e causas da psoríase
No CID-10, a psoríase está classificada no grupo L40, dentro das doenças da pele. As formas mais citadas são a psoríase vulgar, ou em placas (L40.0), e a psoríase gutata (L40.4). A artrite psoriásica tem código próprio, L40.5, justamente por ser o componente articular da doença, e em algumas classificações aparece também ligada ao capítulo das artropatias. Esse código costuma constar de laudos e relatórios, mas o número em si não define a gravidade nem o tratamento: o que orienta a conduta é o quadro clínico de cada pessoa.
A causa da psoríase é multifatorial. Há uma predisposição genética (vários genes envolvidos, com destaque para o HLA-C*06), sobre a qual atuam gatilhos que disparam ou pioram os surtos. A inflamação é conduzida por vias imunológicas específicas, sobretudo o eixo das interleucinas 17 e 23 e do TNF-alfa, as mesmas vias atingidas pelos medicamentos biológicos modernos. Conhecer os gatilhos ajuda a entender as crises; controlá-los é medida adjuvante ao tratamento médico.
- Genética. História familiar é comum; a predisposição é herdada, não a doença pronta.
- Estresse e gatilhos emocionais. Reconhecidos como fatores de piora dos surtos.
- Infecções. Faringite por estreptococo pode desencadear a forma gutata, sobretudo em jovens.
- Trauma na pele. Cortes, atrito e arranhões podem fazer surgir placas no local (fenômeno de Koebner).
- Medicamentos, tabagismo, álcool e obesidade. Associados a piora do quadro e a maior risco articular.
A psoríase é uma doença crônica e controlável, sem cura definitiva. O objetivo do tratamento, tanto na pele quanto nas articulações, é controlar a inflamação, reduzir os sintomas e preservar a função.
Artrite psoriásica: o que importa para a dor
A artrite psoriásica é uma artrite inflamatória crônica associada à psoríase. Atinge até cerca de 30 por cento das pessoas com a doença de pele e, na maioria dos casos, as lesões cutâneas aparecem antes das articulares, às vezes anos antes. Em uma minoria, porém, a dor articular vem primeiro, o que torna o reconhecimento ainda mais importante. É uma das espondiloartrites, o mesmo grande grupo da espondilite anquilosante, e compartilha com elas o padrão de dor inflamatória.
A apresentação é variada, o que faz dela uma doença frequentemente subdiagnosticada. Ela pode atingir poucas ou muitas articulações, de forma assimétrica, e tem algumas marcas bastante características. A mais típica é a dactilite, o “dedo em salsicha”: o dedo inteiro incha de ponta a ponta, articulações e tecidos moles juntos, em vez de só a junta isolada.
Outra é a entesite, a inflamação no ponto onde tendões e ligamentos se inserem no osso, que causa, por exemplo, dor no calcanhar (no tendão de Aquiles ou na fáscia plantar). Pode haver ainda dor inflamatória na coluna e nas sacroilíacas, e alterações nas unhas.
A pista que mais ajuda a distinguir a dor inflamatória da dor mecânica comum é o comportamento dos sintomas ao longo do dia. A dor e a rigidez articular da artrite psoriásica são piores pela manhã ou após repouso, com rigidez que costuma durar mais de 30 minutos, e tendem a melhorar com o movimento. A dor mecânica faz o contrário: piora com o uso e melhora com o repouso. Esse detalhe simples da história é um dos primeiros sinais de que vale investigar uma causa inflamatória, tema que detalhamos no guia sobre dor nas articulações e o que pode ser.
| Manifestação | O que é | Onde costuma aparecer |
|---|---|---|
| Artrite periférica | Dor, inchaço e calor em articulações, em geral assimétrica | Dedos, punhos, joelhos, tornozelos |
| Dactilite (“dedo em salsicha”) | Dedo inteiro inchado de ponta a ponta, articulações e tecidos moles juntos | Dedos das mãos e dos pés |
| Entesite | Inflamação na inserção de tendões e ligamentos no osso | Calcanhar (Aquiles), fáscia plantar, cotovelo |
| Dor axial | Dor inflamatória na coluna e nas sacroilíacas | Lombar e nádegas, pior pela manhã |
| Alterações nas unhas | Pequenos furos, descolamento, espessamento | Unhas das mãos e dos pés |
A dor é o sintoma que traz a pessoa ao consultório, mas o que está em jogo é maior: sem controle, a inflamação articular sustentada erode a cartilagem e o osso e pode levar a dano estrutural e perda de função, às vezes em poucos anos. É por isso que o tempo conta. Quanto mais cedo o diagnóstico e o início do tratamento de base, melhor a chance de proteger as articulações, e esse é o argumento central para não tratar a dor de forma isolada nem adiar o encaminhamento ao reumatologista.
Como a artrite psoriásica costuma chegar até a clínica da dor:
Boa parte das pessoas chega tratando a dor como se fosse mecânica, “lesão de esforço”, e o que reorienta a conversa é a história da rigidez: travamento ao acordar ou depois de ficar parado, que dura bem mais de meia hora e vai afrouxando conforme o corpo se mexe, o oposto da dor de desgaste, que piora ao longo do dia de uso. Quando esse padrão aparece em quem tem placas de psoríase, a hipótese muda de figura.
Surpreende muita gente saber que a articulação pode inflamar antes da pele, ou anos depois dela. Não é raro atender alguém com um dedo “em salsicha” ou uma dor de calcanhar que não cede, sem pele acometida, e descobrir só na anamnese um parente com psoríase ou uma placa esquecida no couro cabeludo. Por isso a pergunta sobre psoríase na família entra cedo na consulta, mesmo quando o motivo da visita é só a dor.
O ponto que mais reposiciono é o lugar do nosso tratamento. Quem vem com dor articular costuma esperar “tratar o músculo” e sair resolvido; a conversa franca é que, se houver artrite psoriásica, o que protege a junta é o tratamento de base com o reumatologista, e que agulha, exercício e analgesia são apoio. O melhor que faço por essas articulações, muitas vezes, é abreviar o caminho até esse encaminhamento.
A psoríase é quase sempre apresentada como doença de pele, e fica nisso. O que costuma faltar é o aviso de que uma parcela importante de quem tem psoríase, perto de um terço, desenvolve artrite psoriásica, e que ela pode começar antes de qualquer lesão na pele. Na prática, isso significa que dor com rigidez matinal prolongada, um dedo da mão ou do pé inchado feito salsicha, ou dor de calcanhar que não passa, em alguém que tem psoríase (ou parente com a doença), não deve ser empurrada com analgésico: merece uma avaliação reumatológica, porque tratar cedo é o que protege a articulação do dano. A pele é a parte visível da doença; a articulação é a parte que se perde em silêncio quando ninguém procura por ela.
Quando procurar avaliação sem demora
Se você tem psoríase, ou história familiar dela, alguns sinais indicam que a dor articular merece investigação rápida, porque o diagnóstico precoce da artrite psoriásica muda o desfecho. Procure avaliação se notar qualquer um destes:
Procure avaliação se houver
- Dor e inchaço em uma ou mais articulações que persistem por mais de algumas semanas.
- Rigidez nas articulações pela manhã que dura mais de 30 minutos e melhora com o movimento.
- Um dedo inteiro da mão ou do pé inchado (dactilite, o “dedo em salsicha”).
- Dor persistente no calcanhar ou na sola do pé, sem lesão que explique.
- Dor lombar inflamatória: pior à noite e pela manhã, que melhora ao se movimentar, em pessoa jovem.
- Articulação muito quente, vermelha e com febre, que exige descartar artrite infecciosa com urgência.
O último item é uma emergência à parte: uma articulação isolada, muito quente, inchada e dolorosa, com febre, precisa de avaliação imediata para afastar uma artrite séptica, que não tem relação com a psoríase e é tratada de outra forma. Para os demais sinais, a mensagem é a do diagnóstico precoce: dor inflamatória persistente em quem tem psoríase deve ser levada a um médico, porque tratar cedo protege a articulação.
Tratamento: o que é do reumatologista e o que a clínica da dor complementa
Vale separar com clareza os três papéis. A doença de pele é conduzida pelo dermatologista, com tratamentos tópicos, fototerapia e medicação sistêmica quando indicada; não é o que fazemos aqui. O tratamento de base da artrite psoriásica, aquele que controla a inflamação e protege a articulação do dano, é conduzido pelo reumatologista, com medicamentos que modificam a doença (os DMARD, como o metotrexato) e os biológicos e alvos modernos, que agem nas vias do TNF-alfa e das interleucinas 17 e 23.
O que a clínica da dor e da reabilitação faz é complementar esse tratamento. Quando a doença de base está sob controle reumatológico, ainda sobra dor, rigidez, perda de mobilidade e descondicionamento, e é aí que entra um plano multimodal, não-cirúrgico e individualizado, com o exercício como base ativa e as demais técnicas somando a ele. O objetivo é reduzir a dor, manter as articulações móveis e a pessoa funcional; o controle da doença de base segue com o reumatologista.
Diagnóstico e encaminhamento
Reconhecer a dor inflamatória cedo e encaminhar ao reumatologista para o tratamento de base. O diagnóstico precoce é o passo que mais protege a articulação.
Exercício e reabilitação
Base do nosso papel: mobilidade, fortalecimento e condicionamento, ajustados à fase da doença, para preservar função e reduzir rigidez.
Manejo da dor em clínica
Acupuntura e eletroacupuntura como apoio ao componente doloroso, somadas ao tratamento reumatológico.
Apoio farmacológico adjuvante
Analgesia e medidas para dor crônica sempre alinhadas com o reumatologista e sem competir com o tratamento de base.
Exercício e reabilitação: a base do nosso papel
Na artrite psoriásica, o exercício orientado deixou de ser apenas recomendação genérica e passou a ser parte do cuidado. O foco é preservar e ganhar mobilidade, fortalecer a musculatura que protege as articulações e melhorar o condicionamento, com a carga ajustada à fase da doença: mais suave nos períodos de atividade inflamatória, mais progressivo nas fases de controle. A reabilitação ainda dessensibiliza ao movimento, combatendo o medo de se mexer que costuma vir com a dor, e ajuda a controlar fatores como o peso, que pioram tanto a pele quanto as articulações.
Na clínica, o atendimento é individual, um paciente por sala, o que permite respeitar os limites de cada dia. A resposta é gradual, ao longo de semanas, e o programa é mantido para reduzir recaídas funcionais.
Acupuntura médica e eletroacupuntura
A acupuntura médica modula a dor por mecanismos segmentares no corno dorsal da medula, pela ativação de vias inibitórias descendentes e pela liberação de opioides endógenos; na eletroacupuntura, a corrente de baixa frequência tende a recrutar mais esses sistemas. Na artrite psoriásica o papel dela é bem delimitado: a doença é imunomediada, conduzida pelas vias do TNF-alfa e das interleucinas 17 e 23, e a agulha não desliga essas vias. Ela atua sobre o componente de dor musculoesquelética e miofascial que se soma à artrite, sobre a tensão da musculatura periarticular e sobre a sensibilização central que a dor crônica instala, ajudando a reduzir o consumo de analgésico e a tolerar melhor a reabilitação, mas não trata a sinovite, não freia a destruição articular e não substitui o DMARD ou o biológico.
Há, ainda, dois cuidados próprios desta condição: não se agulha sobre placa psoriásica ativa (pelo fenômeno de Koebner, em que o trauma na pele pode disparar lesão no local) e a técnica é estéril e ponderada em quem está sob imunossupressão. O número de sessões e a frequência são definidos pela carga de dor de cada pessoa e reavaliados periodicamente, sempre como adjuvante do tratamento reumatológico, nunca no lugar dele.
Apoio farmacológico, sempre alinhado ao reumatologista
No manejo da dor, anti-inflamatórios podem aliviar a dor e a rigidez por períodos definidos, e em quadros de dor crônica ou com componente neuropático associado podem-se considerar antidepressivos em dose baixa (como amitriptilina, nortriptilina ou duloxetina) conforme o caso. Tudo isso é adjuvante: alivia o sintoma, mas não controla a doença, papel que cabe aos DMARD e biológicos do reumatologista. A prescrição, a dose e a duração são definidas pelo médico assistente, com atenção a efeitos adversos, interações e comorbidades.
Mapear e encaminhar
Identificar a dor inflamatória, alinhar com dermatologia e reumatologia e definir o papel de cada equipe.
Reabilitação e alívio
Iniciar exercício orientado e manejo da dor, com a doença de base já em tratamento pelo reumatologista.
Função e prevenção
Manter o condicionamento, reavaliar por metas de dor e função e ajustar o plano conforme a atividade da doença.
Medimos a intensidade da dor numa escala de 0 a 10, a rigidez matinal, o número de articulações afetadas e o impacto na função e no trabalho, em diálogo com o reumatologista, que monitora a atividade da doença de base. A meta do nosso lado é manter você móvel, funcional e com a dor sob controle, enquanto o tratamento de base protege as articulações a longo prazo.
Centro de Dor
Listado pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED)
Centro de Tratamento por Ondas de Choque
Listado pela Sociedade Médica Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque (SMBTOC)
Clínica listada
Listada pelo Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura (CMBA)
Perguntas frequentes
Qual é o CID da psoríase (CID 10)?
O CID da psoríase no CID-10 é o grupo L40, dentro das doenças da pele. A psoríase em placas (vulgar) é a L40.0, a psoríase gutata é a L40.4 e a artrite psoriásica tem código próprio, a L40.5, por ser o componente articular da doença. O código aparece em laudos, mas não define sozinho a gravidade nem o tratamento, que dependem do quadro clínico de cada pessoa.
Qual é a causa da psoríase?
A causa é multifatorial: há uma predisposição genética sobre a qual atuam gatilhos como estresse, infecções (faringite por estreptococo), trauma na pele, certos medicamentos, tabagismo, álcool e obesidade. A inflamação é conduzida por vias imunológicas específicas, sobretudo o TNF-alfa e as interleucinas 17 e 23, as mesmas alvo dos medicamentos biológicos.
A psoríase tem cura?
A psoríase não tem cura definitiva, mas é uma doença controlável. Com o tratamento adequado, conduzido pelo dermatologista para a pele e pelo reumatologista para as articulações, é possível controlar a inflamação, reduzir os sintomas e manter a função. O objetivo do tratamento é controlar a doença, que é crônica e não tem cura definitiva.
O que é calcineurina no tratamento da psoríase?
Os inibidores de calcineurina são medicamentos tópicos (de uso na pele) usados em algumas formas de psoríase, sobretudo em áreas sensíveis como o rosto e as dobras. Eles fazem parte do tratamento dermatológico da doença de pele, indicado e acompanhado pelo dermatologista, e não do manejo da dor articular.
Como sei se minha dor é artrite psoriásica e não dor comum?
A pista principal é o padrão inflamatório: dor e rigidez piores pela manhã ou após repouso, com rigidez que dura mais de 30 minutos e melhora com o movimento, ao contrário da dor mecânica, que piora com o uso. Sinais como dedo inteiro inchado (dactilite), dor no calcanhar (entesite) e dor lombar inflamatória em quem tem psoríase reforçam a hipótese. O diagnóstico é confirmado em avaliação médica, com encaminhamento ao reumatologista.
A clínica da dor trata a psoríase da pele?
Não. A doença de pele é tratada pelo dermatologista. A medicina da dor e da reabilitação atua na artrite psoriásica, complementando o tratamento de base do reumatologista com exercício, reabilitação e manejo da dor, para preservar função e qualidade de vida. Não tratamos nem prometemos clarear a pele.
Referências4 fontes citadas neste artigoVerOcultar
- Wan et al. Comparação de diferentes tipos de acupuntura no tratamento da artrite reumatoide: revisão sistemática com metanálise em rede. Frontiers in Immunology. 2022. ver resumo
- Gossec L, Kerschbaumer A, Ferreira RJO, et al. EULAR recommendations for the management of psoriatic arthritis with pharmacological therapies: 2023 update. Ann Rheum Dis. 2024;83(6):706 a 719. acessar
- Griffiths CEM, Armstrong AW, Gudjonsson JE, Barker JNWN. Psoriasis. Lancet. 2021;397(10281):1301 a 1315. acessar
- Alinaghi F, Calov M, Kristensen LE, et al. Prevalence of psoriatic arthritis in patients with psoriasis: A systematic review and meta-analysis of observational and clinical studies. J Am Acad Dermatol. 2019;80(1):251 a 265.e19. acessar
Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui a avaliação médica individual. A psoríase da pele é de acompanhamento dermatológico e o tratamento de base da artrite psoriásica, com DMARD e biológicos, é de acompanhamento reumatológico; a clínica da dor entra como apoio, não como substituta dessas equipes. Quanto a artrite psoriásica responde, em quanto tempo e com qual combinação de exercício, reabilitação e manejo da dor é algo individualizado caso a caso, definido após consulta e em diálogo com o reumatologista.

Sem comentários
Deixe o seu comentário.
Foi muito útil esse artigo para mim. Eu sofro com essa doença.