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5 motivos para você trabalhar em pé

Passar muito tempo sentado à frente de mesa e computador no trabalho faz mal para a saúde, mas nem todo mundo tem disposição para se levantar por algumas horas ou, radicalmente, comprar uma mesa para trabalhar em pé o dia inteiro.

Mesas que possibilitam o trabalho em pé oferecem muitos benefícios para a sua saúde, bem-estar e ergonomia.

Acupuntura e Saúde - Trabalhe em pé

Sentar-se é o novo fumar. Estudos mostram que os sedentários tem risco muito maior de problemas cardíacos

 

Listamos cinco razões para deixar a preguiça de lado e considerar fazer este esforço.

1. Quanto mais tempo sentado, mais vontade de sentar

Um estudo de 2012 da Sociedade Britânica de Psicologia mostrou que as pessoas gastam em média cinco horas e 41 minutos sentadas — próximas das sete horas usadas para dormir. E o pior é que, quanto mais tempo se passa sentado no trabalho, mais tempo se quer sentar fora dele. Esta preguiça reforça uma série de efeitos negativos.

Quando ficamos sentados por longos períodos, sofremos de uma série de problemas e alterações metabólicas, diminuindo a produção de substâncias químicas que ajudam a processar açúcares e gorduras, e quem sofre com isso é a nossa circulação e o sistema cardiovascular!

Além disso, nosso esqueleto e músculos formam um quadro reativo para o nosso corpo, que precisa mudar e responder às forças externas.

Assim, nossos músculos não ficam tão contraturados ou travados, e podem ser mais alongados e flexionados regularmente, diminuindo futuras dores musculares.

A chave é o equilíbrio, ou melhor, o movimento.

2. Ficar mais tempo em pé reduz risco de obesidade

James Levine é um endocrinologista da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, que deu uma entrevista de bastante repercussão este ano ao New York Times.

Ele queria saber porque alguns indivíduos engordam mais do que outros e começou a estudar a respeito.

O pesquisador juntou um grupo de funcionários de um mesmo escritório e os deu dietas idênticas, com 1.000 ou mais calorias do que costumavam ingerir, e os proibiu de aumentar a carga de exercícios.

A ideia era ver por que alguns engordariam e outros, não. Com sensores em cada um desses homens, Levine notou que permaneceu magro quem ficava de pé, parado ou andando, por mais de duas horas por dia.

Podemos ver então que a mudança de hábito e um estilo de vida saudável é um dos mais importantes fatores para a redução da obesidade.

 

Pessoas que se sentam muito todos os dias têm um risco aumentado de diabetes, doenças cardíacas e morte prematura.

3. Levantar-se previne diabetes tipo 2 e outras doenças

Do mesmo modo que tempo demais sentado gera obesidade, aparecem doenças como diabetes tipo 2. O problema, percebeu Levine, é que este comportamento está correlacionado à redução dos níveis de glicose no sangue, parte de uma síndrome chamada metabólica, que aumenta dramaticamente a chance de ter este tipo de diabetes.

Outro benefício de trabalhar em pé é de queimar mais calorias durante o dia, ajudando na perda de peso ou mantendo um peso saudável, o que diminui a chance de desenvolver diabetes!

Assim, enquanto trabalha, você queima um terço a mais de calorias do que ficar sentado, podendo queimar mais de 500 calorias a mais no dia só por trabalhar em pé.

 

Um estilo de vida sedentário e a passividade muscular desaceleram nosso metabolismo e reduzem as enzimas, enquanto aumentam os níveis de glicose e colesterol

4. Fugir da cadeira reduz o risco de doenças cardiovasculares

Esta descoberta é bem velha. Já na década de 1950, pesquisadores britânicos compararam motoristas de carros (que dirigem sentados) e de ônibus (que dirigem em pé).

Eles souberam, já naquela época, que o primeiro grupo teve mais ataques do coração e outros problemas cardiovasculares do que o segundo, algo confirmado por cientistas nas décadas seguintes.

Outros estudos demonstraram que quem fica muito tempo sentado tem 54% mais risco de desenvolver um ataque cardíaco.

Homens que ficam mais de 6 horas sentados por dia têm uma mortalidade 20% maior, enquanto as mulheres têm uma taxa 40% maior! Só isso já deveria ser argumento suficiente para você se levantar de sua cadeira para trabalhar.

 

5. Trabalhar em pé aumenta a expectativa de vida

Ao diminuir o risco de ficar obeso, ter diabetes e problemas metabólicos e sofrer doenças cardiovasculares, como se pode concluir, aumenta a expectativa de vida.

Especificamente, uma pesquisa de 2012 feita nos Estados Unidos apontou que, se americanos reduzissem o tempo diário sentados para três horas ao dia, a expectativa de viver subiria em dois anos.

Estudos também demonstram que o exercício regular e trabalhar em pé reduzem o impacto negativo dessas complicações.

As vantagens de incorporar o movimento e o trabalho em pé na rotina diária de trabalho são inúmeras.

Além disso, melhora os efeitos nocivos de um estilo de vida sedentário, reduzindo o estresse e o risco de sofrer de doenças graves que levam ao aumento da expectativa de vida, à medida que mais calorias são queimadas e a frequência cardíaca e dores nas costas melhoram.

Clinica Hong Jin Pai Sao Paulo e1621991307344

RUA SAINT HILAIRE 96 – JARDIM PAULISTA – SÃO PAULO – SP

Clínica de Dor, Fisiatria e Acupuntura Médica

Clínica médica especializada localizada na região dos Jardins, próximo à Av. Paulista, em São Paulo — SP.

Centro de Dor, com médicos especialistas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Tratamento por Ondas de Choque, Infiltrações, Bloqueios anestésicos e Acupuntura Médica

Dr. Marcus Yu Bin Pai

CRM-SP: 158074 / RQE: 65523 - 65524 | Médico especialista em Fisiatria e Acupuntura. Área de Atuação em Dor pela AMB. Doutorado em Ciências pela USP. Pesquisador e Colaborador do Grupo de Dor do Departamento de Neurologia do HC-FMUSP. Diretor de Marketing do Colégio Médico de Acupuntura do Estado de São Paulo (CMAeSP). Integrante da Câmara Técnica de Acupuntura do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP). Secretário do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED). Presidente do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira de Regeneração Tecidual (SBRET). Professor convidado do Curso de Pós-Graduação em Dor da Universidade de São Paulo (USP). Membro do Conselho Revisor - Medicina Física e Reabilitação da Journal of the Brazilian Medical Association (AMB).  

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