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Fisioterapia motora para idosos

Fisioterapia motora e sua importância para idosos

Envelhecer é parte natural da condição humana e tal processo vêm acompanhado de diferentes perdas funcionais que podem ser tanto cognitivas como motoras.

Mas como os idosos podem minimizar os efeitos dessa perda de funcionalidade e manter a melhor qualidade possível para o desempenho de suas atividades cotidianas?

Uma das medidas é a realização da fisioterapia motora, a qual visa reabilitar e/ou prevenir as perdas em relação à força muscular, equilíbrio e coordenação, por exemplo.

Na sequência, apresentamos uma visão geral sobre o processo de envelhecimento, bem como os benefícios que a fisioterapia motora pode proporcionar com a sua prática regular.

 

Envelhecimento: um processo natural do corpo humano

Envelhecer é algo natural à condição humana e por isso é fundamental compreendermos as características desse processo, bem como conhecer estratégias para lidar positivamente com a série de mudanças que ocorrem no corpo. Afinal, se é possível amenizar e até mesmo prevenir dores e doenças, por que não o fazer?

O desenvolvimento humano é caracterizado por diferentes fases e durante a infância, a primeira delas, é o momento no qual adquirimos diversas capacidades a partir da prática e experimentação de atividades variadas.

Após esse primeiro momento, nosso corpo continua se desenvolvendo e, quando devidamente estimulado, amplia ainda mais suas competências.

A partir da adolescência e no início da vida adulta estamos em nosso ápice funcional e conseguimos realizar atividades motoras com um alto nível de rendimento e garantimos, assim, um forte senso de realização e autoconfiança.

Porém, com mais ou menos 30 anos – os valores variam de acordo com os hábitos e estilo de vida do indivíduo, bem como de sua herança genética – inicia-se um processo de declínio funcional.

Lembramos que a redução das capacidades é um processo lento e gradual e é apenas após o 60 anos, mais ou menos, que se percebe condições limitadoras e debilitantes com mais clareza e a rotina pode ficar realmente comprometida.

Aquela autoconfiança de outrora começa, portanto, a ser perdida e sentimentos de insegurança podem tornar-se frequentes. Ou seja, o declínio funcional não afeta apenas o sistema motor, mas também nossas emoções e nosso psicológico.

Vale lembrar ainda que vêm ocorrendo um aumento do número de idosos na população mundial, de maneira geral, e no Brasil não é diferente. Ao longo de seis anos, entre 2012 e 2018, houve um aumento de cerca de 25% no número de idosos no país, segundo dados do IBGE.

E a tendência é que essas taxas continuem crescendo, uma vez que a medicina tem permitido prevenir e remediar inúmeros problemas de saúde que antes eram os principais causadores de baixa expectativa de vida.

Portanto, sabendo disso, podemos e devemos trabalhar no sentido de retardar e minimizar os efeitos do processo do envelhecimento, realizando práticas preventivas e mantendo hábitos saudáveis desde cedo.

Na sequência, mostramos o que acontece em termos de perdas funcionais no organismo humano, a fim de apresentarmos, posteriormente, maneiras de intervir favoravelmente nesse processo.

 

fisioterapia idoso

 

Características desse processo

O que acontece, afinal, quando envelhecemos? Especificamente sobre o sistema musculoesquelético, há uma redução das suas cinco capacidades: força, resistência, velocidade, agilidade e flexibilidade.

Consequentemente, toda a mobilidade do indivíduo é alterada e as habilidades motoras como correr, saltar, equilibrar-se, agarrar, lançar, coordenar movimentos, etc., ficam comprometidas.

Por isso, é bastante comum que os idosos tenham uma maior predisposição a quedas, além de ficarem menos dispostos à prática da atividade física, pois as dificuldades vão aumentando com a idade, assim como os receios de uma lesão ou da percepção de dores incômodas e constantes.

Além disso, outras alterações acontecem no organismo de forma geral, uma vez que há um declínio das funções fisiológicas, morfológicas e bioquímicas.

Em conjunto, se não são realizadas práticas preventivas, todas essas mudanças podem levar a quadros clínicos debilitantes, nos quais a limitação da execução de atividades básicas e essenciais do dia a dia é um dos fatores principais.

Ainda, os déficits motores costumam estar associados a modificações cognitivas e emocionais. Tal relação pode desencadear ansiedade, tristeza e até mesmo depressão. Afinal, a autonomia outrora existente é pouco a pouco perdida e cede lugar a uma dependência cada vez maior dos familiares.

 

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Algumas condições clínicas mais comuns

Diante do envelhecimento, existem algumas condições clínicas relacionadas ao sistema motor mais comuns que surgem gradualmente e elas decorrem, em sua maioria, dos déficits funcionais citados no tópico anterior.

Alguns exemplos são:

 

Há também quadros de disfunções neurológicas como o Alzheimer e a Doença de Parkinson que comprometem o sistema motor, além de ocasionar diversos outros efeitos debilitantes ao paciente.

E, ainda, muitas doenças acontecem devido a um estilo de vida pouco saudável que, ao longo dos anos, causa danos ao organismo como um todo. Exemplos dessas patologias são:

  • hipertensão;
  • diabetes;
  • insuficiência cardíaca;
  • acidente vascular cerebral;
  • pneumonia;
  • enfisema pulmonar;
  • diferentes tipos de câncer.

 

Elas costumam apresentar sintomas como dores crônicas e impedem o indivíduo de realizar atividades rotineiras e, gradualmente, levam-no ao sedentarismo e a vários outros problemas decorrentes dele.

Por isso, salientamos que é necessário utilizar estratégias preventivas a fim de não desenvolver as condições clínicas citadas acima ou visando tratá-las e reduzir seus efeitos adversos sobre o organismo humano. Dentre as alternativas destacamos a fisioterapia motora.

Diene Oliveira Cruz Fisioterapia

O que é a fisioterapia motora?

A fisioterapia motora é uma abordagem terapêutica, comumente utilizada complementarmente a outros tratamentos desde farmacológicos até cirúrgicos.

Seu objetivo fundamental é proporcionar uma melhora na qualidade de vida dos pacientes com diferentes patologias, ou condições clínicas, que acarretam um declínio funcional do sistema musculoesquelético.

Para alcançar os resultados almejados e garantir o aumento do bem estar dos indivíduos, ela pode utilizar diferentes técnicas, dentre as quais citamos: a cinesioterapia, a termoterapia, a eletroterapia e a hidroterapia.

Além disso, os fisioterapeutas podem se capacitar para atuar também com outras intervenções que trabalham o organismo de uma maneira integrada, ou seja, que levam em consideração as esferas biológica, psicológica e espiritual do ser humano. À título de exemplo elencamos a acupuntura, a quiropraxia e a osteopatia.

Vale salientarmos que a fisioterapia motora pode ser aplicada para todas as faixas etárias e uma série de ocorrências médicas, atuando, dessa forma, na singularidade de cada caso clínico. Também pode ser utilizada tanto na reabilitação como na prevenção de déficits motores.

No início do tratamento, o fisioterapeuta observa e questiona a condição clínica de seu paciente, bem como outros dados relevantes associados ao histórico médico do mesmo e as suas características como idade, gênero, nível de mobilidade, etc.

De posse dessas informações, constrói o planejamento das sessões e as técnicas que deverão ser aplicadas a fim de resultar nos inúmeros benefícios do tratamento. E os resultados, obviamente, também variam de acordo com cada caso.

A seguir, abordamos a utilização da fisioterapia motora especificamente em idosos.

 

Sua especificidade na reabilitação de idosos

Devido às singularidades do sistema motor dos pacientes idosos, o uso da fisioterapia deve se adequar ao que eles podem de fato realizar, garantindo uma melhora das capacidades funcionais e jamais prejudicando o quadro clínico dos mesmos.

O profissional precisa, portanto, conhecer as especificidades do processo de envelhecimento, assim como a individualidade de quem é atendido.

Mas de uma maneira geral, os objetivos principais são os mesmos e podem ser tanto a recuperação da mobilidade como a prevenção de um maior déficit na mesma. E para isto, são utilizadas técnicas que geram aumento da força muscular e da flexibilidade, além de trabalharem a coordenação e o equilíbrio.

Dessa forma, a fisioterapia motora para idosos promove uma melhora na funcionalidade do paciente, garantindo autonomia para a realização das atividades cotidianas e, consequentemente, ampliando as sensações de competência, liberdade e bem estar.

 

Benefícios garantidos pela sua prática

O tratamento com a fisioterapia motora é realizado comumente junto a outras intervenções – de maneira multidisciplinar – e o intuito não é curar, mas sim reduzir os desconfortos e sintomas associados a patologias e/ou outras ocorrências médicas.

Citamos abaixo alguns benefícios que são obtidos quando os idosos praticam a fisioterapia motora regularmente, além dos já indicados e relativos às capacidades motoras (força, flexibilidade, etc.):

  • redução das chances de quedas;
  • prevenção de patologias como hipertensão, diabetes e obesidade;
  • redução de quadros de insônia, ansiedade e depressão;
  • menor ocorrência de dores crônicas;
  • manutenção da sensibilidade motora;
  • desenvolvimento da autoconfiança;
  • melhora da autoestima;
  • liberdade para realizar atividades cotidianas e de lazer;
  • possibilidade de integrarem-se socialmente;
  • aumento da longevidade.

 

Vale salientarmos que embora cada caso clínico tenha sua especificidade e vise solucionar questões particulares do paciente, um dos resultados do tratamento com a fisioterapia motora é sempre a melhora na sua qualidade de vida.

Afinal, esta abordagem tem o foco na integralidade do indivíduo e garante benefícios nas esferas biológica, psicológica e social.

Quando pode-se utilizar a fisioterapia motora?

A fisioterapia motora para idosos pode, portanto, ser utilizada em três situações: como medida paliativa, como forma de recuperar a funcionalidade do paciente e para prevenir possíveis sintomas de patologias ou retardar as perdas das capacidades motoras.

 

Como medida paliativa

As medidas paliativas são utilizadas para pacientes que se encontram em situação crítica, com doenças não curáveis, e que não possuem mais autonomia ou possibilidade de desempenhar suas atividades cotidianas.

O objetivo delas é melhorar a qualidade de vida do indivíduo por meio de técnicas que reduzam a dor e os desconfortos das patologias presentes, ou seja, promover uma maior sensação de bem-estar.

Além disso, promovem uma certa compreensão da doença e um alívio do sofrimento tanto dos pacientes como de seus familiares, pois todos os envolvidos no processo necessitam de atenção.

São sempre multidisciplinares e exigem a participação ativa de profissionais de diferentes áreas como medicina, psicologia, nutrição e fisioterapia, por exemplo.

No caso da fisioterapia motora, ela deve propor exercícios de alongamento e fortalecimento muscular, além de fazer uso de técnicas como termoterapia e hidroterapia, as quais são conhecidas por reduzirem os quadros dolorosos.

Na reabilitação

São diversas as situações nas quais os pacientes idosos perdem mais rapidamente suas funções motoras. Dentre elas citamos fraturas, cirurgias, presença de doenças osteomusculares – como osteoartrite e osteoporose, por exemplo – e ocorrência de acidentes vasculares cerebrais.

Nesses casos, a fisioterapia atua principalmente na recuperação da força muscular, levando ao fortalecimento da musculatura e, consequentemente, a uma maior proteção dos ossos, articulações e tendões.

Junto, conquista-se gradualmente o retorno da mobilidade e da autonomia, evitando uma progressão do quadro clínico e do surgimento de outras doenças relacionadas ao sedentarismo como hipertensão, diabetes e obesidade.

Além disso, exercícios de alongamento e outras técnicas que fazem uso do calor, do frio, da água, da eletricidade, entre outras, promovem um alívio da dor, sintoma frequentemente associado às ocorrências clínicas citadas e altamente limitante.

Na prevenção

Como medida preventiva, a fisioterapia motora para idosos pode ser iniciada o mais cedo possível, uma vez que a perda da funcionalidade é um fato real e impossível de ser evitado, relacionado ao ato de envelhecer.

O importante é que quando utilizada precocemente, ela reduz as chances do aparecimento de uma série de doenças. Logo, minimiza os efeitos das mesmas como fraqueza muscular, enrijecimento articular, redução do equilíbrio, déficit cognitivo e na coordenação motora, ansiedade, depressão, etc.

Enfim, o tratamento mantém o paciente autônomo e ativo por muito mais tempo, ou seja, há um retardo na progressão do processo natural do envelhecimento e a garantia de que o mesmo ocorrerá de maneira saudável.

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A fisioterapia motora em idosos e o seu objetivo principal

Em conclusão, é importante ressaltarmos a função da fisioterapia motora como uma – entre várias – alternativas para uma vida mais saudável, mesmo durante o processo de envelhecimento, o qual costuma estar acompanhado de perdas funcionais, quadros dolorosos e redução da liberdade do indivíduo.

Novamente, o objetivo dessa abordagem integral é garantir a autonomia do paciente e, consequentemente, gerar maior longevidade a ele. Longevidade esta relacionada ao prazer, ao bem estar e ao convívio social adequado.

 

Não devemos esquecer, afinal, que envelhecer é parte do desenvolvimento humano, mas atualmente, devido aos novos estudos e avanços da área da saúde, já é possível envelhecer com qualidade.

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AL. JAÚ 687 – JARDIM PAULISTA – SÃO PAULO – SP

Clínica de Dor, Fisiatria e Acupuntura Médica

Clínica médica especializada localizada na região dos Jardins, próximo à Av. Paulista, em São Paulo — SP.

Centro de Dor, com médicos especialistas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Tratamento por Ondas de Choque, Infiltrações, Bloqueios anestésicos e Acupuntura Médica

Dor tem Tratamento – Centro de Dor e Acupuntura Médica em São Paulo – SP

TRATAMENTO DE DOR FISIOTERAPIA CLINICA HONG JIN PAI

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Clínica Dr. Hong Jin Pai – Centro de Dor, Acupuntura Médica, Fisiatria e Reabilitação.

Al. Jaú 687 – São Paulo – SP

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