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Bico de Papagaio (Osteofitose): O que você precisa saber

bico de papagaio osteofitose
  • 01.O que é bico de papagaio?

    É o termo popular para osteofitose. Trata-se de um crescimento ósseo anormal (nodoso) que se forma nas bordas das articulações. O nome vem de sua aparência nos exames de raio-x, que lembra o bico recurvado de um papagaio.
  • 02.Bico de papagaio (osteofitose) é comum?

    Sim. Estima-se que cerca de 60% da população com mais de 45 anos apresente algum grau de osteofitose. Esse número se aproxima dos 90% em pessoas com mais de 70 anos.
  • 03.Bico de papagaio dói?

    A grande maioria dos casos é assintomática (indolor), sendo apenas um achado ocasional em exames de imagem como raio-x, tomografia ou ressonância magnética.
  • 04.Como o bico de papagaio surge?

    Surge geralmente como uma resposta do corpo à instabilidade ou artrose. O organismo cria esse novo tecido ósseo na tentativa de estabilizar uma articulação desgastada ou “ferida” por microtraumas.

O que é Bico de Papagaio ou osteofitose?

A artrose da coluna é o desgaste das articulações desta área do corpo e provoca sintomas como dor e dificuldade para movimentar

Onde surge o bico de papagaio?

A osteofitose é marcada pelo surgimento de expansões ósseas ao redor dos discos da coluna vertebral, ocorrendo com maior frequência nas regiões lombar e cervical.

Também pode acometer outras articulações do corpo, como ombros, quadril, joelhos e pés[1]Klaassen Z, Tubbs RS, Apaydin N, Hage R, Jordan R, Loukas M. Vertebral spinal osteophytes. Anatomical science international. 2011 Mar;86(1):1-9..

O que causa o surgimento dos bicos de papagaio?

Esses crescimentos ósseos surgem como resultado de danos, sobrecarga ou irritação na estrutura esquelética.

A maioria dos osteófitos é causada por desgastes teciduais oriundos da osteoartrite. À medida que essa condição degrada a cartilagem que protege as extremidades dos ossos, o corpo tenta reparar a perda depositando novo osso no local[2]Wong SH, Chiu KY, Yan CH. osteophytes. Journal of orthopaedic surgery. 2016 Dec;24(3):403-10..

Quais as causas da osteofitose na coluna?

Geralmente, suas causas estão relacionadas à desidratação do disco intervertebral, que pode ter origem em fatores como espondilose, predisposição genética, sobrecarga mecânica ou ser consequência de traumas antigos.

Sedentarismo causa bico de papagaio?

Sabe-se que a má postura e o sedentarismo têm forte relação com o distúrbio, fazendo com que a anomalia se desenvolva em pessoas cada vez mais jovens.

Quando há dor, ela geralmente se origina da compressão de nervos próximos às articulações das vértebras. A intensidade é variável, dependendo da localização e da gravidade da alteração anatômica.

 

Quem pode ser acometido?

Adultos e idosos são mais propensos a desenvolver a condição, mas os osteófitos podem ocorrer também em jovens — especialmente atletas — devido ao estresse adicional repetitivo em músculos, ligamentos e tendões.

Coluna Saudável

  • Disco hidratado (amortecedor cheio)
  • Espaço entre vértebras preservado
  • Superfícies lisas
  • Movimento sem dor

Com Osteófitos (Bico de Papagaio)

  • Disco desidratado (mais fino)
  • Crescimento ósseo lateral (para estabilizar)
  • Pode haver rigidez
  • Inflamação nas facetas articulares

Qual a diferença entre bico de papagaio e hérnia de disco?

Essa é uma dúvida muito comum. A osteofitose (bico de papagaio) é, basicamente, uma calcificação ou crescimento ósseo anormal nas bordas das vértebras.

Já a hérnia de disco é um distúrbio de origem mecânica que afeta os discos intervertebrais, especificamente o núcleo gelatinoso localizado no interior desta estrutura.

Devido ao desgaste da coluna vertebral, este núcleo pode vazar ou abalar para fora do disco, comprimindo nervos próximos. Isso gera dor local, irradiação, formigamentos e rigidez.

Resumindo: na hérnia de disco, o problema é no disco (parte mole). No bico de papagaio, o problema é o crescimento de osso (parte dura). Contudo, ambas as condições podem (e costumam) aparecer ao mesmo tempo.

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Anatomia da Coluna Vertebral

Para você entender tudo o que acontece com a coluna vertebral, vamos começar por sua forma, sua anatomia.

As regiões anatômicas da coluna vertebral são: cervical, torácica (ou dorsal), lombar, sacral e coccígea.

A coluna vertebral é vital para o corpo humano, e tem entre suas funções, o equilíbrio, o movimento e a proteção da medula espinhal.

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Causas de osteofitose

Paciente com dor nas costas

Normalmente, o problema tem natureza multifatorial: diversas causas combinadas sobrecarregam a coluna, acelerando o desgaste das vértebras.

 

Má postura

É um dos principais fatores de risco para a saúde da coluna vertebral na população geral.

Cultivar a educação corporal é fundamental. A postura inadequada crônica está por trás de muitos casos de lombalgia e é origem de problemas degenerativos, como as hérnias de disco e os osteófitos. É preciso ter consciência corporal no dia a dia.

A osteofitose está intimamente ligada ao desequilíbrio mecânico da coluna, o que gera desgaste focal em certas regiões. Como proteção, o corpo estimula o crescimento ósseo na tentativa de aumentar a superfície de contato e amortecer a carga.

Quando falamos em postura, não se trata apenas de sentar corretamente. Devemos considerar a ergonomia ao dormir, a maneira como caminhamos e como executamos tarefas domésticas ou laborais.

 

 

Alcoolismo e tabagismo

O consumo excessivo de álcool e tabaco acelera a degeneração discal. O cigarro, por exemplo, diminui a vascularização dos tecidos da coluna, aumentando o risco de bico de papagaio.

Além disso, esses hábitos prejudicam a capacidade de recuperação do corpo, dificultam a prática de atividades físicas e podem aumentar a percepção de dor e tensão.

 

 

Outras causas

Diversos fatores podem levar à osteofitose, entre eles:

  • Predisposição genética;
  • Obesidade (sobrecarga direta das estruturas da coluna);
  • Sedentarismo (fraqueza muscular leva à instabilidade articular);
  • Fraturas e traumas prévios;
  • Artrite reumatoide;
  • Artrite psoriásica;
  • Lúpus;
  • Esclerodermia.

 

Esses fatores tendem a produzir um maior desgaste das articulações, estimulando a calcificação reativa. Na maioria das vezes, este processo é irreversível e progressivo, agravando-se sem o tratamento adequado.

Peso da Cabeça na Coluna

Peso: ~5 kg

*Valores estimados para uma cabeça adulta média.

Quando não tratada, a osteofitose tende a avançar, aumentando sua sintomatologia.

Sintomas da osteofitose

Geralmente, a osteofitose é assintomática. Muitos pacientes descobrem o quadro em exames de rotina da coluna, sem nunca terem sentido nada.

Quando há dor, o sintoma é decorrência da inflamação local ou da compressão nervosa causada pelo crescimento ósseo. É importante destacar: raramente a osteofitose isolada é a causa da dor.

Nos exames de imagem, frequentemente encontramos lesões associadas que justificam os sintomas, como protrusões e abaulamentos de disco, hipertrofia do ligamento amarelo ou estenoses (estreitamentos) do canal vertebral.

Quando a doença avança sem controle, a sintomatologia pode aumentar. Além da dor, surge a sensação de rigidez, perda de mobilidade, claudicação neurogênica (cansaço ou peso nas pernas ao caminhar) e alterações de sensibilidade.

Muitos pacientes relatam alívio da dor ao sentar-se ou inclinar o corpo para frente, o que geralmente indica um estreitamento do canal vertebral (estenose) causado pelos osteófitos.

Em situações mais graves, pode haver perda de força e dormência nos membros.

Na coluna cervical, os osteófitos podem causar imobilidade e rigidez do pescoço, osteoartrite e dores de cabeça.

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Sem dorPior dor possível

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Diagnóstico do bico de papagaio

As lombalgias são comuns e geralmente benignas. No entanto, quadros dolorosos persistentes — especialmente em jovens ou quando limitam o movimento — devem ser investigados por imagem se a dor persistir por mais de 4 semanas.

Os especialistas indicados para avaliar este quadro são o fisiatra, o ortopedista e o reumatologista.

A consulta inicia-se com uma anamnese detalhada para entender o histórico do paciente e decidir a melhor conduta.

São úteis informações como:

  • Quando a dor começou?
  • É uma dor localizada ou irradia para braços/pernas?
  • Qual a intensidade do incômodo?
  • O que piora ou melhora a dor (sentar, andar, deitar)?
  • Houve algum trauma ou queda recente?
  • Histórico familiar de problemas na coluna.

 

Como existem diversas causas para a dor nas costas, o diagnóstico diferencial é crucial. É preciso descartar desde cálculos renais e endometriose até quadros mais graves como infecções na coluna ou tumores. Por isso, a avaliação médica é indispensável.

 

 

Exames Complementares

Os exames de imagem são fundamentais para confirmar a presença dos osteófitos, avaliar seu tamanho e verificar se há compressão medular ou de raízes nervosas.

Dentre os principais, citamos:

  • Raio-X da coluna (visualiza bem a parte óssea);
  • Ressonância Magnética (visualiza discos e nervos);
  • Tomografia computadorizada;
  • Eletroneuromiografia (para avaliar a função dos nervos).

⚠️ Sinais de Alerta (Procure o PS)

Selecione se você apresenta algum destes sintomas junto com a dor nas costas:

Raio-x Coluna Cervical - Espondilose Cervical com Osteófitos

espondilose cervical foto

Raio-x Coluna Cervical - Osteófitos e redução do espaço intervertebral

raio-x com osteofitos
YouTube Hong Jin Pai

Tratamento do bico de papagaio

Tratamento para dor na coluna osteofitose

O tratamento depende diretamente da gravidade dos sintomas e se há comprometimento neurológico.

Na maioria dos casos, o manejo é conservador, utilizando analgésicos, anti-inflamatórios e reabilitação física.

Abaixo, as recomendações gerais para cada fase do quadro clínico:

 

1. Fase aguda (dor intensa)

Neste momento, o objetivo é controlar a inflamação e a dor. O repouso relativo é indicado para evitar o agravamento, associado ao uso de medicações prescritas e terapias analgésicas.

É preciso cautela com a postura e evitar esforços.

 

2. Fase subaguda

Conforme a dor diminui, inicia-se um programa de exercícios para recuperar a mobilidade e fortalecer a musculatura que sustenta a coluna.

Técnicas de alongamento suave e reeducação postural são essenciais para evitar recidivas. O acompanhamento profissional é vital para garantir a execução correta dos movimentos.

 

3. Fase crônica / Manutenção

O foco é a prevenção e qualidade de vida. Deve-se evitar atividades de alto impacto repetitivo na coluna.

Exercícios regulares supervisionados são a melhor defesa contra a progressão do bico de papagaio, pois mantêm as articulações lubrificadas e estáveis.

Técnicas de controle de estresse e relaxamento muscular ajudam a reduzir a tensão crônica sobre a coluna.

Tratamento conservador

O tratamento conservador (não cirúrgico) é a regra para a osteofitose. O foco é aliviar a dor e recuperar a função.

 

Fisioterapia

A fisioterapia é a primeira linha de tratamento e de grande valia para o paciente.

O processo inicia com uma avaliação física minuciosa, identificando limitações de movimento, desvios posturais e desequilíbrios musculares.

Os recursos (eletroterapia, terapia manual, cinesioterapia) são selecionados individualmente. O objetivo não é apenas tirar a dor momentânea, mas reabilitar o paciente para que ele retorne às suas atividades diárias.

Principais benefícios:

 

Pilates

O Pilates combina correção postural, fortalecimento do “core” (centro de força) e alongamento. É uma modalidade de baixo impacto, excelente para quem tem osteófitos.

Ao fortalecer a musculatura profunda da coluna sem sobrecarregar as vértebras, o Pilates ajuda a descomprimir as estruturas afetadas e previne novas calcificações causadas por instabilidade.

Tratamento cirúrgico

A cirurgia é raramente necessária e considerada o último recurso[3]Goel A. Is it necessary to resect osteophytes in degenerative spondylotic myelopathy?. Journal of Craniovertebral Junction and Spine. 2013 Jan;4(1):1..

Geralmente, é indicada apenas quando há danos neurológicos progressivos (perda de força, alterações esfincterianas) ou instabilidade grave da coluna que não responde ao tratamento conservador.

Independentemente da técnica, a decisão cirúrgica deve ser tomada por um especialista, pesando riscos e benefícios. Procedimentos podem envolver a remoção dos osteófitos (descompressão) e, em alguns casos, a fusão das vértebras (artrodese).

Como prevenir o bico de papagaio

Embora o desgaste ósseo tenha um componente genético e natural do envelhecimento, o estilo de vida influencia muito sua velocidade de aparecimento.

Inserir hábitos saudáveis na rotina é fundamental. Atividades como natação, hidroginástica e bicicleta (com ajuste correto) são ótimas opções. O foco deve ser o fortalecimento da musculatura paravertebral, que protege as articulações e facetas da sobrecarga.

Manter o peso ideal também é crucial para não sobrecarregar o esqueleto axial.

Dicas práticas de prevenção:

 

Essas medidas simples protegem a coluna não só contra os bicos de papagaio, mas contra diversas patologias degenerativas. Ao persistirem sintomas, procure um médico especialista.

Devo ficar preocupado com bicos de papagaio no meu exame da coluna?

Os esporões ósseos (osteófitos) geralmente se formam onde os ossos se articulam, como a coluna vertebral. A principal causa de esporões ósseos é o dano articular associado à osteoartrite e sobrecarga. A maioria dos esporões ósseos não causa sintomas e consistem em apenas achados radiológicos, ou seja, nao causam problemas ou sintomas.

Osteófitos devem ser removidos cirurgicamente?

Geralmente não há necessidade de remover um osteófito, a menos que esteja irritando um nervo na coluna ou restringindo a amplitude de movimento de uma articulação.

Osteófitos são normais?

Os osteófitos consistem em uma reação óssea. São geralmente assintomáticos. Surgem pela degeneração natural da nossa coluna vertebral, aparecendo como um achado de exames de imagem na maioria das pessoas conforme a idade avança. Fatores como sobrecarga, sedentarismo, obesidade, lesões traumáticas e má postura podem acelerar a formação dos osteófitos.
clinica dr hong jin pai al jau 687

AL. JAÚ 687 - JARDIM PAULISTA - SÃO PAULO - SP

Clínica de Dor, Fisiatria e Acupuntura Médica

Clínica médica especializada localizada na região dos Jardins, próximo à Av. Paulista, em São Paulo — SP.

Centro de Dor, com médicos especialistas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Tratamento por Ondas de Choque, Infiltrações, Bloqueios anestésicos e Acupuntura Médica

Dor tem Tratamento - Centro de Dor e Acupuntura Médica em São Paulo - SP

TRATAMENTO DE DOR FISIOTERAPIA CLINICA HONG JIN PAI

Médicos Especialistas em Dor e Acupuntura do HC-FMUSP

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Referências Bibliográficas[+]

Dr. Marcus Yu Bin Pai

CRM-SP: 158074 / RQE: 65523 - 65524 | Médico especialista em Fisiatria e Acupuntura. Área de Atuação em Dor pela AMB. Doutorado em Ciências pela USP. Pesquisador e Colaborador do Grupo de Dor do Departamento de Neurologia do HC-FMUSP. Diretor de Marketing do Colégio Médico de Acupuntura do Estado de São Paulo (CMAeSP). Integrante da Câmara Técnica de Acupuntura do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP). Secretário do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED). Presidente do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira de Regeneração Tecidual (SBRET). Professor convidado do Curso de Pós-Graduação em Dor da Universidade de São Paulo (USP). Membro do Conselho Revisor - Medicina Física e Reabilitação da Journal of the Brazilian Medical Association (AMB).